| Notícias - Angola24horas |
| Vocês assim como eu, somos testemunhas oculares dos acontecimentos que arrastam e asolam os nossos povos do sul ao norte, no quadro político, juríco, sócio-econômico e ambiental. Durante o ano transacto até a presenta data, acompanhamos séries de discursos demagogos pela parte do executivo angolano e dos seus seguidores cegos. E o mais pior e mais parvulo foi o último discurso de José Eduardo dos Santos, que deixou os angolanos tontos e desgastados no tempo e no espaço. Se calhar mesmo, deve provocar abordos prematuros a certas angolanas, pelo medo de ver uma Angola mergulhada numa pobreza mais extrema do que a presente. É estranho que José Eduardo dos Santos vem reconhecer abertamente e publicamente a sua incompetência e irresponsabilidade na conduta do destino de Angola e dos angolanos. Falta de ética, honestidade e rigor de um chefe de Estado. Nem só mas até o instante, José Eduardo dos Santos continua manifestar a sua inocência e torna cada vez mais difícil de justificar a pobreza e a miséria provocadas pelo seu partido e por ele alimentadas durante quase 32 anos do poder autocrático, para o enriquecimento gratuito e ilícito dos seus filhos e da elite burguesa em particular. Torna de tal modo difícil para o executivo primitivo, de poder justificar a razão que levou a morte de mais de 4 milhões de angolanos na Odjiva, Mavinga etc, onde recusava-os o socorro e deixando-os exterminar pelos seus inimigos de então. Neste sentido, o discurso de José Eduardo dos Santos, deveria traduzir a sua posição sobre as diferentes dores e sofrimentos dos angolanos e não um discurso não cartesiano. Na qualidade de garante da nação e dos seus povos, José Eduardo dos Santos, deveria assegurar o futuro da nação e dos seus povos. Um chefe de Estado é uma pessoa física que representa simbolicamente a continuidade e a legitimidade do Estado e acabe nele tradicionalmente diversas funções que são: A representação externa, a promulgação de leis que garantem a estabilidade institucional e a nomeação para altos cargos públicos, dependentemente de cada país. Pode ser o mais iminente detentor do poder executivo efectivo como o nosso caso, ou ao contrário não representar o poder suprêmo exercido em seu nome por outras figuras políticas. A expressão ou termo vem do latim « caput regni » a cabeça de Estado, derivada do antigo Regime, fazendo referência em uma concentração de poder como José Eduardo dos Santos em Angola. José Eduardo dos Santos é um chefrão de um aparelho de repressão, responsável político de um regime hostíl às liberdades, organizador directo de campanhas de violências contra os homens políticos, jornalistas e inocentes. Ele é um predador de liberdade de imprensa e as médias são suas presas. Faz parte dos 38 predadores dos secúlos XXI. Honra a África do Norte e no Médio-Oriente onde ocorreram os eventos os mais intensos, os mais emocionantes, mas também os mais trágicos dos nossos tempos. É no mundo árabe que as mudanças importantes marcaram a lista de predadores dos séculos XXI. Algumas cabeças rolaram. A primeira, aquela do presidente tunisiano Zine El-Abidine Ben Ali, que deixou o poder no dia 14 de Janeiro de 2011, abrindo o seu povo por todo campo de possíveis democráticas. As estátuas de outros predadores como aquela do Yemenito Ali Abdallah Saleh, dominado pela onda de protestos que ganharam o seu país, ou do seu homólogo siriano Bachar Al-Assad, que responde pelo terror as aspirações democráticas poderão vacilar em seu porão. O que dizer do Mouammar Kadhafi, guia da Revolução libiana, tornou-se hoje guia de uma violência silenciosa da razão contra o seu povo ? Que dizer deste homem que sempre garantio a vida do seu povo, que dizer do tal Bahrein ou o rei Ben Aissa Al-Khalifa, deveria um dia responder a morte em detensão de 4 militantes cujo um deles fundador do único jornal da oposição e de uma vaga operação de repressão contra os manifestantes em favor de