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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

domingo, 24 de julho de 2011

Cabo Verde - Joaquim Monteiro candidato às presidenciais.

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João Matos


Em Cabo Verde, os quatro candidatos às eleições presidenciais de 7 de Agosto, desdobram-se em contactos e comícios com a população nas diferentes ilhas.
Efectivamente, os caboverdianos vão às urnas no dia 7 de Agosto para elegerem o seu presidente da República. Concorrem para este escrutínio presidencial muito disputado, Jorge Carlos Fonseca, constitucionalista apoiado pelo MPD, maior partido da oposição, o candidato Manuel Inocêncio, engenheiro civil e antigo Ministro de Estado apoiado oficialmente pelo PAICV, partido no poder, Aristides Lima, jurista e antigo Presidente da Assembleia nacional, também do PAICV, mas apoiado apenas por uma parte dos dirigentes e militantes desse partido e por fim Joaquim Monteiro, antigo militante do PAIGC, sem apoio partidário.

Em entrevista à RFI, Joaquim Monteiro que se apresenta como o candidato do povo, diz que não tem nenhuma máquina partidária a apoiá-lo, mas que está convicto de que vai ganhar no dia 7 de Agosto, um desígnio que mais parece um sonho do que a realidade no terreno.

Joaquim Monteiro, candidato às presidenciais caboverdianas.
 
 fonte: RFI

sábado, 23 de julho de 2011

Tráfico de influências do clã Dos Santos.

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jes28Para nos darmos conta da pertinência da presente abordagem, façamos uma breve retrospectiva, a fim de compreender melhor até que ponto ter padrinhos na cozinha (ou o pai) pode ajudar a ter acesso a um bom tacho.

