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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

sábado, 26 de dezembro de 2015

Brasil: A cabeça de Moro(o juiz de caneta de tinta indelevel!), capítulo III: De 2013 até hoje.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O mundo discreto do Juiz Sergio Fernando Moro começou a virar pelo avesso em 11 de julho de 2013, quando ele, instalado em seu gabinete em Curitiba, autorizou a polícia federal a fazer “escuta telefônica e telemática” contra um obscuro doleiro.
Sérgio Moro durante evento realizado pela revista The Economist no Hotel Grand Hyatt em São Paulo
Moro acha que, em geral, os magistrados não gostam de colegas que falam demais fora dos autos. Mas, nem por isso, ele fala apenas nos autos. Já se envolveu em movimento contra a corrupção no Paraná e, recentemente, propôs um projeto de lei prevendo a execução da pena após confirmação da sentença em segunda instância.(Vanessa Carvalho/Folhapress) 

Moro chegou ao terceiro momento da carreira naquela quinta-feira, 11 de julho de 2013, em que autorizou a escuta contra o doleiro Alberto Yousseff. Dali em diante, apesar do desmembramento das denúncias na Lava-Jato, suas sentenças ficaram bem mais extensas - em média, 31 páginas, contra doze anteriormente - e sua indignação cresceu. As sentenças viraram como que tribunas. Passaram a distribuir recados e explicações sobre as controvérsias mais agudas a respeito de sua atuação: delação premiada, prisão preventiva, artigo publicado em jornal ou até mesmo um discurso que fez ao receber um prêmio do jornal O Globo. A defesa de um réu deturpara seu discurso ao afirmar que, ao falar, havia antecipado seu voto. Na sentença, de agosto passado, Moro se dá ao trabalho de corrigir: "Explicitamente, afirmei na ocasião que julgaria segundo a lei e as provas do processo, resguardando o direito dos acusados". 

Além da delação premiada, o aspecto mais controvertido de sua atuação é, sem dúvida, a decretação de prisões preventivas. Advogados acusam-no de carcereiro. Até dois ministros do Supremo Tribunal Federal, Celso de Mello e Marco Aurélio Mello, chegaram a escrever artigos em que condenam a sucessão de prisões preventivas. Moro se defende, sentença após sentença, usando o copia e cola de um trecho em que diz o seguinte: "Se a corrupção é sistêmica e profunda, impõe-se a prisão preventiva para debelá-la, sob pena de agravamento progressivo do quadro criminoso". O fato é que o ano termina com o grosso de suas prisões preventivas ratificado nas instâncias superiores da Justiça. 

As mais poderosas bancas de advogados têm lutado com fervor e verve contra Moro. No país da impunidade, os advogados chegam a falar de "ciclo de punitivismo". Acusam-no de ser parcial. De fazer "pedaladas jurídicas". De prender suspeitos para arrancar delações. De odiar os advogados, ele que é casado com uma advogada. Com ironia, um deles diz que os julgamentos de Moro têm uma base jurídica toda própria, o "Código de Processo Penal de Curitiba". Mas, apesar das críticas, de cada 100 recursos impetrados por advogados de acusados na Lava-­Jato contra decisões de Moro, 97 têm sido derrotados. É um placar brutal. 

Aos que o acusam de concentrar culpas nos empreiteiros, aliviando a barra dos agentes públicos, Moro rebate lembrando as preventivas que decretou contra ex-diretores da Petrobras e ex-deputados. No mesmo contexto, ao falar do papel do Estado na economia, sustenta: "A responsabilização de agentes públicos ou privados culpados por corrupção favorece tanto o Estado como o mercado, sem nenhuma distinção". 

A responsabilidade dos empresários, diz Moro, está demonstrada "com muita singeleza". No caso da Mendes Júnior, por exemplo, a empreiteira alegou que não corrompeu ninguém e só pagou propina porque foi extorquida. Moro não deixou passar: "Quem é extorquido procura a polícia, e não o mundo das sombras". Lembrou que, mesmo depois da saída da Petrobras do agente público que estaria extorquindo, a empresa continuou pagando-lhe as parcelas que faltavam da propina. De novo, Moro cravou: "Quem é vítima de extorsão não honra compromissos de pagamento com o algoz". Por fim, transcreveu trecho do interrogatório do empresário Julio Camargo, que fez delação premiada. Indagado por que nenhum empreiteiro denunciou a extorsão, Camargo respondeu: 

- Ah, doutor, porque na verdade o mercado em geral estava contente, satisfeito com aquilo que estava acontecendo. (...) Então, vai denunciar para quê? 

Foi essa a explicação que Moro considerou ter sido dada "com muita singeleza". 

Apesar das frequentes menções de Moro à Operação Mãos Limpas, faxina anticorrupção da Itália nos anos 90, a fonte mais farta de sua inspiração jurídica é a Justiça americana. Nela, admira sobretudo a eficácia: julga, condena e prende. Ou absolve. Sem delongas, preliminares infindáveis, cascatas de recursos. Nas palestras, Moro gosta de lembrar que nos EUA de 80% a 90% dos casos penais terminam em acordo. O acusado, ciente de que há prova pujante contra si, assume que é culpado em troca de pena menor. Isso evita o custo do processo e dá agilidade à Justiça. 

Foi na Justiça americana que Moro buscou um instituto que, na Lava-Jato, pode acabar colocando gente graúda na cadeia: a "cegueira deliberada". No direito americano, a doutrina, conhecida por willful blindness, foi criada pela Suprema Corte. Refere-se a quem se comporta como um avestruz, enterrando a cabeça para, propositadamente, não enxergar um crime - e dele tirar algum proveito. Em setembro passado, Moro condenou réus da Lava-Jato que concordaram em fazer transações financeiras em nome de empreiteiras da Petrobras, tendo preferido não conhecer a origem do dinheiro. Como a doutrina da "cegueira deliberada" é uma inovação no direito brasileiro, advogados de defesa protestaram ruidosamente. Em outubro, Moro condenou o assessor de um deputado que emprestou sua conta bancária ao parlamentar. Entendeu que o funcionário escolhera fechar os olhos à evidência de que o deputado estava metido em roubalheiras, dado que ninguém pede a conta bancária de outros apenas para mudar de rotina. 

Nos casos de lavagem de dinheiro, Moro já calçou várias condenações numa decisão tomada em 2001 pela corte de apelações dos estados da Geórgia, Flórida e Alabama. Nela, os juízes americanos condenaram o réu por lavagem de dinheiro diante da prova de que seu cliente era um narcotraficante. Entenderam que essa prova era suficiente para concluir que as transações do réu com seu cliente envolviam bens contaminados pelo crime. A Justiça espanhola também tomou decisões semelhantes. Moro bebeu na fonte americana e na espanhola. Fica claro que ele se empenha na condenação do réu quando está convencido da culpa. Nem sempre consegue, como admitiu recentemente: "Já absolvi pessoas que no meu íntimo considerava culpadas". 

Moro acha que, em geral, os magistrados não gostam de colegas que falam demais fora dos autos. Chamam esse desvio de comportamento de "gilmarismo", numa referência ao falante ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Mas, nem por isso, Moro fala apenas nos autos. Já se envolveu em movimento contra a corrupção no Paraná e, recentemente, propôs um projeto de lei, em tramitação no Senado, prevendo a execução da pena após confirmação da sentença em segunda instância. Hoje, o condenado só começa a cumprir pena depois que a sentença percorreu todas as instâncias possíveis, o que quase sempre leva anos. Com isso, Moro acha que o Brasil poderá evitar que a Lava-­Jato resulte na frustração da Operação Mãos Limpas na Itália, que derrubou as duas principais legendas, a Democracia Cristã e o Partido Socialista, mas acabou abrindo lugar à ascensão de um fanfarrão como Silvio Berlusconi, graduado nas mesmas negociatas que a faxina pretendeu varrer. Isso aconteceu, na opinião de Moro, porque a Itália, entre outras coisas, não reformou seu sistema processual, que, como o brasileiro, admite recursos a perder de vista. 

