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Costa do Marfim: Indivíduo detido em Bouaké após roubar 10 milhões de francos CFA de uma empresa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

domingo, 21 de julho de 2013

Presidente egípcio emite decreto para iniciar reforma de Constituição.

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Mansour, presidente interino do Egito, em discurso à nação (imagem de arquivo) Foto: AP

O presidente interino do Egito, Adly Mansour, emitiu um decreto para que especialistas legais comecem o trabalho para reformar a Constituição do país, informou o site estatal de notícias de Al-Ahram, neste sábado. O Exército egípcio suspendeu a Constituição após a deposição do presidente islâmico Mohamed Mursi, em 3 de julho.
O comitê de 10 especialistas se reunirá no domingo e têm apenas 15 dias para criar propostas que serão colocadas diante de um conselho maior. Esse conselho terá mais 60 dias para entregar o esboço final da Carta egípcia, abrindo o caminho para novas eleições.
O esboço do novo texto será votado em um referendo, com o processo completo devendo levar quatro meses. Uma Constituição revisada deve estar em vigor antes que o Egito possa ter novas eleições parlamentares, as quais, de acordo com um decreto emitido depois da deposição de Mursi, devem ocorrer dentro de seis meses. Elas serão então sucedidas por uma eleição presidencial.
A Constituição suspensa foi redigida no ano passado por uma assembleia de maioria islâmica que foi rejeitada por liberais e cristãos, que disseram que o texto falhou em proteger apropriadamente os direitos humanos e a justiça social. O Exército egípcio suspendeu a Constituição após a deposição do presidente islâmico Mohamed Mursi, em 3 de julho.
fonte: Reuters
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Combates na República Democrática do Congo deixam 130 mortos.

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Moradores participam de manifesto em defesa da presença do Exército nas ruas de Goma, na República Democrática do Congo, no centro da África Foto: AP
Moradores participam de manifesto em defesa da presença do Exército nas ruas de Goma, na República Democrática do Congo, no centro da África.
Foto: AP

Os combates em curso desde domingo em Mutaho, perto de Goma (leste da República Democrática do Congo), fizeram 130 mortes, incluindo 120 rebeldes e 10 soldados, declarou nesta segunda-feira o porta-voz do governo congolês.
"Nossas forças infligiram pesadas perdas aos rebeldes do M23: 120 foram mortos e 12 capturados", assegurou o porta-voz Laurent Mende, durante coletiva de imprensa em Kinshasa, acrescentando que 10 soldados do Exército da RDC morreram.
Estes confrontos começaram domingo à tarde em Mutaho, cerca de dez quilômetros ao norte de Goma, e prosseguem nesta segunda. Disparos de morteiros eram ouvidos dos arredores de Goma, segundo fontes locais.
Os confrontos envolveram, até o momento, apenas rebeldes do Movimento de 23 de Março (M23) e soldados do Exército congolês. As forças da ONU não interviram, segundo o porta-voz. "Os FARDC têm respondido com coragem e eficácia à agressão" dos rebeldes, disse Mende. Segundo ele, "as forças do regime recuperaram algumas posições do inimigo, que fugiu para Kilimanyoka, perto de Kibati".
O M23 é formado por ex-soldados congoleses que se amotinaram e encontraram, de acordo com a RDC e as Nações Unidas, apoio em homens e munições dos governos de Uganda e de Ruanda. Ambos os países negam qualquer assistência ao M23. "Durante várias semanas, os rebeldes e seus aliados ruandeses reforçaram suas posições nos arredores de Kibati, perto de Mutaho", assegurou Mende.
O movimento rebelde, que chegou a ocupar Goma durante dez dias em novembro de 2012, deixou a cidade sob pressão dos países da região em troca de negociações com o governo. As discussões estagnaram com o avanço do M23 e a integração de seus homens nas forças armadas (FARDC). O porta-voz do governo não quis especificar o número de soldados envolvidos nos combates. De acordo com fontes locais, três batalhões das FARDC - cerca de 2 mil homens - estariam lutando.
AFP

A Bélgica tem um novo rei.

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Foi, como se esperava, uma cerimónia sóbria: o príncipe Philippe, 53 anos, tornou-se o sétimo rei da Bélgica depois da abdicação do seu pai, Albert, de 79 anos. Philippe fez o juramento nas três línguas oficiais da Bélgica – holandês, francês e alemão – no Parlamento, depois de Albert assinar a sua abdicação, por razões de saúde: “Tenho reparado como a minha idade e a minha saúde não me têm permitido cumprir os meus deveres do modo de que gostaria”. Na abdicação, Albert II não escondeu, no entanto, alguma emoção. Dirigiu-se à sua mulher, Paola: “Queria simplesmente agradecer-lhe”, disse. E depois, saindo do discurso escrito: “E um grande beijo!”. Houve aplausos, Paola e a mulher de Philippe, a rainha Mathilde, não contiveram algumas lágrimas.  Albert II é o segundo monarca a abdicar: o primeiro foi o seu pai, Leopold III, suspeito de benevolência face à ocupação alemã na II Guerra.Foi então o irmão de Albert, Baoudoin, que assumiu a responsabilidade, e este rei, sem filhos, tinha preparado Philippe para lhe suceder. Mas quando morreu, tinha Philippe 33 anos, Albert, a quem cabia a decisão de assumir o cargo, decidiu fazê-lo. Apesar de não ter sido educado para ser rei, da sua vida amorosa encher as revistas cor-de-rosa e de estar associado ao jet set, Albert acabou por ser um rei popular, tanto pelo seu papel durante o caso de pedofilia de Marc Dutroux, que deixou o país chocado, como mais recentemente pelo seu papel na paralisia política que o país viveu. Curiosamente, coloca-se mais agora em relação a Phillippe, educado para o cargo, a questão de se estará pronto para ser rei. A timidez de Philippe, o sétimo rei da Bélgica, é a razão principal. Poderá, no entanto, contar com a popularidade da sua mulher, Mathilde, 40 anos, a primeira rainha de origem belga da história do país, que desde o seu casamento com Philippe em 1999 se tornou um trunfo da monarquia. “Philippe, tu tens todas as qualidades de coração e inteligência para servir muito bem o nosso país nas tuas novas responsabilidades”, disse Alberto II na cerimónia de abdicação na sala do trono do palácio real do Bruxelas. “Tu e a tua querida mulher Mathilde têm toda a nossa confiança. ”Philippe fez então o juramento no Parlamento no Parlamento, a algumas centenas de metros. Na Bélgica não há uma subida formal ao trono, porque não existe um trono, nem uma coroa, nem qualquer cerimónia religiosa de entronização do rei.

fonte: publico.pt


Portugal: Remodelação governamental nunca foi oficialmente proposta.