Nos idos de 2008, o F8, assim como muitos militantes do MPLA, espantaram-se ao ver o nome de Tchizé dos Santos na lista de candidatos a deputado desse partido.
Pensámos então e continuamos a imaginar que havia no seio daquela formação política outras tantas pessoas cuja militância era mais visível e o nível de intervenção pública muito mais profícuo que o da personalidade em causa. Mas a opção recaiu, entre outros tantos repescados sabe-se lá como e onde, para uma jovem de quem nunca se tinha ouvido a mais insignificante declaração, por mais curta que fosse, em nome do partido.
Como militante do MPLA, ninguém tinha ouvido falar, previamente, do desempenho ou da militância de Tchizé.
Muito antes disso, já tínhamos experimentado uma outra sensação de surpresa, quando soubemos que Tchizé e o seu irmão Zedú tinham sido bafejados pela sorte de uma qualquer fada madrinha, ao lhes ser passado para gestão o segundo canal da Televisão Pública de Angola (TPA) sem concurso público, sem nada.
Do dia para a noite, os angolanos foram informados sobre uma negociação que transferiu para uma empresa privada a gestão de uma empresa pública ou, pelo menos, de parte dela, sem qualquer justificação.
Mas o nosso espanto, já grande, ainda pôde crescer, quando Tchizé dos Santos rubricou um comunicado, numa altura em que já era deputada, a respeito da sangria que ameaçava os quadros da Televisão Pública de Angola (TPA), asseverando que tinha sido movida por um sentido de ética e de cidadania, acrescentando no aludido documento que apenas propôs, na sessão parlamentar em que interveio, que «o Estado defendesse os seus interesses e o dos seus cidadãos, aquando da atribuição de licenças de Comunicação Social».
Puxa! Dizer isto depois da mudança relâmpago da gestão do canal 2 e Internacional da TPA, sem concurso, seguida de perto pelo inesperado surgimento do seu nome na lista de candidatos a deputado pelo MPLA, em que a ética foi simplesmente enviada ao diabo, a única conclusão possível é que Tchizé pode, ao mesmo tempo, caminhar em ambos os sentidos de uma mesma faixa de rodagem. Na mesma altura que anda em contramão em relação à ética, lá está ela a defender, ferrenhamente, o seu sentido ético.
Alguém conseguirá compreender isto?
É claro que não, perdão, é claro que sim, porque o que permite à Tchizé fazer tudo isso e mais alguma coisa, é essa força, essa condição que a coloca, digamos, numa posição de super-poderosa, ou seja, o facto de ser filha do Presidente da República, ilação que, de resto, se estende a todos os filhos do presidente José Eduardo do Santos.
E isso, em países onde se respeita a ética, tem um nome: tráfico de influências, o que para muitos dignitários da elite angolana não passa de uma exótica noção escolar.
Feito este breve retorno ao passado, o F8 vê-se na impossibilidade de dar a boa nova, isto é, noticiar um progresso qualquer relacionado sobre esse tema, o tráfico de influências. Pelo contrário, temos é a deplorar um acréscimo dessa tendência, se for verdade o que foi noticiado pelo Club K.
Segundo esse site, o Presidente da República, Engenheiro José Eduardo dos Santos, o nosso “N’guxito”, orientou, na sequência de uma proposta avançada por um (ou uma) anónimo/a – para o restante povo, para ele não -, a criação de uma espécie de comissão atípica com a designação de Grupo de Revitalização e Execução da Comunicação Institucional da Administração (GRECIA), com missão de prestar contas ao ministro de Estado e Chefe da Casa Civil, Carlos Feijó.
Na prática, porém, segundo parece, quem põe e dispõe é um coordenador, Sérgio Neto, actual director executivo da Semba Comunicação, e este, por sua vez, não teve dificuldade nenhuma em subcontratar a empresa que ele próprio gere, a dita Semba, essa mesmo, dos filhotes do PR, como entidade a quem teriam sidoDELEGADAS COMPETÊNCIAS PARA FAZER A GESTÃO DA IMAGEM DO GOVERNO, numa harmoniosa parceria, vai de si, firmada com a Presidência da República.
Ficou, portanto, tudo em família e assim é que está bem por estas bandas de bandos.
Nesta empreitada, tipo pára-brisas de eventuais e nocivas lufadas de ar fresco, com tendências constantes para oxidar a imagem de Nguxito (PR), alegadamente já terá sido avançada uma primeira tranche a rondar os 80 milhões de dólares, o que permitiu a contratação de consultores estrangeiros a auferir um ordenado de 10 mil dólares, sem contar subsídios diversos, enquanto os consultores nacionais receberão por mês o correspondente a 5 mil dólares.
Tal discrepância já é normal em Angola, embora seja uma aberração digna de registo. Porém, no caso vertente, dada a opulência dos emolumentos, a diferença nem se vê, apesar de ser de algum modo humilhante.
Mas neste parte e reparte ainda sobrarão algumas belíssimas “fezadas”, para escribas e comentaristas, sendo apontados os nomes do seguintes felizes cooptados angolanos, ou seja, Victor Fernandes, da revista Expansão, os jornalistas Alexandre Cosse e Benedito Joaquim, trânsfugas da Rádio Ecclesia, Rui de Castro, ligado pelo coração e porta-moedas ao MPLA, sem esquecer o inefável Dr. Belarmino VanDúnen, esse espectacular “Yes man” que um dia, no Semana em Actualidades, tentou propagar a ideia de que os cadernos eleitorais são folhetos descartáveis, quer dizer, eis ali um democrata de mão-cheia!
Quando dizíamos que a campanha eleitoral tinha começado, eis mais uma prova disso, em forma de rectificação das alegadas calinadas cometidas por Mena Abrantes (ler Patinagem Presidencial, no Top Secreto).
AQUI ESCREVO EU
WILLIAM TONET

fonte: angola24horas

Cabo Verde - Presidente da República condena atentado contra juiz.

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De acordo com a Inforpress, Pires acredita que o atentado não só tem objectivo de intimidar os magistrados, como condicionar a Justiça cabo-verdiana.


Presidente da República Pedro Pires que condenou o atentado contra o juiz Faustino Varela Monteiro

















O presidente da República Pedro Pires considerou hoje (22) de “grave” o atentado perpetrado ontem na Capital, contra o juiz de Comarca da Praia, Faustino Varela Monteiro.
De acordo com a Inforpress, Pires acredita que o atentado não só tem objectivo de intimidar os magistrados, como condicionar a Justiça cabo-verdiana.
“O autor do atentado, o que é que pretende, do meu ponto de vista, é condicionar a Justiça, intimidar os magistrados e fazer com que a Justiça não funcione. Mas quem esta interessado nisso? Só pode ser o crime organizado e, no nosso caso concreto, é o narcotráfico”, declarou, conforme a agencia estatal cabo-verdiana.
Ainda segundo a Inforpress, o chefe de Estado adiantou que é nesse meio (narcotráfico) que se deve buscar as causas e razões que levaram a esse atentado contra a Justiça cabo-verdiana.

Pedro Pires declarou ainda que “isso não ficará assim” e que as autoridades e as polícias especializadas farão o seu melhor para apanhar o autor do atentado.