Outra modalidade do ativismo de Moro é pregar para não convertidos. Em agosto, ele fez palestra no Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, o IBCCrim, entidade que condena fortemente os métodos de Moro. O juiz falou, colheu uns bons aplausos e ainda rendeu uma piada de aliados: "Eles são do IBCCrim, o Moro é do IBCCrau". Mas, mesmo nos autos, Moro não deixa de promover aquilo em que acredita. Em agosto de 2008, até despachou cópia de sua sentença para uma CPI que, em Brasília, discutia interceptações telefônicas. Como a sentença tratava do mesmo assunto, Moro queria fazer sua visão chegar aos parlamentares, como, aliás, deveria ser prática de todos os juízes. Moro defende a ideia de que a duração de um grampo telefônico não deve ser previamente delimitada por lei. Na sentença que enviou para Brasília, dizia que autorizara a interceptação telefônica de criminosos durante um ano inteiro e o trabalho rendera ótimos frutos: doze apreensões de drogas e armas, além de provas do crime. 

Em sua tese de pós-graduação, convertida em livro em 2004, Moro não esconde que é mais favorável ao ativismo judicial do que à autocontenção. Tem predileção pelos juízes que usam sua interpretação da Constituição para "exercer relevante papel no rompimento de inércias incompatíveis com o ideal democrático". Por isso, é um admirador do juiz Earl Warren, que considera "o maior presidente da Suprema Corte americana do século XX". Ou seja: Moro prefere os juízes que se comportam como defensores ativos dos princípios da democracia. Que agem imbuídos de uma missão. Já escreveu, para espanto de juristas mais conservadores, que faltam à magistratura brasileira "interpretações judiciais criativas". Nos EUA, sua visão do papel do juiz o colocaria ao lado dos magistrados democratas, em franca oposição aos republicanos, que são visceralmente contrários ao ativismo jurídico. 

O zelo de Moro pela democracia parece ter sido reforçado na Lava-Jato, mas não surgiu aí. Vem de antes. Em três de seus livros, o juiz mostra-se preocupado com a construção do regime democrático e com o combate ao crime, sobretudo o do colarinho-branco, que interfere no processo eleitoral. Em sentença ainda sobre o caso Banestado, censurou severamente um grupo de empresários que fraudara empréstimos de 7,3 milhões de reais junto ao banco para jogar a dinheirama na campanha eleitoral de 1998. A certa altura, Moro escreveu: "Tal fato é extremamente reprovável, considerando os males causados pela criação e manutenção de esquemas paralelos de doações eleitorais em um regime democrático e que levam à distorção do sistema de eleições livres". 

Moro é um juiz atento à corrupção, à ética na vida pública, à qualidade dos homens públicos brasileiros. Impressiona-se, sobretudo, com a incrível resistência dos políticos que enfrentam marés de lama sem abandonar a carreira nem perder o mandato. Em uma de suas sentenças mais longas, de 245 páginas, na qual condenou o ex-tesoureiro do PT João Vaccari, Moro escreveu que considera o enriquecimento ilícito dos agentes públicos um crime menos grave do que a contaminação da política pelo crime. Na decisão em que pediu a prisão preventiva de José Carlos Bumlai, o empresário amigo do ex-presidente Lula, Moro reforçou essa visão: "O mundo da política e o do crime não deveriam jamais se misturar". Nessa sentença, num sinal de que está cada vez mais à vontade em seu ofício e com clareza de objetivos, Moro ainda se permitiu uma ironia. Como Bumlai anda por aí dizendo que fala em nome de Lula, Moro escreveu que a prisão preventiva do empresário pretendia, entre outros motivos, "estancar o potencial de danos à reputação do ex-­presidente". É impossível, já diz o ditado popular, decifrar a cabeça de um juiz. Mas, no caso de Moro, quem esperar moleza certamente vai quebrar a cara.

Veja.com.br



sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Rússia: Fim do ano e detalhes - leia é interessante, faz parte da nossa vida.

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Imagem: http://www.vejaja.net

João Bosco Leal*

Mas, na realidade, a única mudança real que ocorre entre o dia 31 de dezembro de um a no e o primeiro dia de janeiro de outro, é de uma mudança na data do calendário, como qualquer outra de todos os 365 dias do ano que passou ou do que se inicia. 

Assim, nada mais lógico do que imaginar que todas essas felicitações e promessas poderiam ter sido feitas em qualquer um desses dias, mas, normalmente, não o fazemos. Todos os dias, de todos os anos, deixamos de fazer declarações de bem querer, amizade, amor a pessoas próximas, parentes, ascendentes ou descendentes e essas declarações poderiam ter mudado algo na vida delas ou nas nossas, em nosso relacionamento com as mesmas. 

Na viagem da vida de cada um, existe a opção de ser o passageiro ou o maquinista do trem, que parará em muitas estações. Pessoas descerão, outras subirão, mas o maquinista continuará sendo o mesmo.
Em cada uma destas estações, teremos a oportunidade de conhecer novas pessoas e de nos despedirmos de outras, mas o maquinista provavelmente nem será visto, continuará sendo um desconhecido. 

Entretanto, é este desconhecido que conduz todos os viajantes daquele trem. Ele pode acelerar mais ou menos, passar lentamente por locais onde existem belas paisagens, permitindo que sejam mais bem admiradas ou passar neste local em uma velocidade que praticamente nada poderá ser visto. 

Como passageiro, você poderá se assustar nas curvas onde, da janela, só verá um precipício a seu lado, sem poder imaginar o que está por vir, se outra curva, uma reta ou até um descarrilamento. O maquinista, porém, tem outra visão. Enxerga onde pode acelerar mais ou menos, quando deve diminuir a velocidade ou mesmo frear repentinamente e quando se aproxima a próxima estação onde parará. 

Se alguém estiver sentado ao seu lado poderá até conversar com ele, se apresentar, puxar assunto, mas na próxima estação, dele provavelmente se despedirá e nunca mais o verá. A viagem da vida também é como esta, só de ida, uma vez que - a não ser que tome novamente o mesmo tem e no mesmo trajeto -, você jamais voltará a ver aquela estação. 

Perceberá, durante sua viajem, que deve mesmo se despedir das pessoas e dos locais por onde passa, pois só são parte daquele momento e já não farão parte do trecho posterior, não se encaixarão mais em nossas vidas. 

Aproveite ao máximo cada pedaço da viagem, cada paisagem, diferença de tons, aroma, gota de chuva, alimento e cada inalação de ar puro. Tudo isso jamais se repetirá da mesma forma. 

Assim, quando chegar à estação onde deverá descer, poderá nela desembarcar tranquilo, descansado e, senão com todos, com pelo menos a maioria dos seus sonhos realizados. 

Uma mesma estrada sempre será diferente do dia anterior. Portanto, admire e usufrua de cada detalhe que a vida lhe proporciona.


*Jornalista, escritor e empresário

#pravda.ru

Guiné-Bissau: O Cancér da traição! - Amilcar Cabral na sua visão ampliada já apontava para esse facto. Havemos de aprender a desvencilhar desse mal.

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Discurso de Amilcar com muitos detalhes. Se você sabe francês acompanhe AQUI.

#ina.fr

Um Natal muito politizado na Guiné - Bissau.

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O Natal dos guineenses está ser marcado pelo frenesim político. Mesmo se se respira um ar festivo, na capital e no interior do país, no centro dos debates está a queda - ou não - do Governo do primeiro-ministro Carlos Correia.  
A Guiné -Bissau festeja o Natal, como habitualmente. No ar vive-se o tradicional ambiente festivo, mas todas as conversas, seja entre os guineenses residentes, como entre os que vivem fora do país e vieram passar a quadra festiva a Bissau, todas as conversas têm como pano do fundo a situação politica.Debate-se sobre se o Governo vai cair ou não, e que consequências poderão advir daí. A resposta só será conhecida em meados de Janeiro.
Seja como for, Bissau está com muita gente, sobretudo emigrantes, gente que veio de Portugal, do Brasil e da Inglaterra, ainda que não percebam todo o frenesim político, reconhecem algumas melhorias no país.
#rfi.fr

Papa na Missa de Natal: descobrir Jesus para viver o essencial.