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O Presidente fala hoje ao país. Tudo indica que insistirá na não antecipação de eleições para já, assim como afastada parece a ideia de governo presidencial. O caminho deverá ser feito com o PSD e o CDS no Governo.
O facto de nunca ter sido apresentada ao Presidente da República pelo primeiro-ministro uma proposta formal de remodelação do Governo abre caminho a que seja criado um espaço institucional em que possa prosseguir o relacionamento entre os dois estadistas de modo a que seja encontrada uma saída para a crise política portuguesa.
O Presidente da República faz hoje, às 20h30, uma comunicação ao país, na qual deverá expressar as suas decisões sobre que caminhos quer seguir e o que fazer face ao falhanço da proposta de acordo de entendimento que propôs ao PSD, ao PS e ao CDS, que fez no dia 10 de Julho e que esteve na origem do processo negocial entre delegações dos três partidos, que contaram com a presença de um conselheiro do Presidente, o sociólogo David Justino.
De acordo com as informações recolhidas pelo PÚBLICO, o Presidente terá de optar por uma solução que permita atenuar o clima de falhanço negocial quer entre os partidos quer destes em relação a si mesmo. Para isso tem que encontrar um espaço constitucional mas também oficialmente enquadrável do ponto de vista das regras democráticas e do formalismo protocolar de Estado.
Ora, há ainda um espaço que não foi oficialmente aberto e que pode ser a porta de saída da crise, que é a inexistência de qualquer proposta formal, de qualquer documento que tenha dado entrada nos serviços da Presidência e que consubstancie uma proposta de remodelação. Ou seja, quando a 5 de Julho, Passos Coelho foi a Belém apresentou verbalmente a Cavaco Silva o acordo com o CDS, mas não deixou em Belém nenhum documento oficial.
Esta solução daria assim a possibilidade a Cavaco de dar o passo em frente sem que fosse criada mais turbulência institucional. Permitiria também que o primeiro-ministro e a coligação PSD-CDS fossem relegitimados e ganhassem estabilidade para tentarem cumprir a legislatura. A ideia que existe é de que é necessário encontrar uma saída que dê a imagem para o país de que o Governo está na plena posse das suas competências, funções e poderes.
Por outro lado, o Presidente teria de receber essa proposta formal de remodelação com algum corpo e alguma substância política. Ou seja, que fosse encontrada uma forma de a maioria reafirmar as suas prioridades e compromissos políticos até ao fim da legislatura. Mas também que assegurasse igualmente que não haverá mais sobressaltos, nem mais crises no seio da coligação, nem mais "estados de alma"
Assim, pode ser recuperada a ideia de remodelação, até porque o Governo tem insistido em que esse seu propósito está de pé. Fê-lo Paulo Portas no debate sobre o estado da nação e fê-lo Pedro Passos Coelho no debate da moção de censura apresentada pelos Verdes esta semana.
Esta opção permitiria que a crise fosse rapidamente ultrapassada e que o Governo voltasse a sentir-se em funções com legitimidade plena.
Afastadas parecem estar em definitivo as hipóteses de o Presidente da República avançar para a convocação de eleições antecipadas, tendo que, para isso, de dissolver a Assembleia da República. Bem como não parece ser possível que Cavaco Silva avance para uma solução que consubstancie alguma forma de governo de iniciativa presidencial.
Esta última hipótese foi mesmo afastada oficialmente pelo Presidente ao falar aos jornalistas nas ilhas Selvagens esta semana. Desde a chamada "crise da Taxa Social Única", há quase um ano, que é sabido que o Presidente não vê com bons olhos esta solução. Isto porque, na leitura constitucional que Cavaco faz dos poderes presidenciais, esta solução não existe.
Primeiro, porque qualquer Governo responde politicamente perante a Assembleia da República e não perante o Presidente, desde a revisão de 1982. Mas se o Presidente avançasse para a Constituição de um Governo sem o beneplácito e a concordância dos partidos, corria o risco de, no dia da apresentação do programa desse eventual governo de iniciativa presidencial na Assembleia da República, surgir uma moção de rejeição a esse programa e o projecto de executivo presidencial ficaria morto à nascença.
Quanto à antecipação de eleições, todos os riscos que o Presidente sempre fez saber que via nesta solução permanecem de pé. Por um lado, não há qualquer garantia de que depois de eleições os partidos venham a acordar entre si um caminho que permita a governação e a recuperação da economia. Por outro lado, é sabido também que o Presidente considera que eleições agora seria uma forma de acelerar e garantir a necessidade de um segundo resgate. Hipótese que Cavaco Silva tem tentado evitar.
fonte: publico.pt





sábado, 20 de julho de 2013

Senegal: O Tribunal de Justiça da CEDEAO considera a prisão e detenção de Karim Wade de não-arbitrária.

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O Tribunal de Justiça da CEDEAO rejeitou as petições do ex-ministro de Estado, Karim Wade. Elas não tinham competência para interferir em um processo em curso no Senegal. O Tribunal também determinou que a prisão e detenção não são arbitrárias.

O Tribunal de Justiça da Comunidade Económica dos Estados Oeste Africano (CEDEAO) rejeitou, ontem, o pedido do ex-ministro de Estado Karim Wade, das acusações que o opõe no caso entre ele e o Estado do Senegal. Em seu veredicto, o tribunal sub-regional decidiu que a prisão e detenção do Sr. Wade não são arbitrárias. Além disso, o Tribunal não tinha jurisdição no que diz respeito ao processo judicial no Senegal. Portanto, pedidos de indemnização e outras feitas pelo ex-Ministro de Estado, através de seus advogados foram rejeitados.