O Presidente da República, que manifesta sua solidariedade para com os magistrados, apela a todos para continuarem firmes na luta contra o crime.

“O crime não pode condicionar e nem querer impor-se à Justiça cabo-verdiana. Vão perder essa tentação, eu sei que vão”, garantiu, salientando, por outro lado, que o combate ao crime organizado é uma batalha de todos.

fonte:  REDAÇÃO, com a Inforpress

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Brasil: "Correios de droga" detidos quando tentavam viajar para Luanda.

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21 nigerianos e um cidadão da Guiné-Bissau tentavam embarcar para Luanda, no aeroporto de São Paulo, com cocaína escondida nos intestinos.

Vários quilos de cocaína foram apreendidos no Brasil, a caminho de Luanda
Foto: photos.com
Vários quilos de cocaína foram apreendidos no Brasil, a caminho de Luanda.
"Correios de droga" detidos quando tentavam viajar para Luanda.

A polícia federal brasileira anunciou que 21 nigerianos e um cidadão da Guiné-Bissau, tentaram deixar o Brasil com cocaína escondida no estômago.

O grupo foi preso na segunda-feira passada no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo quando tentava embarcar para Angola. Os africanos foram presos quando estavam na fila para despachar a bagagem.

Segundo a polícia federal, depois de atitudes suspeitas, eles foram levados para avaliação em um equipamento de raio x que detectou a presença de objectos estranhos no aparelho digestivo dos estrangeiros.

Um dos presos levava mais de 2 kg de cocaína no corpo. O grupo foi observado durante várias horas até que a droga revestida em plástico fosse expelido e o crime configurado. Um dos detidos teve que ser submetido a uma cirurgia para retirada das cápsulas de cocaína.


Todos os 22 africanos devem ficar em centros de detenção provisória no Brasil até ao julgamento e devem cumprir pena no país, como explicou o delegado da polícia federal, Wagner Castilho:  “eles cumprem a totalidade da pena no Brasil e no último dia da pena são escoltados até o aeroporto e só aí é expulso. Eles não poderão mais reingressar sob pena de cometer outro crime.”

Casos como esse são cada vez mais vistos no Brasil. Pessoas de várias nacionalidades tentam fazer a rota de drogas para a Europa, passando pelo território brasileiro, levando cocaína no próprio corpo.

Esses traficantes internacionais ignoram o grave risco que a ingestão da droga oferece. Como lembra o médico toxicologista Ricardo Teixeira, “a ingestão das drogas no papelote oferece risco iminente de morte caso esse papelote se abra. Já aconteceram mortes em voos internacionais de indivíduos que portam drogas no intestino. Essas pessoas têm a falsa noção de segurança de que a embalagem da droga vai proteger ou acham que a ingestão da droga por via oral não representa perigo,” afirmou ele.

fonte: BBC

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Mariama Sanhã, primeira dama de Guiné-Bissau de visita a Portugal para serviço humanitário.

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Foto: (Adlml.pt)
Mariama Sanhã, primeira dama da República da Guiné-Bissau e Presidente da Fundação Ninho da Criança

Mariama Sanhã, primeira dama da República da Guiné-Bissau e Presidente da Fundação Ninho da Criança que actua em todo o território guineense em prol das crianças, chefiou uma delegação guineense efectuando uma visita ao norte de Portugal em conjunto com a presidente da ADLML – Associação de Desenvolvimento Local do Minho Lima, Drª Gabriela Passos e o Srº Consul Honorário Prof. Joaquim de Sousa, contactou com diversas instituições, autarquias e empresas com o objectivo de reforçar os laços de solidariedade e cooperação com a Guiné-Bissau, tendo visitado a Universidade do Minho e o Hospital de São João.

A Primeira-Dama da Guiné-Bissau tem-se distinguido por uma acção humanitária e de incentivo ao desenvolvimento. Em Janeiro de 2010, criou a Fundação Ninho da Criança. O objectivo da fundação é prestar apoio às crianças, jovens, doentes e mulheres desfavorecidas de um país cuja população vive com menos de dois dólares por dia, e onde a realidade, de extrema pobreza, é agravada por epidemias de doenças como a tuberculose, a malária ou a SIDA.

Veja o Vídeo da vista à Univerisdade do Minho:

fonte: zwelangola






Debate - sucessão ameaça a estabilidade no Senegal.