uma abertura democrática do país. Será que tudo isto, não diz nada ao predador angolano José Eduardo dos Santos? Ou o diabo está fora do comum? Mesmo os seus comparsas ainda não aprenderam com o novo vento? Ou esperam ser surprendidos pelo mesmo vento? Na nossa região, a liberdade de expressão constitui uma das primeiras reivindicações das populações e às vezes uma das primeiras concessões dos regimes de transição. Um adquirido ainda frágil. As tentativas de manipulação da comunidade internacional, de observadores, correspondentes e médias estrangeiros, as arrestações e detenções arbitrárias, as deportações, interdições de acesso, intimidações, ameaças a morte, a lista de abusos contra a imprensa, as violações dos direitos humanos e constitucionais, os estupros de mulheres, a corrupção vitiginosa, a pilhagem sistemática do bem público, o tráfico de influência, as demolições de casas dos cidadãos mais carênciados sem indeminização, através o território nacional etc. Naqueles países (Síria, Líbia, Bahrein, Yemen), o trabalho de de obstrução de informação foi até ao assassinato como no caso de Mohamed Al-Nabous, morto em 19 de março por um sniper em Benghazi (Líbia), ou os dois jornalistas mortos no Yemen, no dia 18 de março directamente alvejados por snipers no equílibrio de poder autocrático. Havia sido aumentado em Líbia o número de vítimas pelo regime Kadhafi, mais de 30 casos de detenção arbitrária e tantas expulsões de correspondentes estrangeiros, como aconteceu em Angola, logo os jogos do CAN. Os metódos são similares em Angola, em Síria, no Bahrein e no Yemen, onde o poder multiplicou os esforços para manter a imprensa fora do comum, afim de não difundir as imagens da repressão, mesmo assim sofrerão o mesmo que o Mubarak ou Ben Ali. Os grandes princípios de uma boa constituição, provam a cura de uma democracia. Os ditos debates e a discusão que esta suscitou, serviram de revelação para um número elevado de cidadãos que não interessavam-se da política angolana, hoje tornando-os reveladores de uma fraqueza inquietante da democracia em que vivemos hoje no nosso país. Do sul ao norte, nem um órgão importante de Estado foi submetido à um controlo eficaz e verificamos todos os dias que as eleições não são absolutamente um contra-poder satisfatório. A ocasião desta reflexão institucional sobre Angola, mostra que desde então, os nossos representantes nunca foram atingidos pelo um controlo sério e eficaz. Também as nossas Instituições parecem ter apenas a aparência da democracia, uma super-querida e os cidadãos descobrem cada vez mais que estão pois, excluidos na tomada das medidas e debates que precedem as decisões. Quando procuramos meios de resistir a uma má decisão, apercebemos que nos falta apenas duas escolhas, entre as eleições e a rua para resistir, o que não apresenta absolutamente uma instituição, o que mostra bem pouca de importância em relação os chefes da redacção das nossas instituições em Angola, dão a vontade popular, douzentos anos após a Revolução francesa. Na medida em que a soberania do povo foi abafada pela soberania dos eleitores, que constituiam uma aristocracia no mau sentido do termo, aquele dos valores do poder, cada vez mais que se tratasse de passagem de um poder real ao povo, cada vez que pediam que seja instituida um meio de expressão directa e um processo de decisão autonoma para os próprios cidadãos, num caso que consideravam gravíssimo como o nosso, um pouco de democracia fachada directa, os valores do poder e seus cumplices brandiam a palavão "o povo é o MPLA vesus, o MPLA é o povo", encarregado de uma pura humilhação e bastante revelador de um medo indescoberto, de uma autêntica democracia. Cada vez mais que limos este vertente, cada vez mais apercebemos que é ilusório de esperar dos nossos representantes que entregam de uma forma espontânea um poder real aos cidadãos. Finalmente os representantes do povo confiscaram literalmente o poder do povo e lhe