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24 de dezembro – Missa da Noite de Natal na Basílica de S. Pedro neste Ano Santo da Misericórdia. Em pleno Jubileu o Papa Francisco exortou os cristãos a pararem para contemplar o Menino Jesus na oração e a terem um estilo de vida simples, equilibrado e cheio de misericórdia que não se encha de luxo, prazer e consumo.
Na sua homilia o Santo Padre começou por citar as palavras do profeta Isaías: “Multiplicaste a alegria, aumentaste o júbilo” (9, 2)! Os corações estão cheios de alegria porque a promessa realizou-se e “provém verdadeiramente de Deus”. E o “Menino Jesus é o verdadeiro consolador do coração”.
“Hoje, o Filho de Deus nasceu: tudo muda. O Salvador do mundo vem para Se tornar participante da nossa natureza humana: já não estamos sós e abandonados. A Virgem oferece-nos o seu Filho como princípio de vida nova. A verdadeira luz vem iluminar a nossa existência, muitas vezes encerrada na sombra do pecado. Hoje descobrimos de novo quem somos!”
Descobrir de novo a existência não permanecendo parados, eis o desafio do Papa Francisco: “Não nos é permitido ficar parados. Temos de ir ver o nosso Salvador, deitado numa manjedoura.”
Junto da manjedoura contemplemos o “Príncipe da Paz” e “permaneçamos em silêncio e deixemos que seja aquele Menino a falar” – afirmou o Santo Padre que sublinhou que se tomarmos Jesus nos nossos braços e “nos deixarmos abraçar por Ele, dar-nos-á a paz do coração que jamais terá fim. Este Menino ensina-nos aquilo que é verdadeiramente essencial na nossa vida.”
“Nasce na pobreza do mundo, porque, para Ele e a sua família, não há lugar na hospedaria. Encontra abrigo e protecção num estábulo e é deitado numa manjedoura para animais. E todavia, a partir deste nada, surge a luz da glória de Deus. A partir daqui, para os homens de coração simples, começa o caminho da verdadeira libertação e do resgate perene. Deste Menino, que, no seu rosto, traz gravados os traços da bondade, da misericórdia e do amor de Deus Pai, brota – em todos nós, seus discípulos, como ensina o apóstolo Paulo – a vontade de «renúncia à impiedade» e à riqueza do mundo, para vivermos «com sobriedade, justiça e piedade» (Tt 2, 12).”
Segundo o Papa Francisco “numa sociedade frequentemente embriagada de consumo e prazer, de abundância e luxo, de aparência e narcisismo”, Jesus “chama-nos a um comportamento sóbrio, isto é, simples, equilibrado, linear, capaz de individuar e viver o essencial.”
“Num mundo que demasiadas vezes é duro com o pecador e brando com o pecado, há necessidade de cultivar um forte sentido de justiça, de buscar e pôr em prática a vontade de Deus” – disse o Santo Padre na conclusão da sua homilia na Missa da Noite de Natal exortando os cristãos a terem um estilo de vida cheio de misericórdia baseado na oração:
“No seio duma cultura da indiferença, que não raramente acaba por ser cruel, o nosso estilo de vida seja, pelo contrário, cheio de piedade, empatia, compaixão, misericórdia, extraídas diariamente do poço da oração.”
(RS)
#http://pt.radiovaticana.va/

Gana exige retorno de US $ 500.000 gastos em aquisição de ônibus(autocarros).

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Um dos ônibus de marca. A aquisição dos 116 autocarros que caracterizam os líderes recente do país e custaram cerca de US $ 1 milhão.

Gana exigiu um reembolso de $ 500.000 após o seu Ministério dos Transportes gastar US $ 1 milhão para pintar mais de 100 autocarros com retratos de líderes recentes do país.

O contratante, "Smartty's Management Limited", foi solicitado a devolver o montante pago em excesso, segundo o governo.

Na quarta-feira, o ministro dos Transportes Dzifa Attivor demitiu-se na sequência de um clamor público sobre o negócio.

Gana está lutando com um grande déficit orçamentário e uma dívida pública crescente.

A marca envolvendo a pulverização dos 116 ônibus de passageiros importados e os retratos adicionados do atual presidente John Mahama, os seus três predecessores imediatos e o primeiro à cabeça do Estado de Gana, Kwame Nkrumah.

Um método de aquisição apropriado "não foi seguido e que o contrato não garantiu o valor do dinheiro gasto", disse o governo após uma revisão do procurador-geral Marietta Brew Appiah-Opong.

A oposição e ativistas anti-corrupção têm levantado preocupações sobre o montante gasto, e disseram que desta vez foi longe demais, forçando a presidência a configurar uma investigação.

Muitas pessoas pensam que o governo não está fazendo o suficiente para combater a má gestão do orçamento.

Eles querem ver as pessoas sendo cobradas por causarem a perda financeira para o Estado, acrescenta.

A renúncia da Sra Attivor é a primeira de um ministro ganense em mais de uma década e vem em meio a esforços do governo para cortar gastos, uma vez que implementa um plano de três anos do Fundo Monetário Internacional para restaurar a estabilidade fiscal.

No início desta semana, o Sr. Mahama proibio os funcionários públicos, incluindo os ministros, das viagens aéreas de primeira classe e ele suspendeu viagens não essenciais.

#africareview.com

Senegal: A China vai reabilitar a linha férrea ligando Dakar a Bamako.

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Ferroviária de Dakar

Os senegales, poderão dento de poucos anos, ir para comer no famoso hotel "Buffet de la Gare de Bamako"??, em Bamako ?? Depois de anos em marcha lenta, o estado assinou uma parceria com a gigante chinesa China Railway Construction Corporation International (CRCCI) para reconstruir completamente a linha de Dakar-Bamako. Quatro anos de trabalho são previstos, 2000 empregos poderão ser criados no Senegal.

Seis milhões de toneladas de mercadorias, dois milhões de passageiros por ano. Estes são os objectivos fixados pelo Governo do Senegal com a empresa CRCCI chinês, que venceu neste mercado gigantesco, sem licitação.

Elimane Kane Mansour, Ministro dos Transportes, recorda a necessidade de reconstruir completamente este eixo vital "A linha que queremos reabilitar, Dakar-Bamako, foi inaugurado em 1923. O tráfego foi reduzido para um trem a cada três dias. Hoje é o transporte por estrada. Ele é de 254 caminhões por dia nas estradas do Senegal. "

O contrato contempla os trabalhos de Kidira Dakar, pouco antes da fronteira com o Mali. O investimento total é de 754 mil milhões de francos CFA. 15% deste montante será realizada por empresas do Senegal, o resto pela China. Wai Wanzheng, vice-diretor geral da RCCI, saúda a assinatura com o Senegal, mas recorda que o lançamento do projecto também depende da assinatura com o lado do Mali, "Sim, é verdade que o projecto também está ligado ao contrato com a parte maliana. O contrato será assinado muito em breve, talvez seja assinado na próxima semana. Nós apenas aguardando a confirmação da parte do Mali. "
A empresa chinesa quer começar os trabalhos da linha férrea de Dakar a Bamako no início de 2016.

#seneweb.com

Imigrante resgatado no mar é um dos vencedores da loteria de Natal espanhola.

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O senegalês Ngmae mostra cópia de seu bilhete premiado, em Roquetas de Mar, na Espanha
O senegalês Ngmae mostra cópia de seu bilhete premiado, em Roquetas de Mar, na Espanha(STRINGER/AFP) 

Um imigrante senegalês resgatado pela guarda costeira da Espanha ganhou 400.000 euros (1,7 millhão de reais) na loteria de Natal espanhola, conhecida como 'El Gordo', na última terça-feira. Identificado apenas como Ngame, o imigrante desempregado de 35 anos foi um dos 1.600 sortudos que adquiriram um bilhete com os números premiados - 79140. 

Ngame e sua esposa estavam em um pequeno barco de madeira que havia deixado Marrocos com outros 63 refugiados quando foram resgatados pela guarda-costeira espanhola, há oito anos, depois que o barco apresentou problemas. Atualmente, o casal vive na cidade litorânea de Roquetas de Mar, na província de Almeria. 
"Eu não consigo acreditar nisso. Há dias em que nós não temos nem 5 euros", disse Ngame a um jornal local. 
Este ano, a 'El Gordo' entregou aos donos dos bilhetes vencedores um fortuna, somada, de 9,5 bilhões de reais.

#veja.com.br

Espanha: imigrante senegalês salvo pela Guarda Costeira é um dos vencedores da Loteria o “El Gordo”.

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http://www.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/567b2a820cf2b825e53e8436/

O Ganhador da Loteria da Espanha é um Senegalês. Veja AQUI.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Brasil: A cabeça de Moro, capítulo I - Saiba quem é e o que pensa o homem/juíz que começou a derrubar o esquema das petrorroubalheiras.

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O JUIZ SERGIO FERNANDO MORO: seu mundo discreto começou a virar pelo avesso em 11 de julho de 2013, quando ele autorizou a polícia federal a fazer “escuta telefônica e telemática” contra um obscuro doleiro
O JUIZ SERGIO FERNANDO MORO: seu mundo discreto começou a virar pelo avesso em 11 de julho de 2013, quando ele autorizou a polícia federal a fazer “escuta telefônica e telemática” contra um obscuro doleiro(Laílson Santos/VEJA). 