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Com a evolução política recente em Burkina Faso e no Senegal e as reações dos governos para com o descontentamento social, não se poderia deixar de perguntar se os líderes são capazes de decifrar os sinais de rejeição popular e antecipar uma saída que não poupa seus países a dor desnecessária.
Vadear
As pessoas no Senegal estão agora profundamente divididos sobre se o Presidente Abdoulaye Wade deve ficar para um terceiro mandato e se seu filho tem o direito de governar o país.

Em 16 de junho Wade decidiu iniciar uma emenda constitucional de 2012 à frente de eleições presidenciais.
A emenda, que visa criar o que foi chamado de "chapa presidencial", seria prever a criação de um vice-presidente. Ele também pretende diminuir o solicitado de 50 por cento para 25 por cento dos votos nacionais para um candidato a ser declarado vencedor das eleições sem segundo turno. O vice-presidente será eleito juntamente com o presidente na disputa eleitoral.

Senegal nunca teve um vice-presidente antes do actual regime alterar a Constituição uma série de vezes.
Além disso, não havia limite de mandato na constituição para o senegalês Wade, quando chegou ao poder em 2000 e o presidente poderia servir de muitos termos como sete anos de mandato. Em 2001, o regime de Wade alterada a Constituição para reduzir o mandato de sete anos para cinco e definir os dois termos limites com um entendimento implícito de que o próprio presidente não pode servir mais de dois mandatos.

O regime tem desenvolvido agora um argumento legal que a nova lei não é retroativa e, portanto, Wade tem direito a repousar durante as eleições de 2012, uma vez que é interpretado como seu segundo mandato sob a Constituição de 2001.
Wade alega que nada na Constituição se opõe à sua candidatura e que seu filho, como qualquer cidadão do Senegal, também tem o direito de tomar parte na disputa eleitoral, se ele assim o desejar. Mas para a oposição o seu argumento na melhor das hipóteses precisa ser entendida dentro do contexto que os líderes Africanos têm formas criativas de contornar suas constituições e leis eleitorais, na busca de manter seu poder.

Além da controvérsia em torno da proposta de alteração, a questão da sucessão Wade "e a possibilidade de seu filho Karim Wade assumir a presidência continua a polarizar Senegal.
Sob a Constituição de 2001, em caso de incapacidade de Wade para completar seu mandato, o poder é transferido para o Presidente da Assembleia Nacional, Pape Diop. Mas o última foi enfraquecida e a falta de uma base política forte para resistir ao desafio. Mesmo que Wade insistisse que a nova lei foi a consolidação da democracia no Senegal, ele não conseguiu mobilizar apoio para além do seu gabinete.

A mudança para emendar a Constituição para introduzir a candidatura controverso atraiu protestos de rua em massa.
Os líderes da oposição e organizações da sociedade civil acusam Wade de tentar plano de uma "sucessão dinástica" e passar a rampage contra o que chamaram de uma emenda constitucional oportunistas.

De fato, as forças de segurança sofreram quase um semana de monitoramento de manifestantes violentos na capital do país, Dakar, e várias grandes cidades e cidades de todo o que tem sido uma das nações mais estáveis ​​da África.
De acordo com relatos da mídia, Karim Wade teria tentado buscar ajuda da França para colocar os motins para baixo. Também é relatado que mais de 100 pessoas ficaram feridas nos confrontos.

Se estes protestos fazem as coisas avançar, eles significam uma vez mais a crescente impopularidade da presidência de Wade, especialmente ao longo dos últimos anos em que ele é percebido como quem presidiu o desempenho e a deterioração da incapacidade do governo, para o desafio social-econômica do concelho enquanto tenta agarrar ao poder.
Forçado pelo escopo da reação das pessoas comuns e o nível de violência, Wade decidiu retirar sua proposta, mas prometeu ainda que está de pé para votações de 2012. Para a oposição, isso poderia ser visto como uma derrota política para Wade e a pressão deve ser mantida para forçá-lo a ceder energia no final de seu mandato atual.

A crescente deterioração das condições de vida dos cidadãos também tende levar a nuvem o legado político de Wade.
A polarização atual do ambiente político é agravado por protestos freqüentes através do qual os cidadãos expressaram as suas frustrações ao longo de um clima político tenso e contínuo, falta crônica de energia, inundações e alterações abusivas à Constituição.