Em seu pedido, os advogados de Karim Wade, os Srs. Ciré Clédor Ly, Demba Cire Bathily e Seydou Diagne pediram à Corte que condene o Estado do Senegal em diversos processos declinados pelo Tribunal de procedimentos de repressão contra o enriquecimento ilícito dos dignitários do antigo regime e, particularmente, contra o seu cliente. Eles teriam também contestado a suspensão do Estado do Senegal das instâncias da CEDEAO, os danos pelo prejuízo sofrido pelo seu cliente, o levantamento da proibição de deixar o país, além de sua plena liberação. Os advogados do Estado, por sua vez, saudaram a decisão do Tribunal de Justiça. "A decisão do Tribunal é muito clara. O Tribunal não queria interferir neste assunto que está em curso no Senegal, em conformidade com o Protocolo n º 9 do protocolo da CEDEAO ", disse Pap Khaly Niang, um advogado para assuntos do estado. De acordo com ele, essa decisão tem duas vantagens: imediatas e futuras. "As portas estão fechadas para aqueles que tentam apelar para o Tribunal de Justiça da CEDEAO para os casos de enriquecimento ilícito", acrescentou.

Souleymane Dia SY

O PDS exige a libertação imediata do ex-ministro

Em seu comunicado enviado a nossa redação, o PDS informou ao tribunal de justiça da CEDEAO, que veio proferir o acórdão no caso que opõe o Estado do Senegal ao seu irmão Karim Wade. "A Comissão de Coordenação saúda esta decisão, apesar de não atender a todos os nossos pedidos, no entanto, mantem e insisti que a implementação das suas decisões não é uma opção para os Estados, mas uma obrigação nos termos do artigo 15 do Tratado da CEDEAO", diz o comunicado.

O Partido Democrático Senegalês, lê-se no texto, lembra o Governo do Senegal a lição de casa ao dizer que o Tribunal de Justiça da CEDEAO já decidiu, no seu acórdão de 22 de Fevereiro de 2013, que "a Alta Corte da Justiça da República é a única jurisdição para julgar atos cometidos por membros do governo no exercício de suas funções. " Além disso, o comitê diretor pediu ao governo para anular as decisões ilegais da saída do território e repressão de alguns responsáveis ​​pela sua gestão. "As várias reviravoltas no caso de Dubaï Port World e os caprichos da investigação que estabelece formalmente que processos contra o nosso irmão Karim Wade baseiam-se exclusivamente no desejo de vingança e acerto de contas", diz o documento, acrescentando que o PDS solicita a libertação de (Karim Wade), libertação imediata e de todos os outros funcionários arbitrariamente detidos.

Por: Babacar Dieng

fonte: lesoleil.sn

Cuba: Declaração à Imprensa da delegação cubana à Rodada de Conversações Migratórias com os Estados Unidos, Washington, 17 de julho de 2013.

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Em 17 de julho de 2013, foram reatadas as conversações migratórias entre delegações dos Estados Unidos e Cuba, presididas, respectivamente, pelo vice-secretário assistente do Bureau para Assuntos do Hemisfério Ocidental, do Departamento de Estado, Edward Alex Lee, e a diretora para os Estados Unidos do Ministério das Relações Exteriores de Cuba, Josefina Vidal Ferreiro.
A reunião se desenvolveu em um clima respeitoso. Revisou-se o andamento dos acordos migratórios vigentes entre os dois países e foram avaliados os principais resultados das ações empreendidas por cada uma das partes e de forma conjunta para enfrentar a emigração ilegal e o tráfico de emigrantes.
Como expressão de seu compromisso com o combate a estes fenômenos, a delegação cubana informou acerca da ratificação pelo governo de Cuba do Protocolo contra o tráfico ilícito de imigrantes por terra, mar e ar e do Protocolo para prevenir, reprimir e sancionar o tráfico de pessoas, especialmente mulheres e crianças, ambos instrumentos complementares da Convenção das Nações Unidas contra a Delinquência Organizada Transnacional. Ainda, reiterou que o contrabando de emigrantes não poderá ser eliminado nem se poderá atingir uma emigração legal, segura e ordenada entre os dois países, enquanto se mantenha a política de pés secos-pés molhados e a Lei de Ajuste Cubano, que estimulam a emigração ilegal e as entradas irregulares de cidadãos cubanos aos Estados Unidos.
A parte cubana também ofereceu informação de interesse sobre a atualização dos procedimentos migratórios cubanos e seu processo de implementação.
A delegação de Cuba reiterou sua disposição a manter estes intercâmbios no futuro, pela sua importância para os dois países.

fonte: granma.cu

Burkina: manifestação contra o poder e "custo de vida".

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Vários milhares de pessoas participaram  num meeting  neste sábado em Ouagadougou contra o "custo de vida", que transformou-se em uma manifestação contra o regime do Presidente Blaise Compaoré, em pleno debate sobre a sua sucessão, constatou um correspondente da AFP.

Organizado pela Coalizão contra o custo de vida, que reúne sindicatos e grupos da sociedade civil, o meeting  foi realizado na calma, na principal praça da capital.

Ele tinha o slogan "não pela vida cara", mas que se transformou em um protesto contra a "corrupção", a "impunidade" e o futuro Senado criado pelo presidente Compaoré e que será em breve instalado.

O governo está tentando "forçar a passagem através das tentativas de alterar o artigo 37 da Constituição e da criação de uma segunda câmara do Parlamento, que vai sair caro para o contribuinte", disse Tole Sagnon, o chefe da coalizão.

A oposição argumentou que "sem reservas" este meeting, é mais para fazer acusações ao regime que quer rever o artigo 37 através do Senado que limita o número de mandatos presidenciais, para permitir que o chefe do Estado concorra novamente à sua reeleição em 2015.

Fonte: AFP

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Senegal: Formação Profissional - 1.600 bolsas de estudo oferecidas para estudantes carentes.