De 11 de julho de 2013 para cá, o juiz Sergio Moro tornou-se uma celebridade nacional. Não há semana em que não tenha um convite para falar em algum evento, e a inclusão de seu nome na lista de palestrantes é garantia de casa cheia. Não há lugar público - restaurante, aeroporto, fila de táxi - em que ele não seja aplaudido por populares. Em 2015, sua figura ganhou ainda mais preeminência em função do contraste entre sua distinção pública e as mentiras e pontapés e manobras e bandalheiras gerais que cobriram Brasília de escárnio. Com a notoriedade, Moro teve de abandonar o hábito de ir para o trabalho de bicicleta. Está um pouco mais gordo e, apesar da timidez pétrea, um pouco mais desinibido. Ganhou traquejo no trato com a imprensa, que sempre o cerca nos eventos públicos com flashes e perguntas, e também se habituou ao assédio do público, que o cumula de pedidos de selfies e autógrafos. 

A mudança mais relevante, porém, nesses dois anos e meio, é também a mais sutil: Moro tornou-se um juiz mais duro, não na dosimetria das penas, mas na acidez das críticas que agora permeiam suas sentenças, e tornou-se, também, um juiz mais indignado com o cortejo de tramoias que contaminam o processo democrático. As sentenças dos 1 200 processos em que atuou em quase vinte anos de carreira constituem uma longa crônica dessa lenta mutação. Para examinar esse universo, VEJA escalou Susana Camargo, pesquisadora-chefe da revista, para colher o maior número possível de sentenças dadas por Moro de 2000 para cá. Vasculhando-as já em formato digital e não descartadas pela Justiça, Susana reuniu 300 sentenças prolatadas por Moro nos últimos quinze anos. A primeira é de 5 de fevereiro de 2000. A última, de 2 de dezembro passado. 

A leitura minuciosa das 300 sentenças mostra que Moro escreve, em média, doze páginas por decisão. Em proporção, condena mais os homens do que as mulheres. Seus críticos propagam que é um juiz tão implacável que, em suas mãos, até Branca de Neve pegaria prisão perpétua, mas Moro, ao contrário, nunca aplica a pena máxima e, de vez em quando, recorre à pena mínima. Normalmente, sentencia os condenados a "penas pouco acima do mínimo mas ainda distantes do máximo", como costuma escrever. Sempre que pode converte a reclusão em prestação de serviço à comunidade. Escreve as sentenças com ordem e clareza, de modo que os condenados possam lê-las e entendê-las. Não usa palavrões como "interpretação teleológica" ou "hermenêutica jurídica" e quase nunca emprega expressões em latim, cujo uso abusivo é tão corriqueiro no juridiquês nacional. 

Da leitura das sentenças, que são sempre escritas pelo próprio Moro, surge um panorama que expõe a complexidade de um juiz que procura combinar rigor e generosidade e atender às necessidades urgentes de um país que se paralisou na impunidade e permitiu que a corrupção atingisse níveis grotescos. Nisso, constata-se que a carreira de Moro divide-se em três grandes etapas, cada qual com seus ensinamentos. A seguir, o que elas dizem sobre a cabeça do magistrado. 

Do começo até 2002 - Empossado como juiz em 1996, Moro, então com apenas 24 anos, teve uma passagem rápida por Curitiba e foi trabalhar no interior, em Cascavel, no Paraná, e Joinville, em Santa Catarina. Suas sentenças dessa época mostram um magistrado idealista e inclinado à promoção da justiça social. Deu várias sentenças que lidavam com questões de caráter social. Ao portador do vírus HIV que pretendia aposentar-se como inválido, Moro disse não. À vítima de microcefalia que pleiteava um benefício financeiro maior do governo, Moro disse sim. Nesses anos iniciais, tomou decisões claramente motivadas por sua preocupação em oferecer alguma proteção aos mais vulneráveis. Na vara previdenciária, chegou a ser conhecido como "o juiz dos velhinhos", por sua tendência a julgar a favor deles e contra o INSS. Decidiu que menores órfãos tinham direito a pensão do INSS em caso de morte dos avós. Insurgiu-se contra o critério dos programas de renda do governo que brindavam os pobres com um benefício superior ao concedido aos idosos e portadores de deficiência física, que também eram pobres. 

Em sua agenda também entraram casos de fraude do INSS e sonegação do imposto de renda. Nisso, revelou-se um juiz sensível aos rigores do mercado, mas com limites. Quando empresários enrolados descontavam imposto ou contribuições sociais de seus empregados e deixavam de repassar os recursos ao governo, Moro quase sempre os absolvia se as irregularidades decorressem de dificuldades financeiras reais da empresa. Do contrário, aplicava-lhes "penas pouco acima do mínimo mas ainda distantes do máximo" e as substituía por serviços à comunidade. Mas, quando condenou uma companhia telefônica, a Telesc, a reabrir um serviço de atendimento ao público, cujo fechamento prejudicava os moradores mais humildes, fez questão de defender uma tutela moderada sobre a iniciativa privada. Citando o constitucionalista americano Cass Sunstein, democrata que trabalhou no governo Barack Obama, Moro escreveu: "Mercados não devem ser identificados aprioristicamente com a liberdade; eles devem ser avaliados segundo sirvam ou não à liberdade". 

Para um juiz acusado pelos adversários de favorecer os tucanos, é interessante notar que Moro assinou sentenças que poderiam ter desmantelado o Plano Real, a obra máxima do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Num caso de junho de 2001, dez servidores públicos pediram a correção da tabela do imposto de renda desde 1996, ano em que o Plano Real congelara os reajustes. Na sentença, Moro contestou o dogma segundo o qual a atividade judicial não pode assumir o lugar dos legisladores, que aprovaram lei proibindo qualquer correção, e atendeu ao pleito dos servidores públicos, condenando a Fazenda Nacional a restituir tudo o que cobrara a mais. Em outro caso, de abril de 2002, o autor da ação judicial contestava a decisão do governo, de 1997, de desindexar o valor das aposentadorias e pedia reajuste pelo IGP. Na sentença, Moro censurou o governo pela adoção de índices sem transparência, afirmou que a preservação do valor real das aposentadorias era uma garantia constitucional e, para fechar o raciocínio, lembrou a "célebre advertência" do juiz John Marshall, presidente da Suprema Corte americana, inscrita numa decisão de 1819: "Não podemos esquecer que é uma Constituição que estamos interpretando". Moro aceitou o reajuste pelo IGP e mandou o governo pagar a diferença. Na época, reindexar a economia e criar gatilhos automáticos de reajustes era tudo o que o governo pretendia evitar. Se as sentenças de Moro tivessem prevalecido nacionalmente, o governo FHC teria tido desfecho bem diferente. 

* A segunda e a terceira parte dessa reportagem serão publicadas, respectivamente, sexta e sábado. Você pode seguir as partes ainda por publicar neste/nosso Blog - Nô Djemberém.
#veja.com.br


Costa do Marfim: A viúva de Sankara quer a extradição do ex-Presidente Compaoré.

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Sra. Mariam Sankara viúva do Líder assassinado Thomas Sankara

A viúva do ex-presidente de Burkina Faso Thomas Sankara apelou às autoridades da Costa do Marfim para extraditar o líder deposto Blaise Compaoré de acordo com um mandado internacional de prisão.

Mariam Sankara deputada fez este apelo na terça-feira à noite na Radio França International (RFI).

Um tribunal militar em Ouagadougou nesta segunda-feira noite foi encarregado de levar adiante o caso do deposto presidente Compaoré do Burkina Faso com o assassinato do Capitão Sankara.

Sr. Compaoré reside na vizinha Costa do Marfim desde que ele foi derrubado em outubro do ano passado.

Diga a verdade

No seu recurso, a senhora deputada Sankara exortou especialmente o presidente da Costa do Marfim Alassane Ouattara a facilitar a extradição de "seu amigo (Sr Compaoré) para que ele possa dizer a verdade" sobre as alegações.

"Estou muito ansiosa para vê-lo (Compaoré) enfrentar os juízes e dizer-lhes por que ele fez isso ... nós queremos que ele explique para todos nós", apelou.

A Senhora Sankara expressou satisfação com os progressos realizados pelo governo em Burkina Faso para trazer os culpados de assassinar o seu marido ao tribunal.