recusam o direito de se exprimir directamente, de decidir ele-prório do seu caminho, principalmente nos pontos mais importantes e fundamentais da nação: a constituição nacional, o ensino, a saúde, o mercado de trabalho, a habitação, a erradicação da pobreza e a miséria, a luta contra a corrupção, a fraude fiscal e paraísso fiscal, a taxa dos movimentos de capitais para erradicar a pobreza, os mecanismos de protecção social, a revisão das instituições, o controle público de criação monetário, o tipo de mandatos dos representantes e a execu ção a todo momento das suas responsabilidades políticas, a escola dos serviços públicos etc. Neste contexto ou os poderes institucionais são como um cadeado, só o povo pode em sim-mesmo exigir que o seu poder reaparece nas instituições. Sem esperar de intensidade dramática de uma revolução, a reforma que se impõe a volta de uma pequena insurreição, que mal conseguem evitar, quanto arrapuças cratocratas agarram-se ao seu poder. Os atenianos ja vinham descobrir a 2 500 anos este vice-maior ligado ao sufrágio universal, sabe-se desde a muito tempo que, as eleições nos conduzem infalivalmente a eleger nós próprios os tiranos e a cristalizar os castas politicianos que confiscam progressivamente todos poderes. Os atenianos conseguiram resolver esta problemática aplicando rigorosamente o princípio de igualdade metindo-os antes do princípio de liberdade, considerando muito justo que outro suporte outro, mas sem inverso. Durante un século, vinham designar o seu porta-voz pelo sorteio, submetido de tal modo a indespensável rotação de cargos, num ambiente de debate geral e permanente. Um século, foi muito, também não era uma utopia mas funcionava melhor e cada problema tinha solução. Sem ter ido até a generalização do sorteio ainda que tem que se falar, é preciso que corrigimos o nosso sistema electoral, instituir uma verdadeira responsabilidade dos representantes, submetindo uma renovação frequente dos homens políticos afim de evitar absolutamente a profissionalização e tornar possível as iniciativas decisional dos cidadãos. Em Angola, José Eduardo dos Santos torna o único representante do povo numa Angola de mais de 15 milhões de habitantes e com diversificação racial, sócio-cultural e religiosa. Mesmo sem a legitimidade do povo, manda e determina sem prestar contas a ninguém. O executivo oportunista e ditador primitivo, nunca partilhou o poder executivo ou com os representantes de outros partidos políticos existentes em Angola nem com a sociedade cívil. Dirige o governo, as instituições de Estado, a justiça e a economia do país sem partilha e sem consenso de maioria angolana. José Eduardo dos Santos e o seu MPLA, não têm programa capaz de responder as demandas do povo angolano. Para o ditador, a paz militar torna a única justificação aos anseios do povo angolano e torna cada vez mais difícil justificar a sua má fé e o ódio que alinhou-o numa guerra sem precedente. Milhares de angolanos perderam vida e tantos outros perderam os seus projectos e a dignidade de ser homens e mulheres. A guerra rompeu e arrastou amizades, arrastou relações matrimonais e familiares. Provocou divisão, separação física, divórcio, viuvez, orfalino, mortandade, sádico, morticínio, pobreza e miséria no seio das populações angolanas. Logo a abertura da I Sessão extraordinária do moribundo Comité Central do seu partido monopoliozário, José Eduardo dos Santos frisou sem vergonha as seguintes grosseiras: Quando éramos jovens, no tempo do colonialismo, sabíamos que a luta de emancipação dos povos era conduzida através de movimentos sindicais, de partidos políticos ou de movimentos de libertação nacional, que tinham como principais animadores líderes e pessoas de grande prestígio e capacidade, muito conhecidas na sociedade. Quando é que José Eduardo dos Santos e o seu partido MPLA, farão balanço para avaliar o número dos angolanos que sacrificaram pelos interesses pessoais dos