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O Centro Africano de complementaridade escolar universitária e promoção (Cacsup) organizou na quarta-feira última, uma jornada de portas abertas à Escola Inter Estadual da Ciência e Medicina Veterinária (EISMV). Uma oportunidade para o seu  Presidente informar que 1.600 bolsas foram oferecidas aos estudantes.
Cerca de 1.600 bolsas de estudo foram oferecidas durante o ano lectivo 2012-2013 para estudantes carentes para lhes permitir a formação profissional. O anúncio foi feito por Eloi Ibrahima Sarr, presidente do Centro Africano de Complementaridade Acadêmica. É o dia 17 de julho, dia da jornada portas abertas à Escola Inter-Estadual de Ciências e Medicina Veterinária (EISMV). Estas bolsas são no valor de mais de 60 milhões de francos CFA. E Sarr prometeu fazer melhor no próximo ano, oferecendo 3.000 bolsas de formação. Para promover essas bolsas, o Cacsup Senegalês e seus parceiros internacionais estão planejando abrir uma universidade comunitária Africana de gestão e de engenharia que levará o nome de Dean Amadou Mactar Mbow. "Esta será uma universidade de excelência de formação. Será apoiada por instituições internacionais e ajudará a formar os alunos em cursos de engenharia financeira e rede de computadores ", disse Eloi Sarr, que também anunciou a criação de um Instituto Africano para a formação de mestres em mediação. "Nós percebemos que a África é um continente onde há muitos conflitos. É importante que os gestores sejam formados em mediação ", disse o presidente da Cacsup. Ele também informou a próxima criação de um centro agrícola versátil e um centro de pesquisa de recursos virtuais, que serão financiados pelo BAD.
O Cacsup tem distribuído ao longo dessa jornada, os bilhetes de restauração para mais de 80 alunos selecionados pelo Comité Económico e Social. Nos próximos dias, o Cacsup e World Vision vão enfrentar a quarta fase de formação para as vítimas de minas anti-pessoais em Casamance. A estrutura dispõe também de 15 milhões de francos CFA oferecidos por um parceiro dos EUA para formar umas trinta pessoas com deficiência em informática, rede de computadores, manutenção, gestão e desenvolvimento de projetos.
Por: Eugene KALY
Fonte: lesoleil.sn

Costa do Marfim: A Procuradora do Tribunal Penal Internacional quer reforçar o seu dossiê contra Gbagbo.

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Conférence
© AFP por DR
Conferência de Imprensa da Procuradora da TPI
Sexta-feira 19 de julho de 2013 em Abidjan. A procuradora do Tribunal Penal Internacional (TPI), Fatou Bensouda e o ministro da jutiça marfinense, Coulibaly Gnenema animaram a conferência de imprensa.

Abidjan - A procuradora do Tribunal Penal Internacional (TPI), Fatou Bensouda, disse nesta sexta-feira em Abidjan que veio em busca de "mais informações" para o seu dossiê contra o ex-presidente da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, que está sendo julgado em Haia, sob suspeita de crimes contra a humanidade.
Após uma reunião com o ministro marfinense da Justiça, Gnenema Coulibaly, a Sra. Bensouda disse em uma conferência de imprensa que está na Costa do Marfim para uma "missão técnica" projetada especialmente para atender aqueles que "assistem" o TPI para "obter mais informações" do caso Gbagbo.
De acordo com uma fonte do Ministério, a promotora deve permanecer no país por alguns dias. Os juízes da Corte pediram em junho ao Ministério Público para fornecer informações ou provas adicionais antes de se decidir uma possível ação judicial contra o ex-chefe de Estado. Preso em Haia, no final de 2011, Gbagbo é suspeito de crimes contra a humanidade cometidos durante a crise pós-eleitoral de 2010-2011, que matou cerca de 3.000 pessoas. O Tribunal Penal Internacional também emitiu em 2012 uma ordem de prisão contra a ex-Primeira Dama Simone Gbagbo, também suspeita de crimes contra a humanidade e detida na Costa do Marfim. O governo da Costa do Marfim não respondeu oficialmente a esse pedido. "Nós informamos as autoridades da Costa do Marfim que gostaríamos que a Sra. Gbagbo fosse transferida para o Tribunal Penal Internacional e trabalhamos com as autoridades da Costa do Marfim sobre esta questão ", disse Bensouda. A promotora do TPI, disse também não isentar o ataque ao campo por Gbagbo na Costa do Marfim, também reiterou que o Tribunal iria investigar "Todos os lados." "Nós iremos conduzir o Sr. Gbagbo para os juízes, este é o primeiro caso no TPI, e não é o último ", assegurou. Em termo de responsabilidade do presidente Alassane Ouattara, até agora, tem sido alvo do TPI, perante os crimes graves que foram atribuídos às forças pró-Ouattara durante a última crise.

Por: eak-tmo/aub

fonte: abidjan.net

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Testemunhos dos líderes sobre Nelson Mandela.

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É certo que Nelson Mandela muito tem a ensinar aos líderes do mundo. 

Lideres-Mandela-PortugalAlguns tiveram oportunidade de privar com ele, de testemunhar o misto de sensações que todos referem como tendo sentido ao estarem com ele. Mas o que pensam dele? O que mais os marca e destacam? Como vêem este grande líder? 

Nas suas próprias palavras, Mandela chama a atenção dos líderes e incita-os a trabalhar para mudar o mundo: "Ação sem visão é apenas uma perda de tempo; visão sem ação é meramente um sonho; mas visão com ação tem o poder para mudar o mundo."

Veja o que têm a dizer sobre Nelson Mandela.


Armenio RegoMandela costuma ser representado como o “santo secular”. A denominação (que o próprio não se tem cansado de reputar como indevida) faz jus a uma vida corajosamente dedicada a uma causa: a remoção do apartheid e o respeito pela dignidade de todos os seres humanos. Quase três dezenas de anos na prisão não deixaram Mandela vencer-se por sentimentos de vingança para com os “inimigos”. Em liberdade, como Presidente do seu país ou como figura inspiradora, evitou que o revanchismo imperasse e criou condições para a reconciliação nacional. Importa compreender as razoes explicativas do seu legado e do seu exemplo como líder. A descrição que seguidamente apresentarei não conseguira descrever a magnitude da sua influência – apenas pretende suscitar a reflexão sobre o que se pode aprender com a liderança desta figura impar. (Continue a ler o testemunho de Arménio Rego)
Arménio Rego, Professor na Universidade de Aveiro, consultor, formador e coach at Organizações diversas
 
 