O assassinato

Sr. Compaoré e Gen Gilbert Diendéré, que também aguarda julgamento por golpe fracassado de setembro do ano passado, são acusados ​​de ser os autores intelectuais do assassinato do Sr. Sankara e mais 12 de seus companheiros em Outubro de 1987.

Sr. Compaoré era então o número dois do Capitão Sankara enquanto o General Diendéré era o comandante do batalhão especial da guarda presidencial.

O ex-presidente Compaoré tomou o poder após o assassinato e governou Burkina Faso até Outubro de 2014.

Se for considerado culpado, o Sr. Compaoré poderá passar o resto de sua vida na prisão, disseram fontes judiciais.

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Nigéria: Boko Haram - "Os seus militantes estão próximo da derrota " - Disse o Presidente Buhari.

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Presidente Muhammadu Buhari. ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP

Os militares nigerianos estão perto de derrotar completamente os militantes islâmicos do Boko Haram, disse o Presidente Muhammadu Buhari.

O líder disse que os militantes já não podia montar ataques convencionais contra forças de segurança ou nos centros populacionais.

"Eu acho que, tecnicamente, nós ganhamos a guerra", disse ele.

O presidente ordenou o exército até o final do mês para derrotar o Boko Haram, cuja insurgência em seis anos tem devastado o nordeste da Nigéria.

Mas Bashir Sa'ad Abdullahi o correspondente da BBC na capital, Abuja, diz que o prazo é susceptível de ser alargado porque o Boko Haram ainda está bombardeando áreas, apesar de perder algumas cidades sob seu controle.

Os críticos do governo argumentam que ele exagerou a escala de seu sucesso contra os militantes, e que cada vez que o exército afirma ter dizimado o Boko Haram, os militantes calmamente se reconstroem.

A insurgência anunciou ter matado cerca de 17.000 pessoas e deixado mais de dois milhões de desabrigados.

Os jihadistas têm sido forçados a cortar os atentados suicidas, isso tem como resultado a ação militar contra eles, disse o presidente Buhari.

" O Boko Haram tem sido forçado a reduzir os dispositivos explosivos improvisados ​​(IEDs)", disse ele. " Eles foram agora reduzidos."

"O Boko Haram é uma força de combate organizada, eu lhes asseguro, [mas] temos sabido lidar com eles."

Ele disse que os militantes estavam com tudo, mas foram expulsos dos Estados de Adamawa e Yobe e permanecem apenas com uma força em seu coração que é o Estado de Borno.

"Eles não podem agora mobilizar forças para atacar cidades ou instalações militares e assim por diante como faziam antes.

"Eu não acho que isso é conversa louca."

O presidente disse que a Nigéria tinha reorganizado e reequipado as Forças Armadas. Essas tinham recebido treinamento dos britânicos, dos americanos e dos franceses.

"Muita coisa está sendo feita", disse ele.

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

OPINIÃO: FILOMENO PINA - APROVAR O PROGRAMA DE GOVERNO DO ENG.º CARLOS CORREIA!

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                                                              Filomeno Pina - Nô Djagra
                                                               
                                                                                           Foto: Carlos Correia - Primeiro Ministro da Guiné-Bissau
https://mail.google.com/mail/u/0/
É o primeiro passo para - Reunificação das Instituições Democráticas do País – a grande vantagem de se conseguir pôr na prática, dois objectivos políticos fundamentais ou prioritários na actualidade politica Guineense, e são eles:
.
Primeiro.
O de estancar ou bloquear um derrame que dura a vários meses, a esta - CRISE – que acaba por manchar tudo e todos, esta imagem de “impotência-politica” continuada no País, que é preciso travar e   e substituir, por inteligência política no vigor da Democracia e nas resoluções de problemas do nosso Povo.
.
Segundo e último.
Com a aprovação do Programa de Governo, vemos substituído a imagem de “pobreza-intelectual” no cenário político nacional, por uma iniciativa colectiva e multipartidária, reunidos neste novo arranque dos trabalhos!
Aqui saberemos - CONTROLAR E VIGIAR – melhor, todos os passos ao milímetro, na execução prática de projectos de desenvolvimento sustentados no terreno, pense nisto!

…/

Porque sem este final feliz (Aprovação do Programa), a imagem do País continua no limite, correndo riscos de ser comparado a “impotência-generalizada” de políticos Guineenses, sem um estimulo colectivo sequer (aprovação), para continuar em cima da mesa, o Projecto Nacional, a curto, médio ou longo prazo!

AVANTE CAMARADAS - É URGENTE RECOLOCAR A GUINÉ-BISSAU NA AGENDA POLÍTICA NACIONAL E INTERNACIONAL!

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Dajarama. Filomeno Pina.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

ANGOLA: TRIO SEM VERGONHA - ISABEL, NICJY MINAJ E MARIAH CAREY

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Nicki-Minaj

A rapper norte-americana Nicki Minaj não ligou aos apelos e foi actuar no país onde uma em cada seis crianças morre antes de completar cinco anos. Angola é, aliás, o país onde morrem mais crianças. A anfitriã, Isabel dos Santos, compensou-a com o módico cachet de cerca de 2 milhões de dólares. Coisa pouca.

Segundo a Unicef, para além dos números preocupantes relativos à mortalidade infantil, os dados indicam ainda que mais de um quarto das crianças está fisicamente afectado pela subnutrição e que os casos de morte materna durante o parto são de 1 em 35.
Os pais destas crianças que, ao contrário do que pensa o paizinho da rainha santa Isabel, são angolanas, ficaram felizes porque – segundo o regime – a presença de Nicki Minaj ajudou a alimentar muita gente. E é verdade. O clã presidencial alimenta-se muito bem.
Thor Halvorssen, presidente da Human Rights Foundation, bem disse que a corrupção e nepotismo do regime angolano são uma realidade há 40 anos. Mas não adianta. As crianças morrem à fome? Morrem. Mas o que é que isso interessa? Se os governos europeus e norte-americano idolatram José Eduardo dos Santos, considerando-o um ditador… bom, porque carga de chuva Nicki Minaj não poderia ir sacar uma massas, indiferente ao sofrimento dos angolanos?
A história nem sequer é nova. Há dois anos já a Human Rights Foundation (HRF), organização de defesa dos direitos humanos sediada em Nova Iorque, acusou a cantora norte-americana Mariah Carey de ter aceitado um cachet de um milhão de dólares para dar um concerto para a “cleptocracia de pai e filha” no poder em Angola.
Na altura, a HRF argumentou que, ao actuar num espectáculo de beneficência para a Cruz Vermelha de Angola, a cantora estava a aceitar “dinheiro da ditadura”.
Em Dezembro de 2013, Mariah Carey foi cabeça de cartaz na segunda edição do Baile Vermelho, uma gala anual destinada a recolher fundos para a Cruz Vermelha de Angola, presidida por Isabel dos Santos. Segundo a organização, a presença de Carey terá ajudado a angariar 65 mil dólares. E a cantora contribuiu mais directamente com sete mil dólares, que foi o preço atingido em leilão por um dos vestidos que usou na gala da Cruz Vermelha. Além deste espectáculo, que decorreu no Hotel e Centro de Convenções de Talatona, Mariah Carey deu ainda um outro concerto no Estádio dos Coqueiros, também em Luanda, promovido pela operadora de telecomunicações Unitel, de que Isabel dos Santos é… co-proprietária.
Thor Halvorssen, presidente da Human Rights Foundation, também divulgou na altura um comunicado no qual descreveu a actuação de Mariah Carey em Angola como “o triste espectáculo de uma artista internacional contratada por um implacável estado policial para entreter e branquear uma cleptocracia de pai e filha que acumulou biliões em rendimentos ilícitos”.
Recorde-se que, em 2011, Mariah Carey confessou publicamente o seu embaraço por ter cantado, em 2008, para o ditador líbio Muammar Khadafi e respectiva família. “Fui ingénua e não sabia por quem estava a ser contratada” afirmou então a artista, acrescentando que “a lição” a tirar do episódio é a de que os artistas “têm de ser mais conscientes e responsáveis”.
Nick Minaj fez-se fotografar embrulhada numa bandeira angolana (“Angola, amo-te”, escreveu), ou ao lado de uma Isabel dos Santos em pose informal. “Nada de especial… Ela é apenas a oitava mulher mais rica do mundo”, escreveu a cantora.
Em Junho deste ano, o jornal “The New York Times” mostra a realidade dos serviços de saúde de Angola, o país do mundo com um índice mais elevado de óbitos entre crianças, e ligou-os aos números devastadores à corrupção.
Tudo começa, na reportagem, com uma mãe e uma avó que vêem morrer em frente aos seus olhos o seu menino. É José. O hospital é impecável, pelo menos nas infra-estruturas e limpeza. Mas, como em tantos outros que aparecem na reportagem, faltam médicos e enfermeiros.
Há 60 mil crianças que morrem todos os dias no mundo. Mas em nenhum país morrem mais crianças do que em Angola. “Ainda assim o governo decidiu cortar os custos com a saúde em 30%”, alerta o jornalista Nicholas Kristof que, juntamente com Adam B. Ellick, assinam o trabalho do jornal norte-americano.
Os jornalistas do “The New York Times” apontam a corrupção como o factor que espoleta esta tragédia humanitária em Angola e mostram imagens das festas do centro da capital Luanda em que Porsche e Jaguar são meio de transporte habituais e o champanhe é rei nos balcões dos bares.
O jornal norte-americano descreve um país de muitas e profundas desigualdades, em que o petróleo e os diamantes deviam ser mais do que suficientes para evitar a morte de crianças.
Nicholas Kristof diz que a maior parte dos casos de morte de menores eram possíveis de prevenir e no texto introdutório da reportagem afirma que nunca mais poderá fazer outro trabalho igual naquele país africano.
“Angola naturalmente não recebe bem os jornalistas. Demorei cinco anos até conseguir um visto para entrar em Angola, e depois desta reportagem duvido que mais alguma vez consiga entrar no país enquanto este regime estiver no poder”, avança o jornalista.
Nicholas Kristof descreve que o que mais o impressionou foram os momentos que viveu “na Angola fora das cidades” em que as pessoas não têm acesso a médicos ou a dentistas.
“É especialmente devastador ver crianças a sofrer por não terem tratamento médico e que não podem sequer ir à escola. Ou então conhecer uma mãe que já perdeu dez filhos, e isso é especialmente enfurecedor quando estamos a falar de um país tão rico”, pode ler-se.
Nicholas Kristof pediu entrevistas ao Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, e à filha, Isabel dos Santos, mas ambos recusaram.
 #http://jornalf8.net