filhos, tios, sobrinhos, primos e sogros? Quem provocou a guerra que exterminou milhares de angolanos, provocando dificuldades paralelos no seio da sociedade angolana? Quem recusou a partilha do poder em Angola? Quem mandou vir os mercenários cubanos e soviéticos em Angola? Sera que foram os portugueses? I - MISSÃO DE UM CHEFE DE ESTADO a) A missão confiada ao Estado e os seus agentes é de abrir a imancipação dos cidadãos, nomeadamente garantindo a sua honesta informação. A informação fiável é uma condição maior da liberdade e da resistência a opressão dos cidadãos que se organizam ao torno deles próprios, para a garantia contra a apropriação e a manipulação. b) O Estado vela ao respeito de ordem pública e a repartição equitativa dos recursos produzidos. Repartição equitativa não significa igualitarista mas o Estado fixa e põe em termo um salário minímo e um salário maxímo em proporção dos salários médios do momento. c) O Estado protege as pessoas fisícas contra as pessoas morais, nomeadamente em impdî-las essas últimas de crescer excessivamente. d) O Estado protege ao mesmo tempo a propriedade e o trabalho. Nenhum proprietário pode retirar arbitrariamente o seu trabalho aos trabalhador da sua empresa para enriquecer-se: a venda ou liquidação de uma empresa é decidida por via legal, pelos proprietários do capital e pelos salariados da empresa. A Repartisão das riquezas criadas pela respectiva empresa, é decidida conjuntamente pelos proprietarios do capital e pelos trabalhadores. (Nada justifica que o único direito de propriedade sobre o capital, dá a totalidade do poder sobre as riquezas ou recursos produzidos pelos dois factores de produção onde um será o escravo do outro.) e) O Estado organize, finance e protege os serviços públicos. Nem uma lei pode privatizar os serviços que devem ser geridos colectivamente sem objectivos lucrativos nem pena prioritária de reantabilidade que são: •A Polícia Nacional; •A Justiça; •As forças Armadas; •Os Hospitais; •Seguros •Produção e distribuição de água; •Produção e distribuição de energia (electricidade e gaz); •Grande distribuição; •Educação nacional; •Transportes pelas Estradas e caminho de ferro; •Produção e distribuição de informação, em excepção à imprensa escrita e de rádios; •A Televisão pública; •Institutos de produção de estatistícas; •Institutos de sondagens; •Telefones e correios postais; •Energia: •Criação monetário sem lucros e sistema bancária (Casa de compensação); O Estado garante aos cidadãos um direito de palavra pública e vela pela publicidade das opiniões dissidentes em todas matérias. 1. O estado oferece aos cidadãos todas as informações para julgar o seu trabalho. 2. A transparência das decisões públicas é o princípio das instituições públicas e o segredo é uma excepção. Nós os membros do Movimento Patriótico Angolano exigimos: 1. O respeito do princípio da igualidade perante a Constituição e a lei, e ninguém pode ser prejudicado, privilegiado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão da sua ascendência, sexo, raça, etnia, cor, deficiência, língua, local de nascimento, eligião, convicções políticas, ideológicas ou filosóficas, grau de instrução, condição conómica ou social ou profissão em conformidade com o Artigo 23 §1 e 2. 2. O respeito a liberdade de reunião e de manifestação garantida a todos cidadãos e sem armas, sem necessidade de qualquer autorização e nos termos da lei Constitucional no abrigo do Artigo 47°§1 e 2. 3. O respeito a liberdade e direito dos cidadãos de constituir associações livremente e sem dependência de qualquer autorização administrativa, desde que estas se organizem com base em princípios democráticos, nos termos da lei. As associações prosseguem livremente os seus fins, sem interferência das autoridades públicas, e não podem ser dissolvidas ou as suas actividades suspensas, senão nos casos previstos por lei e ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação nem coagido por qualquer meio a permanecer nela. a) Só podem ser proibidas as associações ou quaisquer agrupamento cujos fins ou actividades sejam contrário à ordem constitucional, incitem e pratiquem a violência, promovam o tribalismo, o racismo, a ditadura, o fascismo e a xenofóbia, bem como as associações de tipo militar, paramilitar ou militarizadas como a do MPLA e de José Eduardo dos Santos ao abrigo do Artigo 48° §1, 2, 3 e 4 da lei aprovada em 21 de Janeiro de 2010. 