Artur-Santos-SilvaA 18 de Julho de 1918 nasce Nelson Mandela, aquele que, como diz o seu biógrafo Richard Stengel, será muito possivelmente hoje o último herói puro no planeta. Nelson Mandela dedica toda a sua vida, incluindo 27 anos em reclusão, muitos deles em circunstâncias inumanas, na procura de uma transição pacífica para uma África do Sul livre, justa e democrática.
A Fundação Calouste Gulbenkian partilha inúmeros destes valores, visando com a sua intervenção independente a existência de uma sociedade mais humana, que efetivamente ponha em prática uma aproximação entre culturas procurando, em última instância, a defesa dos direitos dos mais vulneráveis.
Todo o percurso de Nelson Mandela é inspirado na filosofia Ubuntu, conceito africano que significa: respeito, entreajuda, comunidade e confiança. Luther King, Gandhi, Desmond Tutu, Aung San Suu Ki são outros dos principais protagonistas desta filosofia de vida. 
Conscientes da importância desta forma de estar na vida, a Fundação Calouste Gulbenkian associou-se ao Instituto Padre António Vieira no sentido de difundir valores como coragem, resiliência e generosidade junto de jovens líderes de comunidades menos favorecidas, criando assim catalisadores desta filosofia Ubuntu e homenageando em paralelo quem, como Nelson Mandela, conseguiu contribuir de forma tão determinante para um mundo melhor.
Artur Santos Silva, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian


Eduardo-Catroga-EDP
Um Herói Mundial do sec XX...com influencia eterna como Gandhi!

Eduardo Catroga, Presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP





Ferreira-de-Oliveira-GALP-mandela
Muitos parabéns a Nelson Mandela neste dia do seu 95º aniversário!
Nelson Mandela é um exemplo de igualdade e justiça que ajudou a mudar o Mundo. Inspiremo-nos em Mandela, para fazermos um Mundo melhor!”
 


Joao-Bento-EFACECNelson Mandela, líder resiliente, corajoso, carismático e inspirador, incutiu nos seus seguidores a ambição por mudanças profundas na sociedade com vista à igualdade e aos mais fundamentais direitos do homem, à justiça, à educação e à paz. Mandela considera que só pode haver paixão e entusiasmo pela vida, se esta proporcionar desafios suficientemente ambiciosos. “Parece sempre impossível até estar feito” é uma das frases emblemáticas de Nelson Mandela.
No atual difícil contexto socioeconómico mundial, em que cada líder e gestor tem um papel decisivo na transformação de ameaças em oportunidades e desafios, os ideais de Nelson Mandela parecem ser ainda mais necessários e aplicáveis à gestão das organizações. Neste contexto desafiante, surpreendemo-nos com frequência com as conquistas e os feitos que, parecendo ser impossíveis, devido à grande complexidade de recursos envolvidos, as organizações e as empresas são, ainda assim, capazes de concretizar.
A visão e os valores principais de Nelson Mandela e os valores e orientações que os países e as organizações ou empresas devem seguir, assentam assim objetivamente em inúmeros fatores comuns, de que se salienta, acima de tudo, a incontornável orientação para as pessoas e para a sua valorização, nomeadamente através da educação e do seu papel decisivo para a construção de ideais mais equilibrados e mais justos e que possam ser partilhados com sucesso. Nelson Mandela afirmou a este propósito que “a educação é a arma mais poderosa do mundo”.
Releva-se de igual modo a necessidade de equilíbrio nas decisões, como outro dos aspetos fundamentais do pensamento de Mandela, povoado pelo ideal da conciliação de interesses, com forte orientação para a preponderância do trabalho conjunto com os opositores (para os transformar em parceiros), com o uso da sua própria linguagem e o recurso à argumentação com base em aspetos emocionais e éticos. Seguindo os mesmos princípios e orientações, a generalidade das empresas e das organizações deverão procurar a conciliação de expectativas e dos objetivos das suas diferentes partes interessadas.
João Bento, Presidente da EFACEC e Presidente da Direção da COTEC Portugal



João-Miranda-FrulactOs ensinamentos de Nelson Mandela não são teorias, são exemplos vivos que registamos e que a história se encarregará de imortalizar.
Permanecerá sobre todos nós a sua auréola de paz, serenidade, persistência, resiliência, diálogo, perdão, igualdade, união e amor, que influenciarão positivamente as novas gerações e os novos líderes mundiais.
“Madiba” é o líder dos líderes… e é um mentor inigualável.
João Miranda, CEO da FRULACT



Jorge-Portugal-mandelaNelson Mandela é um símbolo universal de sacrifício e de conquista. Sacrifício da liberdade em nome da liberdade. De conquista da verdade e da reconciliação de uma nação. Um Homem que, pela sua vontade e humildade, superou o mito. Um líder que, na sua essência, serviu o seu povo. Qualquer que seja o futuro da nação arco-íris, Madiba será lembrado como aquele que sonhou o sonho e tornou, para todos, o sonho realidade.
Jorge Portugal, Assessor do Presidente da República para a Inovação
 
 
 
Jorge-Tome-BanifIn 2007, when a bronze sculpture of Nelson Mandela was unveiled in the British Parliament square, taking its place besides the likes of Sir Winston Churchill and Abraham Lincoln, a frail and old Mandela stated: "We never dreamed we would all be here today. Though this statue is of one man, it should in actual fact symbolise all those who have resisted oppression, especially in my country."
In a nutshell, this simple statement reveals the extraordinary leader Mandela was: one who never lost hope in the face of despair and extreme suffering and humiliation; a Man who when released and elected as the first black President of South Africa never sought revenge or entertained hatred. Instead he had another dream - a dream of an all-inclusive nation, where all people, be they black, white, coloured or indian, were treated with equal respect. The rainbow nation!!!
I make Gordon Brown's words my own when he said: "suffering in the case of freedom will never be in vain. No matter how long the night of oppression, the morning of liberty will break through."
Jorge Tomé, Presidente Executivo do Banif