Costa do Marfim: 800 milhões de dólares da China para financiar a eletrificação das cidades.

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Finances:

Abidjan - a China entregou um envelope de mais de US $ 800 milhões para a Costa do Marfim para desenvolver e reabilitar a sua rede eletrica e, finalmente, conectar 500 localidades, anunciou nesta terça-feira o primeiro-ministro Daniel Kablan Duncan. A contribuição da China abrange um total de "812, 67 milhões de dólares (cerca de 750 milhões de euros), com um empréstimo de 777, 67 milhões de dólares e um donativo de 35 milhões, disse o Sr. Duncan na cerimónia de assinatura do contrato de parceria.

O custo total do projeto é estimado em 853,6 milhões por uma duração de 36 meses, e o Estado da Costa do Marfim contribui com cerca de 40,93 milhões de dólares, acrescentou. Este financiamento destina-se a "atingir 1955 km de linha de alta tensão e de eletrificação rural de 500 localidades ", disse o primeiro-ministro. O projeto também inclui a construção de 13 estações de geração de eletricidade e a reabilitação de 14 posições existentes.

"Isto é para tornar disponível para as pessoas da energia abundante, de boa qualidade, mais barata e acessível a todos ", assegurou o Sr. Kablan Duncan. "Este é um projecto emblemático da cooperação sino-marfinense", congratulou-se por sua parte, o embaixador chinês na Costa do Marfim, Tang Weibin. A China "está posicionada como o terceiro fornecedor de Costa do Marfim ", disse Duncan, com um aumento de 64% do volume do comércio entre 2010 e 2014 (que passou de € 471 milhões para 847 milhões €).

Pequim está envolvida em muitos projetos no país, incluindo construção da hidrelétrica de Soubré (a oeste), estimado em cerca de 382 milhões de euros. O financiamento total de ativos totalizaram
919,26 bilhões de francos CFA (cerca de 1,4 bilhões de dólares). A produção nacional de electricidade é estimada em cerca de 2.000 megawatts. Abidjan ambiciona alcançar o dobro até 2020 para atender uma demanda crescente. O Presidente Alassane Ouattara, eleito em outubro, prometeu durante a campanha a eletrificação de todas as aldeias. Primeira potência econômica Africana da Francofonia a Oeste, A Costa do Marfim está engajada na reconstrução da sua rede depois do fim da crise pós-eleitoral mortal de 2010-2011. As autoridades planejam investir $ 18 bilhões (cerca de 16 bilhões de euro) no setor até 2030, com financiamento em grande parte pelo setor privado.

eak / CYJ

#abidjan.net

Oposição moçambicana exige mediação com o Presidente Zuma.

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O líder do Movimento da Resistência Moçambicana (Renamo), Afonso Dhlakama. ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP

O Principal partido da oposição, a Renamo quer o Presidente Sul-Africano Jacob Zuma para mediar a crise política e militar em Moçambique.

O porta-voz da Renamo António Muchanga disse aos jornalistas em Maputo que a Frelimo já estava ciente de sua proposta.

Sr. Muchanga disse o presidente Zuma pode mediar com sucesso a crise no Zimbabué.

Os mediadores locais não tiveram sucesso em conciliar a Frelimo com a Renamo.

Último endereço

"Os mediadores escolhidos não são experientes o suficiente, eles estavam aprendendo ainda", disse o presidente da Renamo Afonso Dhlakama, durante seu último discurso aos jornalistas no telefone em 9 de Outubro.

Sr. Dhlakama ameaçou começar a governar o centro e norte do país, a partir de março do próximo ano.

"ARenamo vai, a partir de março, governar e em um bom caminho: Sofala, Nampula, Zambézia, Manica, Tete e Niassa", disse ele.

Iria retaliar

Sr. Dhlakama também prometeu não usar a força novamente, mas apontou que seu pessoal iria retaliar qualquer ofensiva do governo.

Os desacordos pós-eleitorais de Outubro de 2014  entre o governo e a oposição continuam por resolver.

A Renamo e a Frelimo travaram uma guerra de 16 anos que terminou em 1992, depois de terem reivindicado um número estimado de um milhão de vidas.

Foram mortos

No início deste mês, mais de 34 soldados do governo foram mortos pelos homens da Renamo na província de Tete.

As mortes ocorreram quando as forças governamentais tentaram desarmar as forças da Renamo.

No mês passado, após consultas com personalidades nacionais e internacionais, o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi ordenou o fim do desarmamento forçado a Renamo.

Várias mortes

Os disarmamentos forçados teriam ocasionado diversas mortes no país sul Africano.

No mês passado, 27 soldados do governo foram mortos por combatentes da Renamo enquanto se dirigiam para Vanduzi em Gorongosa Distrito da Província de Sofala, para uma operação de desarmamento forçado.

Mais de 70 pessoas foram mortas em Outubro em confrontos entre a Renamo e forças do governo.

#africareview.com

Nigéria propõe orçamento de $30,7 bilhões para 2016.

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O presidente nigeriano, Muhammadu Buhari apresentando as estimativas de orçamento de 2016 antes de uma sessão conjunta da Assembleia Nacional em Abuja, em 22 de dezembro de 2015. MOHAMMED MOMOH | NATION MEDIA GROUP

 A Nigéria propôs gastar $ 30,7 bilhões (N6.08 trilhão) no ano fiscal de 2016, com $ 9,2 bilhões (N1.8 trilhão) atribuídos a despesas da capital.

Presidente Muhammadu Buhari, que apresentou as estimativas antes de uma sessão conjunta na Assembleia Nacional, em Abuja, nesta terça-feira, deu as estimativas recorrentes a $ 12,01 bilhões (N2.35 trilhão).

A proposta para 2016 é 38 por cento mais elevado do que o de 2015.

Projeção da receita

O Presidente Buhari disse aos legisladores que a proposta foi baseada no índice de referência do preço do petróleo bruto que é de US $ 38 por barril, com uma produção diária de 2,2 milhões de barris e uma taxa de câmbio de N190(190 Naira - moeda nacional) a um dólar.

O orçamento, disse ele, foi com base em uma projeção de receita de $ 20.3 bilhões (N3.86 trilhão), resultando em um déficit de $ 12 bilhões (N2.22 trillion).