4. O respeito de direito à identidade pessoal, à privacidade e à intimidade, à capacidade cívil, à nacionalidade, ao bom nome e reputação, à imagem, à palavra e à reserva de intimidade da vida privada e familiar estabelecidos pela lei e conhecidos a todos 5. O respeito as garantias efectivas estabelecidas pela lei contra a obtenção e a utilização, abusivas ou contrárias à dignidade humana, de informações relativas às pessoas e às famílias no abrigo do Artigo 32° §1 e 2. O Estado e as suas representações através o mundo têm como tarefas fundamentais: a) Garantir a independência nacional, a integridade territorial e a soberania nacional; b) Assegurar os direitos, liberdades e garantias fundamentais; c) Criar progressivamente as condições necessárias para tornar efectivos os direitos económicos, sociais e culturais dos cidadãos; d) Promover o bem-estar, a solidariedade social e a elevação da qualidade de vida do povo angolano, designadamente dos grupos populacionais mais desfavorecidos; e) Promover a erradicação da pobreza; f) Promover políticas que permitam tornar universais e gratuitos os cuidados primários de saúde; g) Promover políticas que assegurem o acesso universal ao ensino obrigatório gratuito, nos termos definidos por lei; h) Promover a igualdade de direitos e de oportunidades entre os angolanos, sem preconceitos de origem, raça, filiação partidária, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; i) Efectuar investimentos estratégicos, massivos e permanentes no capital humano, com destaque para o desenvolvimento integral das crianças e dos jovens, bem como na educação, na saúde, na economia primária e secundária e noutros sectores estruturantes para o desenvolvimento auto-sustentável; j) Assegurar a paz e a segurança nacional; k) Promover a igualdade entre o homem e a mulher; l) Defender a democracia, assegurar e incentivar a participação democrática dos cidadãos e da sociedade civil na resolução dos problemas nacionais; m) Promover o desenvolvimento harmonioso e sustentado em todo o território nacional, protegendo o ambiente, os recursos naturais e o património histórico, cultural e artístico nacional; n) Proteger, valorizar e dignificar as línguas angolanas de origem africana, como património cultural, e promover o seu desenvolvimento, como línguas de identidade nacional e de comunicação; o) Promover a melhoria sustentada dos índices de desenvolvimento humano dos angolanos; p) Promover a excelência, a qualidade, a inovação, o empreendedorismo, a eficiência e a modernidade no desempenho dos cidadãos, das instituições e das empresas e serviços, nos diversos aspectos da vida e sectores de actividade; q) Outras previstas na Constituição e na lei no abrigo do Artigo 21.º Condenamos de tal forma a violação do o sígilo da correspondência e dos demais meios de comunicação privada, nomeadamente das comunicações postais, telegráficas, telefónicas e Telemáticas que só, por decisão de autoridade judicial competente proferida nos termos da lei, é permitida a ingerência das autoridades públicas na correspondência e nos demais meios de comunicação privada. Todos têm o direito de exprimir, divulgar e compartilhar livremente os seus pensamentos, as suas ideias e opiniões, pela palavra, imagem ou qualquer outro meio, bem como o direito e a liberdade de informar, de se informar e de ser informado, sem impedimentos nem discriminações. O exercício dos direitos e liberdades constantes do número anterior não pode ser impedido nem limitado por