Jose-LamengoConheci Nelson Mandela pouco depois da sua saída da prisão. Em Outubro de 1993, fui um dos organizadores da sua visita a Portugal. Visitei-o depois na sua qualidade de Presidente da República da África do Sul.
Mandela abriu uma janela de esperança na África do Sul: de esperança na cidadania igual, na reconciliação, num futuro de maior justiça. E também uma janela de esperança em todo o continente africano: de esperança na boa governação, na transparência das instituições, numa cultura de tolerância e de diálogo.
Foi muito mais do que um político sul-africano. E até mais do que um político de África e do mundo. É uma figura moral, que liderou pelo exemplo. Celebrar este seu aniversário é celebrar a esperança num mundo melhor.
José Lamego, Advogado e Professor na Faculdade de Direito de Lisboa



Mira-AmaralNelson Mandela é um exemplo para todos nós pela resistência ao longo cativeiro e maus tratos que suportou, o que ainda mais realça a sua atitude de liderança exemplar e de moderação na transição democrática na África do Sul com a supressão do apartheid.
O Mundo e a África do Sul muito ficam a dever a esta grande figura símbolo da resistência ao apartheid e depois de grande moderação na hora da vitória do ANC.
Luís Mira Amaral, Presidente Executivo do Banco BIC Português



Luis-Pais-Correia-DalkNelson Mandela foi e será sempre uma figura inspiradora para mim. Da perseverança que lhe permitiu resistir durante anos na cadeia sem nunca perder a Visão do que era realmente importante, até aos pequenos gestos que contribuíram para criar uma nova nação, como o seu apoio à equipa de râguebi da África do Sul no campeonato do mundo de 1995, previamente um símbolo da diferença racial, todos os seus gestos e ações são marcas de um grande líder. Acho que bastaria que cada um de nós se colocasse a questão “O que teria feito Mandela perante esta situação?...” para que as nossas ações fossem mais positivas e criadoras de valor(es). Como alguém disse, a única coisa mais forte do que o medo é a Esperança. Mandela ensinou-nos a ter Esperança e isso, por si só, é um legado imortal.
Luís Pais Correia, CEO NAMEA (North Atlantic, Middle East, Asia-Pacific) da Dalkia International



Luis-Portela-BialJamais poderei esquecer o olhar sereno de Nelson Mandela nos momentos que se seguiram à sua saída da cadeia, após cerca de um quarto de século enclausurado apenas por defender a igualdade para os homens e as mulheres com a sua cor de pele: o negro.
Mas também foi marcante, nos meses seguintes, o discurso contemporizador que utilizou, incitando todos os sul-africanos à convivência pacífica e mostrando um invulgar discernimento e uma enorme capacidade de luta por um objetivo superior e superiorizante.
Depois, como Chefe de Estado, Mandela implementou um sistema de convívio que contrariava frontalmente os hábitos e as leis até aí seguidos pela África do Sul, conseguindo conquistar brancos, negros e mestiços para uma saudável convivência entre todos. E governou com sabedoria, quer no plano interno, quer no plano internacional.
Com os seus índices de popularidade teria sido fácil ficar longos anos agarrado ao poder, como tantas vezes acontece em África e até noutros continentes. Mas soube retirar-se em tempo, passando a levar uma vida simples e tranquila.
Em Longo Caminho para a Liberdade, Mandela escreveu: “Eu não nasci com fome de liberdade. Nasci livre – livre de todas as formas minhas conhecidas”. E assim se manteve ao longo de toda a sua existência, que se tornou um grande exemplo para a Humanidade.
Luís Portela, Presidente de BIAL

 
Luis-Paulo-SalvadoOcasionalmente, a humanidade é bafejada por alguém assim. Qual pequena centelha de luz, inicialmente muito discreta, mas que rapidamente, pela sua força interior, evolui para um enorme sol radioso, que a todos ilumina, inspira e aquece! Mandela é e será o cidadão do nosso futuro, o nosso “guia” para uma nova civilização, uma nova forma de estarmos e de nos relacionarmos uns com os outros. Obrigado Nelson Mandela!
Luis Paulo Salvado, CEO da Novabase



Pedro-Reis-AICEPLiderando toda uma vida pelo exemplo, no combate ativo e empenhado pelos valores mais nobres, não só de um País mas de toda a Humanidade, Nelson Mandela, Pai que uniu e reconciliou toda uma Nação, é um símbolo mundial de Coragem, de Vontade, de Paz e de Justiça e, como todos os Grandes da História que são muito poucos, a sua memória e o seu legado são eternos e continuarão as inspirar as gerações vindouras.
Pedro Reis, Presidente da AICEP



Pedro-Soares-SantosNelson Mandela é, como muito poucos o foram e são, a prova viva de que a verdadeira liderança nasce da força interior e da capacidade de um Homem superar as suas circunstâncias. A sua vida será sempre um exemplo inspirador de Humanidade, Visão e Resistência, em nome de um Bem maior."
Pedro Soares dos Santos, Administrador delegado da Jerónimo Martins
 
fonte: portaldaliderança

Angola - Escândalo Kangamba: Parlamento deve investigar e responsabilizar - Mãos Livres.

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Manuel José – Voz da América
 
Organização apela à oposição para interpelar a Assembleia Nacional. Diz que vai enviar cartas ao parlamento e presidência.
A Associação Mãos Livres quer explicações urgentes do Parlamento angolano, sobre o escândalo Bento Kangamba.

O dirigente do MPLA é indicado como destinatário de cerca de três milhões de Euros apreendidos em França, onde a policia local deteve oito indivíduos suspeitos de crimes de branqueamento de capitais, corrupção e associação de malfeitores, entre os quais Carlos Silva funcionário de Bento Kangamba e José Francisco "Kamanguista" que confessou ser amigo pessoal de Kangamba.

O advogado e presidente da Associação Mãos Livres, Salvador Freire,  assegura que ainda esta semana vão remeter uma carta ao Parlamento angolano, a exigir esclarecimentos,  sobre este caso.

Para a associação Mãos Livres, pela gravidade do assunto, urge a necessidade dos partidos políticos da oposição questionarem o executivono parlamento , para que os culpados sejam responsabilizados.

"A associação Maos Livres, como a sociedade angolana e os partidos políticos da oposição devem levar esta questão junto do parlamento e exigir da Assembleia Nacional a investigação necessária e depois responsabilizar Bento Kangamba," disse o presidente desta organização.

Salvador Freire diz que vão ser também endereçadas cartas a outros órgãos de poder de Angola.