Ele explicou que o déficit, que representa 2,16 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), elevaria o perfil da dívida global do país para 14 por cento do PIB

Déficit fiscal

"O déficit será financiado por uma combinação de endividamento interno e empréstimos estrangeiros, totalizando $ 17 bilhões (N1.84 trilhão).

"A médio prazo, espera-se aumentar as receitas e diminuir a sobrecarga para reduzir o défice orçamental para baixo, em torno de 1,3 por cento do PIB em 2018", explicou o Presidente Buhari.

Grande parte do orçamento foi reservada para obras, poder e habitação, transportes, programas especiais de intervenção, defesa, educação e do interior.

Crescimento inclusivo

Disse o presidente: "Vamos investir para salvaguardar vidas e bens; vamos investir em equipar os nossos agricultores com as ferramentas certas, tecnologia e técnicas."

O presidente da Associação de Estatística da Nigéria, o Dr. Mohammed Tumala, expressou otimismo de que o orçamento de 2016 irá abordar o déficit na infraestrutura.


Ele disse em Abuja, nesta terça-feira, que o orçamento iria também aumentar o crescimento inclusivo.

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

TACV: Primeiro-ministro considera que situação da companhia é reflexo do mercado internacional. Líder da oposição está preocupado.

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TACV: Primeiro-ministro considera que situação da companhia é reflexo do mercado internacional. Líder da oposição está preocupado

Primeiro-ministro diz que a situação vivida pela TACV está relacionada com o próprio mercado da aviação civil em todo mundo. Presidente do MpD diz estar preocupado com a situação vivida pela companhia aérea nacional.
Em declarações à comunicação social, José Maria Neves garantiu que o Governo está a trabalhar para resolver o problema que surge agora com a decisão da IATA de suspender a companhia nacional da câmara de pagamentos.
“Vamos na próxima semana analisar demoradamente os números, os dados existentes. Devo dizer que a situação é difícil, mas TACV já passou por momentos extramente difícil e complicados e tem a ver com o próprio mercado da aviação civil em todo mundo”, sublinhou.
“A TACV está passar por momento muito complicado, outras grandes empresas já se fundiram ou se aliaram e neste momento temos que concluir os estudos e ver se conseguiremos algum parceiro para podermos definitivamente resolver a questão dos TACV”, acrescentou.
Presidente do MpD preocupado
Já Ulisses Correia e Silva considera que uma vez suspensa da câmara de pagamentos da IATA, a companhia aérea cabo-verdiana está na iminência de perder os seus aviões.
Segundo avançou a RCV, o líder do Movimento para Democracia diz-se por isso preocupado com a situação porque passa a TACV. E o pior, afirma Ulisses Correia e Silva, é que o Governo não apresenta uma solução para viabilizar a empresa.
A TACV foi suspensa, na passada sexta-feira, da Clearing House da IATA (International Air Transport Association) devido ao esgotamento da caução que a companhia aérea mantinha junto daquela organização e que permitia realizar acerto de contas entra as diversas empresas a ela associadas.
#expressodasilhas.sapo.cv

Angola: Escola Superior de Guerra inaugura novo edifício.

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Escola Superior de Guerra inaugura novo edifício

Quadros das forças armadas nacionais e estrangeiras benefi ciarão de novas condições de ensino
O chefe de Estado-Maior General das FAA, general de exército Geraldo Sachipengo Nunda, inaugurou em Luanda o novo Edifício da Escola Superior de Guerra.
O general Geraldo Nunda disse que a partir do próximo ano os efectivos das Forças Armadas Angolanas poderão contar com a Escola Superior de Guerra, cujas obras estão numa fase muito avançada.
Segundo o general, “a profissão militar exige formação, uma educação rigorosa e diferenciada ao longo da sua carreira, de modo que os militares acompanhem a evolução da situação nacional, regional, do nosso continente e do mundo, para que não sejam ultrapassados pelos acontecimentos nas dimensões geográficas invocadas”.
Por sua vez, Engrácia Van-Dúnem, capitã de fragata, considera que este edifício representa uma evolução, na medida em que vai proporcionar melhores condições para a administração das aulas e dos cursos.
O general endereçou uma nota de apreço aos oficiais de países amigos, aos quais desejou bom regresso a casa e votos de muita saúde, felicidade e êxitos no desempenho das suas tarefas.
Por seu turno, Guy Loky, representante dos discentes estrangeiros de Cabo-Verde, Moçambique, Zâmbia e Congo Brazaville, enalteceu o esforço desenvolvido pelo comando geral para o melhoramento das condições de estudo e de alojamento, realçando também que estarão sempre disponíveis para cooperar com as FAA.
A actividade foi realizada no âmbito da cerimónia de encerramento dos cursos de Estratégia, Arte Operativa, Comando e Direção, Comando e Estado-Maior e a promoção a oficial, entre outros dominios, em que estiveram presentes o Exército, a Marinha de Guerra e a Força Aérea.
O edifício, com uma arquitetura moderna, comporta várias salas para administração das aulas, escritórios e espaços de lazer.
#opais.co.ao

Burkina Faso: Compaoré visado por um mandado de captura internacional sobre o caso Sankara.

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A justiça Burkinabé emitiu um mandado de captura internacional contra o ex-presidente Blaise Compaoré, um refugiado na Costa do Marfim desde a sua queda, em outubro de 2014, no quadro de investigação sobre o assassinato de Thomas Sankara.

Mesmo porque o principal interessado(ele), provavelmente não ficará surpreso. Regularmente citado por seu papel no assassinato de Thomas Sankara, em 15 de outubro de 1987, Blaise Compaoré é agora oficialmente visado por um mandado de captura internacional emitido pela justiça de seu país. De acordo com a AFP, que cita uma fonte próxima ao dossiê judiciário, o presidente deposto é acusado de "assassinato, bombardeios e ocultação de cadáver".

De acordo com uma fonte judicial entrevistado por Jeune Afrique, o mandado de detenção foi emitida há cerca de dez dias - exatamente após o indiciamento do general Gilbert Diendéré, ex-Chefe do Estado Maior particular de Compaoré, neste pasta. Ele intervio logo depois do regime transitório que estava prestes a entregar o poder ao presidente recém-eleito, Roch Marc Christian Kaboré, em 29 de dezembro.

Qual será a reação das autoridades da Costa do Marfim?

No exílio na Costa do Marfim desde sua queda, em 31 de outubro de 2014, o ex-presidente Burkinabé fazendo se passar até presente momento, em privado, de não se envolver com possível ação judicial no caso Sankara. "Mas nós suspeitamos que isso poderia acontecer a qualquer momento antes do final do processo de transição", solta, de forma amarga, um de seus parentes.

Qual será a reação das autoridades da Costa do Marfim face as exigências judiciárias do seu vizinho Burkina Faso? A emissão deste mandado de captura internacional pode realmente complicar as relações entre Ouagadougou e Abidjan. O Amigo de longa data de Compaoré, o presidente marfinense Alassane Ouattara congratulou-se com seu "irmão" Blaise depois de sua queda e parece relutante em deixá-lo cair. Mas ele também está em bons termos com seu novo homólogo Roch Kaboré, que ele conhece há muito tempo e com quem ele terá que lidar nos próximos cinco anos.

#jeuneafrique.com

Opinião: Blatter ainda não está derrotado - jornalista esportivo da DW Joscha Weber.