qualquer tipo ou forma de censura. As infracções cometidas no exercício da liberdade de expressão e de informação fazem incorrer o seu autor em responsabilidade disciplinar, civil e criminal, nos termos da lei e não a violência e o assassínio. Condenamos de tal forma as intimidações e as ameaças das autoridades angolanas contra os patriótas angolanos que lutam pela liberdade fundamental, a mudança e o bem estar das populações angolanas. Invocamos sem equívoco a destituição do cargo do presidente angolano não eleito no abrigo do Artigo 129° §1 nas seguintes situações: a) Por crime de traição à Pátria e espionagem; b) Por crimes de suborno, peculato e corrupção; c) Por incapacidade e incompetência de conduzir os destinos de Angola e do seu povo; d) Por ser titular de uma nacionalidade brasileira; e) Por crimes hediondos e violentos tal como definidos na presente; f) Por crimes de guerra e de violações dos direitos humanos. g) Por carrecer da legitimidade do povo no abrigo do Artigo 4º § 1 da mesma lei. h) Por utilização abusiva de fundos públicos e o enrequecimento ilícito; i) Por abusos de poderes e tráfico de influências. Constituição 2. Por crime de violação da Constituição que atente gravemente contra: a) O Estado democrático e de direito; b) A segurança do Estado; c) O regular funcionamento das instituições. Exigimos o pronunciamento do Tribunal Supremo de reconhecer e decidir sobre os processos criminais a que se referem as alíneas a), b), c), d) e), f), g), h) e i) do n.º 1 do presente artigo instaurados contra o Presidente da República. Exigimos o pronunciamento do Tribunal Constitucional de reconhecer e decidir os processos de destituição do Presidente da República a que se referem as alíneas a), b), e c) do n.º 2 do presente artigo. Exigimos aos deputados da Assembleia Nacional de Angola, de fundamentar e incumbir a presente iniciativa destes processos de responsabilização criminal e dos processos de destituição do presidente da República não eleito, a que se referem nos números anteriores a Assembleia Nacional. 6 - Para as futuras líderanças, analisem e assumam as suas responsabilidades pelos actos: Diante de um conflito reavaliem as suas atitudes e tentem perceber se não teve alguma atitude que o desencadeou. Ao perceber a situação conversem com as pessoas envolvidas e peça desculpas. Conselho do bom amigo. Unidade, Determinação, Coragem e Honestidade. Unidos venceremos QUE DEUS ABENCOE ANGOLA E OS SEUS POVOS Feito em Bruxelas, aos 18 de Maio de 2011 – Ano da mudança de Angola Massunguna da Silva Pedro PR do MPDA EU |
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quinta-feira, 19 de maio de 2011
MPDA:José Eduardo dos Santos e o seu MPLA, não têm programa para os Angolanos.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Caso « Angolagate » discutido em Angola.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
O desfecho do caso “Angolagate” foi discutido en Angola entre o Presidente angolano José Eduardo dos Santos e o empresário francês Pierre Falcone, recebido em Luanda. Pierre Falcone considerou a decisão do tribunal francês como “um dia de vitória”.
Satisfação manifesta no final do encontro com as declarações de Pierre Falcone : “É com imensa felicidade que vim aqui partilhar com o Presidente da República, como com todos os amigigos angolanos (...) este grande dia de vitória do Governo de Angola, do Presidente José Eduardo dos Santos, da minha família e companheiro (Arkady Gaydamak) que injustamente foram acusados”.
Pierre Falcone foi condenado em França, em 2009, por ter dirigido uma rede de tráfico de armas durante a guerra civil angolana, nos anos 90. Juntamente com o seu parceiro russo-israélita Arkady Gaydamak, foi condenado a seis anos de prisão.
Este ano, a sentença do tribunal de segunda instância, emitida a 29 de abril, não confirmou as acusações de tráfico de armas, ao mesmo tempo que considerou que esta venda foi feita sob ordens do Estado Angola.