"Dentro de pouco tempo vamos escrever para o presidente da república, para o ministro das Relações Exteriores e para a Assembleia Nacional, para pedir explicações,” disse.

“Os angolanos precisam de explicações já e urgentes," acrescentou.

As autoridades angolanas continuam a manter o silêncio total sobre a questão.

O Presidente Eduardo dos Santos que se encontra em Barcelona, Espanha, há várias semanas, convocou Kangamba para uma reunião após o escândalo ter sido noticiado mass desconhece-se pormenores do mesmo.

Dos Santos não fez qualquer comentário sobre a questão ou emitiu qualquer comunicado.

O Presidente tem laços familiares com Kangamba que é acusado com uma sobrinha do presidente que trabalha na presidência.

O dinheiro apreendido era proveniente de Portugal e o Presidente da associação Mãos Livres, Salvador Freire considera Portugal como o centro de toda lavagem de dinheiro dos dirigentes angolanos.

"Portugal tem sido a lavandaria destes actos de corrupção envolvendo figuras de proa, ligadas ao presidente da república," disse

"Isto mancha o nome de Angola e dos angolanos no estrangeiro, sobretudo nesta altura em que a corrupção está no topo da pirâmide de desenvolvimento, de varias figuras angolanas.,” disse.

“Bento Kangamba não 'e o único caso, há outros elementos envolvidos em casos de corrupção que evidentemente devem ser responsabilizados," acrescentou

Para a associação Maos Livres, pela gravidade do assunto, urge a necessidade dos partidos políticos da oposição questionarem o executivono parlamento , para que os culpados sejam responsabilizados.

"A associação Maos Livres, como a sociedade angolana e os partidos políticos da oposição devem levar esta questão junto do parlamento e exigir da Assembleia Nacional a investigação necessária e depois responsabilizar Bento Kangamba," disse o presidente desta organização

Freire diz não perceber como tanto dinheiro existe, pra sair ilegalmente do país e enquanto internamente falta quase tudo e as pessoas morrem de fome e por falta de medicamentos.

"Enquanto aqui em Angola cidadãos morrem por falta de comida, por falta de Aspirina, por falta de água potável, por diversas doenças, alguns angolanos ligados ao presidente da república, José Eduardo dos Santos infelizmente praticam actos de corrupção, branqueamento de capitais, fuga de valores do nosso país, para o estrangeiro," disse.

fonte: Página Global



Manuel José – Voz da 

Aniversário de Mandela comemorado em todo o mundo.

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Nelson Mandela saúda a assistência de um concerto contra a pobreza em julho de 2005 em Joanesburgo
Nelson Mandela saúda a assistência de um concerto contra a pobreza em julho de 2005 em Joanesburgo.


O Prémio Nobel da Paz completa 95 anos e a ONU apela a todos para dedicarem hoje 67 minutos a uma boa ação, em memória dos 67 anos de militância cívica de Nelson Mandela.

Coros infantis, uma subida ao Kilimanjaro e bandeiras na Volta à França são algumas das ações organizadas para assinalar hoje o 95.º aniversário do líder histórico sul-africano Nelson Mandela, que continua hospitalizado em Pretória em estado crítico.
As Nações Unidas declararam em 2010 o dia 18 de julho como o "Mandela Day" e, nesta data, a organização apela a todos os cidadãos para que façam uma boa ação em honra do antigo Presidente sul-africano e consagrem simbolicamente 67 minutos à memória dos 67 anos de militância política e pela paz de Nelson Mandela.
As Nações Unidas realizam, em Nova Iorque, um reunião informal da sua assembleia geral que terá como oradores o ex-Presidente norte-americano Bill Clinton, o reverendo Jesse Jackson, o ator e ativista Harry Belafonte e Andrew Mlangeni, 87 anos, amigo próximo de Mandela e que com ele esteve preso.
Elementos da missão sul-africana na ONU e do consulado da África do Sul em Nova Iorque irão ainda ajudar a reconstruir casas destruídas em outubro pelo furacão Sandy e distribuirão fruta e postais comemorativos do Dia Internacional Nelson Mandela numa das principais avenidas da cidade.

Crianças cantam os parabéns a Madiba


Na África do Sul, um coro de milhares de crianças sul-africanas cantará os parabéns a Nelson Mandela logo pela manhã.
Pintura de escolas, oferta de roupas aos mais pobres, limpeza de sepulturas dos veteranos da luta antiapartheid, conferências e debates são outras atividades previstas para assinalar o dia de aniversário do Prémio Nobel da Paz.
Segundo uma sondagem divulgada na quarta-feira, 89 por cento dos jovens sul-africanos afirmaram que planeiam participar nas iniciativas.
As autoridades sul-africanas, nomeadamente o Presidente Jacob Zuma, programaram igualmente um conjunto de iniciativas oficiais, que incluem a inauguração de uma ponte e escolas.
Zuma, que está em campanha para as eleições de 2014, deverá ainda presidir a uma cerimónia de entrega de casas em Pretória.
As autoridades escolheram também o dia de aniversário do ícone da democracia sul-africana para entregar os primeiros cartões de identificação biométricos, que serão entregues aos veteranos da luta anti-apartheid, nomeadamente o arcebispo Desmond Tutu ou Ahmed Kathrada, amigo de Mandela que passou 26 anos com ele na cadeia.