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Finalmente ele se foi e o mundo do futebol respira aliviado. Mas a suspensão do ex-presidente da Fifa está longe de representar o fim da história de abuso de poder, adverte o jornalista esportivo da DW Joscha Weber.
Joscha Weber é jornalista esportivo da DW
Lá estava ele de novo, o velho Joseph Blatter. Combativo, cheio de energia, ativo – e profundamente convencido de si mesmo.
Quando, na manhã desta segunda-feira (21/12), ele se apresentou à imprensa internacional na sede da Fifa, muitos esperavam que o ex-presidente da federação mundial de futebol fosse estar abatido. Seu andar vacilante e o curativo que há dias ele traz sob o olho direito sugeriam exatamente isso: se não estiver nocaute, Blatter está pelo menos na contagem final. Uma conclusão errada – infelizmente.
O eterno condutor da Fifa ainda não entregou os pontos. De fato, a Comissão de Ética da organização o suspendeu por oito anos por abuso do cargo, assim como o presidente da Uefa, Michel Platini. Mesmo assim, Blatter não quer aceitar esse veredicto e pretende combatê-lo em todas as instâncias. "Oito anos? Por quê?", perguntou, anunciando que lutará, "pela Fifa, por mim".
Para o cartola, ele mesmo e a Fifa sempre foram a mesma coisa. E é exatamente este o problema: mesmo depois da suspensão, ele continua definindo a agenda, vagando como um zumbi pelo quartel-general da Fifa e impedindo o urgente e necessário recomeço do futebol mundial.
Em sua apresentação pública emocionada, marcada por expressões fortes ("vergonha", "mentira", "injustiça"), ele se fez de vítima da Comissão de Ética da Fifa, exigiu tratamento humano e respeito. Para si, claro. Para quem mais?
É mais do que óbvio que o homem sofre de alienação da realidade, pois continua incapaz de explicar o duvidoso pagamento de 1,8 milhão de euros, que os investigadores concluem tratar-se de propina para a vitória eleitoral de Blatter em 2011.
Seria possível rir de seu monólogo entre cômico e ridículo diante da imprensa mundial, se a questão não fosse tão séria. O futebol se encontra diante de uma encruzilhada. A liderança do esporte mais apreciado no mundo caiu em descrédito, e com razão. Investigações pelas autoridades dos Estados Unidos e da Suíça revelaram um sistema inteiramente corrupto, a que é preciso dar fim – já.
"Não posso dizer que este seja um bom dia para a Fifa", disse Blatter, e a gente se sente tentada a replicar: "Mas é sim!" No entanto, será mesmo? Certo é que a condenação de Blatter proporciona a chance de finalmente arrumar a casa na Fifa.
O sistema de maquinações dúbias e ilegais, tolerado durante anos pelo dirigente – e de que, aos olhos da Comissão de Ética, ele também participou ativamente – precisa ser reformado e eliminado. Contingentes de ingressos para a Copa do Mundo em troca de votos, direitos de transmissão televisiva por suborno, cargos de funcionário por influência: na Fifa é como no mercado negro, tudo parece venal, também os mundiais de futebol.
Blatter promoveu essa cultura da corrupção durante anos e se beneficiou dela. Parte da ironia da história é ser justamente a Comissão de Ética da Fifa – instrumento instalado por ele possivelmente para fins de relações públicas e que, por último, neutralizou seus adversários Mohamed bin Hammam e Jack Warner – a decretar a condenação do cartola, pelo menos provisoriamente.
Como essa história vai continuar? Com uma disputa judicial provavelmente prolongada. Pois – isso também é certo – o ex-presidente ainda não está derrotado, e o mesmo se aplica ao sistema criado por ele. Quase todos os postos da Fifa estão ocupados com gente de confiança de Joseph Blatter, sabe-se que muitos funcionários estão comprometidos.
Ainda bem antes dos veredictos das próximas instâncias no caso Blatter, a federação esportiva mundial se encontra diante da tarefa hercúlea de se reformar fundamentalmente. Só quando isso for alcançado é que se poderá constatar se este dia foi realmente bom para o futebol.
#dw.de

Estado Islâmico ameaça tesouros arqueológicos na Líbia.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Depois de destruir templos, cidades, museus e relíquias na Síria e no Iraque, os jihadistas podem já estar saqueando artefatos líbios para vendê-los no mercado negro.
Sítio arqueológico Cirene, Cyrenaica, Líbia
Sítio arqueológico Cirene, Cyrenaica, Líbia (iStockphoto/Getty Images) 

Depois de destruir templos e sítios arqueológicos na Síria e no Iraque, os jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) ameaçam agora arruinar heranças culturais na Líbia. O alerta foi feito por especialistas que acreditam que os terroristas começaram a saquear e vender antiguidades do país africano. 

O Conselho Internacional de Museus divulgou uma lista de tesouros arqueológicos em perigo, e apelou à Interpol, funcionários aduaneiros e comerciantes de arte para redobrar a atenção com objetos líbios. Entre os tesouros ameaçados estão bustos de mausoléus, esculturas e artefatos medievais, como moedas decoradas com uma flor já extinta. Os extremistas do EI podem estar coletando esses bens em suas incursões pela Líbia, reportou o jornal britânico The Guardian. A venda de objetos arqueológicos no mercado negro é uma das formas de financiamento dos jihadistas. 

O monitoramento de esculturas e mausoléus em Cirene, uma antiga colônia grega em território líbio, e de pinturas e esculturas em pedra de mais de 12.000 anos na região desértica do país tornou-se impossível com o caos que se seguiu à revolução e morte do ditador Muammar Kadafi, em 2011. A Líbia é atualmente uma região assolada pelo contrabando de armas e de pessoas e pelo extremismo islâmico. 

Histórico - Com a queda de Muammar Kadafi, a nação não teve um poder que conseguisse unir o país. Um ano após a queda do regime e em pleno processo de reconstrução após as bombas jogadas na Líbia pela coalizão internacional, ocorreram as primeiras eleições livres que pareciam levar os líbios a uma verdadeira democracia. Mas, os confrontos ainda remanescentes e a violência entre várias milícias e os ex-rebeldes que não abandonaram as armas, complicaram a situação. 

Em agosto de 2014, o país entrou em colapso total com a divisão entre as instituições políticas. Em meio a esse caos, a área de Sirte, no norte, caiu nas mãos dos terroristas do Estado Islâmico. No último dia 7, o Pentágono confirmou a morte do comandante do Estado Islâmico na Líbia, Abu Nabil, na cidade de Derna no mês passado.

#veja.com.br

Angolanos desabafam sua raiva a artista americana Minajem.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

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A artista da hip-hop americana Nicki Minaj. FOTO | BBC

Os angolanos têm levado à mídia social a se opor ao desempenho da artista de hip-hop, a americana Nicki Minaj em Luanda.

O rapper, que chegou em um jato particular para show na capital angolana, no sábado, gerou comentários de que ela alegadamente cobrou US $ 2 milhões para o show.

Os comentários da irra foram publicados pelos políticos, ativistas da sociedade civil, diplomatas, bem como blogueiros anônimos.

"Se alguém presta atenção a suas letras, elas não são pedagógicas, o que o nosso povo ganha com o show?", Questionou o Sr. Sousa Jamba, um jornalista angolano sénior.

"Nossa economia não é boa, há pessoas que morrem com provocações da fome na província de Cunene, como vem ela aqui e cobra tal quantidade de dinheiro? Este concerto deveria ser cancelado ", alguém postou no Facebook.

Desigualdade perfeita

De acordo com as Nações Unidas, 70 por cento dos angolanos vivem com menos de US $ 2 por dia e quase um quarto dos estimados 26 milhões de pessoas do país residem em Luanda.

Coeficiente de Gini de Angola, uma medida de desigualdade, é de uma alta de 58,6 (100 reflete a desigualdade perfeita) e de 42,7 em 2009.

"Alguém deveria saber como usar o seu próprio dinheiro, mas as pessoas devem ser prioridade em relação a tudo", um usuário do Facebook identificado como Manuel Kafundanga escreveu.

Na sexta-feira, a Human Rights Watch Foundation convidou a rapper americana a cancelar sua viagem a Luanda.

Os corruptos

"Não há nenhuma boa razão para ela fazer negócios com a ditadura corrupta de Angola e endossar empresa familiar do governante", o presidente da Fundação, Sr. Thor Halvorssen, disse em uma carta aberta ao Minaj.

O concerto foi organizado pela empresa de telefonia móvel angolana, Unitel.

Isabel dos Santos, filha do presidente angolano José Eduardo dos Santos, detém ações de controle da Unitel.

A Isabel dos Santos é Angola e é a mulher mais rica da África e oitava mulher mais rica do mundo.

Ela é a filha mais velha do líder que está a longo tempo no poder e ela tem uma rede de US $ 3 bilhões de acordo com as estimativas da Forbes.

Ativistas de direitos humanos

A Isabel, de 42 anos, estudou engenharia na Kings College, em Londres e relata-se que ela abriu sua primeira empresa quando tinha 24 anos.

O primeiro negócio foi um restaurante chamado Miami Beach, em Luanda.

De acordo com a revista Forbes, a família dos Santos controla uma grande parte da economia angolana.

O Presidente José Eduardo dos Santos está no poder desde 1979.

Minaj não é a primeira artista a aceitar enormes somas de dinheiro para realizar show em Angola.

Em 2013,os  ativistas de direitos humanos criticaram a cantora americana Mariah Carey por aceitar US $ 1 milhão de taxa para apresentar a "cleptocracia pai-filha".

#africareview.com

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