Enquanto os protestos do Norte de África continuam a inspirar oposição contra longa data de governantes no poder no continente, deve-se ter em mente que senegalesas, no último par de anos, muitas vezes realizaram em larga escala protestos para defender sua democracia.
O Movimento 23 de junho, uma coalizão de partidos da oposição e ativistas da sociedade civil, prometeu manter a luta pela sucessão democrática genuína em Senegal. Falta de plano da ordenada sucessão política na Cote d'Ivoire e Guiné plantou as sementes para a instabilidade.

O elo mais fraco em todo este processo é o movimento de oposição senegales que está longe de ser unida e coerente, embora no passado uma frente comum tinha ajudado a vencer em março de 2009 eleições municipais.
Isto incluiu Dakar - frustrar a ambição política de Karim Wade para se tornar o prefeito da capital e usá-lo como uma plataforma para lançar sua candidatura presidencial.

Sem unidade, uma mudança em favor da oposição é altamente improvável em 2012 e os riscos de contestação violenta são elevados.
Presidente Wade, com 85 anos, foi um dos políticos mais antigo na oposição em África. Seu triunfo eleitoral em 2000 foi visto como uma oportunidade de mudança e um passo para a consolidação do Senegal na experiência democrática. Mas como a sabedoria Africana se mantém, é preciso viver mais para ver alguma coisa e seu oposto, ao mesmo tempo.

É claro que Wade não tem nem desistiu de sua intenção de manter no poder depois de 2012, nem sustentar o seu filho - atualmente ministro de energia, infra-estrutura, transporte e cooperação internacional - para o comando presidencial.
Um comitê conjunto para envolver os diversos atores políticos para encontrar soluções para a crise ainda tem que convencer os senegaleses de sua autoridade e imparcialidade. Por enquanto, os líderes da oposição duvidam de sua capacidade de chegar a um consenso político aceitável para todos os cidadãos. A única opção restante pode ser um processo eleitoral livre e justo em que as pessoas vão decidir se querem manter ou acabar com a regra de uma das figuras mais controversas políticas na história política do Senegal.

Desde eleições presidenciais de 2007, a paisagem política do Senegal tornou-se altamente fragmentada, enquanto Wade enfrenta sérias preocupações sobre sua idade e saúde.
A questão é se Wade irá ajustar a sua trajetória política, de modo a conduzir o legado político aceitável. Como Wade gerencia a atual crise nacional terá um impacto duradouro sobre o sistema democrático do Senegal e seu legado político próprio. A euforia que se seguiu à vitória eleitoral de líderes da oposição, percebida como um triunfo da democracia, terão de ser revistas.

Nas circunstâncias vigentes, há uma necessidade de diálogo político e da compreensão do futuro do Senegal dispensação sócio-econômico e político.
Embora uma vitória eleitoral fornecerá o vencedor com os meios para manipular as instituições do Estado, ela também é a probabilidade de um aumento de conflito aumentou de instabilidade.

Consolidação da democracia é um processo de longo prazo construído sobre um compromisso por parte de várias forças políticas para alcançar um consenso nacional que reforça diálogo, o respeito para as instituições nacionais, transparência e acima de tudo, da vontade de colocar o interesse nacional diante dos seus próprios.

fonte: africanews

Assaltantes desconhecidos atacam a casa do Presidente da Guiné Conacry

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Presidente da Guiné Alpha Conde teve sua residência atacada na última terça-feira por assaltantes desconhecidos. Testemunhas disseram que o ataque teve lugar na residência pessoal do Presidente Alpha Conde, no subúrbio Kipe da capital Conacry em torno de 01:30 horário local e durou mais de uma hora. Foram repelidos pelos guardas pessoais do Conde.
Alpha Conde
"O presidente estava lá, mas ele está são e salvo", disse uma fonte da presidência.
"A cozinha está coberta de sangue e parte do prédio está cheio de buracos de bala", disse uma testemunha que não quis ser identificada, dizendo que o portão principal havia sido fundido com um lançador de foguetes, de acordo com Rueters.
Soldados levantaram barricadas em toda a cidade após o ataque, há realização de controles em todos os veículos na estrada. Exército de pick-up, caminhões cheios de soldados patrulhavam as ruas, mas apenas alguns residentes se aventuraram fora de suas casas.
Nem a fonte presidencial, nem uma segunda fonte próxima da presidência disse qualquer informação nesta fase em que os ataques ocorreram. Não houve informação sobre a identidade da pessoa que morreu no ataque.
Conde chegou ao poder no maior exportador mundial do minério de alumínio bauxita, em dezembro passado, após a primeira eleição livre no país Oeste Africano desde a independência da França há um meio século.

fonte: africanews 

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