Megaconcerto de música africana em Melborne


Fora da África do Sul, várias celebridades, como o magnata britânico Richard Branson, prometeram envolver-se nas iniciativas "e dar 67 minutos para tornar o mundo melhor".
Richard Branson oferecerá uma sessão de formação profissional a jovens empreendedores.
Cerca de uma vintena de cidades norte-americanas promovem vários eventos. Em Melborne, na Austrália, realizar-se-á um megaconcerto de música africana, enquanto um festival de música programado para breve na Noruega deverá ser dedicado a Mandela.
Em Manila, 50 crianças abandonadas vão visitar um estúdio de televisão e assistir à atuação de artistas locais.
Enquanto o mundo celebra o 95.º aniversário de Nelson Mandela, o primeiro presidente negro da África do Sul continua internado numa clínica privada em Pretória e o seu estado continua a ser considerado crítico, apesar das declarações de otimismo, nomeadamente do ex-presidente Thabo Mbeki.
Thabo Mbeki deu a entender, em declarações recentes, que a saída de Nelson Mandela do hospital poderia estar próxima, mas a presidência sul-africana reafirmou na terça-feira que não se registaram mudanças no estado de saúde de "Madiba", como é conhecido na África do Sul.
Nelson Mandela mantém-se em estado "crítico, mas estável" desde 27 de junho, respira com a ajuda de uma máquina e continua a comunicar com o olhar com a sua família, referiu a presidência.
Hospitalizado há mês e meio, Mandela sofre de uma infeção pulmonar recorrente, uma sequela dos 27 anos de prisão.
Nascido a 18 de julho de 1918, Nelson Rolihlahla Mandela foi eleito em 1994 o primeiro presidente negro da África do Sul, depois de décadas de luta contra o regime segregacionista da minoria branca que governou a África do Sul.
Herói da luta antiapartheid, liderou com o último presidente imposto pela minoria branca, Frederik de Klerk, uma transição para a democracia baseada na reconciliação nacional, o que lhe valeu a atribuição do prémio Nobel da Paz em 1993.

fonte: expresso.pt


O perigo ronda o Brasil e alguma medida tem que ser tomada antes que seja demasiado tarde...

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Nus, manifestantes tiram foto na Câmara de Porto Alegre. 

Em uma imagem que circula nas redes sociais, 22 pessoas aparecem nuas dentro do prédio da

 Câmara

Segundo um dos manifestantes, o movimento é "libertário" e não é possível repudiar ou repreender a atitude Foto: Reprodução
Segundo um dos manifestantes, o movimento é "libertário" e não é possível repudiar ou repreender a atitude
Foto Reprodução
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fonte: terra.com.br

Vamos terminar com a morte de homossexuais em Camarões.

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Se nada for feito, as autoridades serão culpadas de transformar o Camarões em um país de selvagens.

Un homosexuel camerounais © Amnesty International

Nos últimos anos, o Camarões tornou-se famoso, em ser um dos países africanos muito perigoso para se sair a noite, se você é gay. Entre prisões arbitrárias, acusações falsas, ameaças de qualquer espécie e prisão como uma vingança, os ativistas gays e LGBT arriscam suas vidas todos os dias.

É neste contexto que o jornalista e ativista gay Eric Lembembe foi encontrado morto em sua casa em Yaounde, capital dos Camarões, em 15 de julho de 2013.

Assassinato macabro

De acordo com a ONG Human Rights Watch, amigos de Eric Lembembe que dirigem uma associação de combate contra a AIDS, o encontraram sem vida, depois de tentar, sem sucesso, durante dois dias para chegar ao telefone.

"O jovem tinha o pescoço e pé quebrado, com as mãos e os pés que foram queimados com ferro", reportou HRW, citando um amigo que descobriu o corpo.

"Nós não sabemos quem matou Eric Lembembe ou por que ele foi morto, mas uma coisa é clara: o fracasso total das autoridades dos Camarões em seu dever de coibir a violência homofóbica é um incentivo para que os autores se sintam estar seguros de impunidade ", disse Neela Ghoshal, da Human Rights Watch.

Na verdade, Eric Lembembe se tornou um dos militantes mais ativos e mais ainda para os direitos gays em Camarões. Assim, ele trabalhou com o Human Rights Watch e outras organizações locais de defesa lésbicas, bi, gay e transexuais fazendo um relatório sobre o número de prisões de homossexuais em Camarões.

Violência renovada

Este relatório, quando foi publicado em março 2013 causou um ressurgimento da homofobia no país, com ameaças de morte óbvias.

Portanto, não é surpreendente que em muitos locais, no país, consideram a morte de Eric Lembembe como um crime homofóbico. Há pouco mais de um mês, em 26 de junho, na sede da ONG Alternativas-Camarões, uma organização que defende os direitos dos homossexuais, com base em Douala (capital econômico) que foi incendiado.

Uma dezena de dias passadas, o escritório do advogado Michel, que defende pessoas no tribunal ", acusados ​​de homossexualismo" foi destruído. Seu colega, professor Alice Nkom, outro defensor de gays, recebeu ameaças de morte por mensagem de texto.

No entanto, nada foi feito. As autoridades ainda não começaram qualquer investigação. As pessoas têm visto tudo isso, assim como quaisquer outras sentenças arbitrárias que foram impostas há mais de cinco anos, com alguma indiferença. Em Camarões, o ódio, a ignorância e a intolerância foram erguidas em regra de conduta. Incidentes em discursos homofóbicos tornaram-se comuns no maior desprezo pelos direitos humanos.

O silêncio dos culpados

No entanto, a morte de Eric Lembembe é um ato homofóbico também. Paul Biya, presidente de Camarões deve quebrar o silêncio, senão será considerado responsável (e culpado) do que está sendo cada vez mais parecido com a barbárie. Paul Biya deve quebrar o silêncio e exigir que os autores deste crime sejam presos e punidos.

Este é o sintido da petição lançado por All Out. Este é o sentido da condenação internacional em todas as direções, incluindo os Estados Unidos, que exigem das autoridades a abertura de uma investigação.

As autoridades de Camarões não querem suprimir o artigo 347 bis do Código Penal, que condena a cinco anos de prisão relações entre pessoas do mesmo sexo, ou! Os ativistas, dizem que vão levar a luta até o fim. Mais que elas contribuem, com o seu silêncio, a "homofobia Estatal", como apontou um relatório da Anistia Internacional (publicado em 25 de junho), isso é inaceitável.

Que as pessoas, eles mesmas não dizem nada (e muitas vezes envolvidas) contra o que começa a parecer uma verdadeira matança gays em Camarões, é o suficiente para se saber se o país está se tornando um país sem rumo.

Por: Raoul Mbog

fonte: slateafrique.com



Brasil - Rio de Janeiro: Protesto no Leblon, começa pacífico e termina com confusão.

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Acesse o Link e acompanha o desenrolar dos acontecimentos:

A bandidagem toma conta da cidade...

Uma espécie de barricada foi montada nas ruas do Leblon em protestos nesta quarta-feira (17). (Foto: Gabriel Barreira /G1)

fonte: globo.com

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