Na altura do veredicto, no passado mês de abril, o Governo angolano saudou a decisão alegando nunca ter compreendido a razão de Angola ter sido posta em causa pelas instâncias judiciais francesas neste processo. Contactado pela RFI, Rui Falcão, secretário de informação do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola), partido no poder, ao reagir a esta decisão, considerou-a boa e voltou a dizer que a venda de armas foi um assunto de Estado a Estado.
Com o nosso correspondente em Luanda, Avelino Miguel
Pierre Falcone, o principal acusado no caso Angolagate.
AFP / Martin Bureau.
Pierre Falcone foi condenado em França, em 2009, por ter dirigido uma rede de tráfico de armas durante a guerra civil angolana, nos anos 90. Juntamente com o seu parceiro russo-israélita Arkady Gaydamak, foi condenado a seis anos de prisão.
Este ano, a sentença do tribunal de segunda instância, emitida a 29 de abril, não confirmou as acusações de tráfico de armas, ao mesmo tempo que considerou que esta venda foi feita sob ordens do Estado Angola.
Na altura do veredicto, no passado mês de abril, o Governo angolano saudou a decisão alegando nunca ter compreendido a razão de Angola ter sido posta em causa pelas instâncias judiciais francesas neste processo. Contactado pela RFI, Rui Falcão, secretário de informação do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola), partido no poder, ao reagir a esta decisão, considerou-a boa e voltou a dizer que a venda de armas foi um assunto de Estado a Estado.
Com o nosso correspondente em Luanda, Avelino Miguel
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Financiamento vai ajudar a dobrar geração de energia na Guiné-Bissau.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Banco Mundial vai melhorar a disponibilidade de água potável e do clima de negócios no país; mais de 100 geradores privados abastecem grandes consumidores.
A Guiné-Bissau vai receber um financiamento adicional do Banco Mundial orçado em US$ 2,2 milhões para apoiar os sectores de água e energia. O valor vai permitir a compra de um gerador e é acrescido aos US$ 12,7 milhões aprovados pela instituição em 2010.
O montante deve aumentar ao dobro a capacidade de distribuição de electricidade na capital Bissau, além de melhorar a disponibilidade de água potável e do clima de negócios, apontou o economista Moez Cherif, do Banco Mundial.
Geradores Eléctricos
Falhas no fornecimento de energia levaram grandes consumidores privados a optarem por geradores eléctricos.
De acordo com a instituição, cerca de 20 megawatts são produzidos por mais de 100 geradores instalados na capital do país por embaixadas, organizações internacionais, hotéis e outras instituições.
Para o Banco Mundial, a situação acarreta prejuízos às autoridades guineenses em termos competitivos, "além do impacto ambiental negativo pelo facto de pequenos geradores oferecerem menor eficiência em termos de custos, se comparados às centrais eléctricas."
Fonte: Rádio ONU
Banco Mundial vai melhorar a disponibilidade de água potável e do clima de negócios no país; mais de 100 geradores privados abastecem grandes consumidores.
Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.
A Guiné-Bissau vai receber um financiamento adicional do Banco Mundial orçado em US$ 2,2 milhões para apoiar os sectores de água e energia. O valor vai permitir a compra de um gerador e é acrescido aos US$ 12,7 milhões aprovados pela instituição em 2010.
O montante deve aumentar ao dobro a capacidade de distribuição de electricidade na capital Bissau, além de melhorar a disponibilidade de água potável e do clima de negócios, apontou o economista Moez Cherif, do Banco Mundial.
Geradores Eléctricos
Falhas no fornecimento de energia levaram grandes consumidores privados a optarem por geradores eléctricos.
De acordo com a instituição, cerca de 20 megawatts são produzidos por mais de 100 geradores instalados na capital do país por embaixadas, organizações internacionais, hotéis e outras instituições.
Para o Banco Mundial, a situação acarreta prejuízos às autoridades guineenses em termos competitivos, "além do impacto ambiental negativo pelo facto de pequenos geradores oferecerem menor eficiência em termos de custos, se comparados às centrais eléctricas."
Fonte: Rádio ONU
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Empresa angolana constrói 100 habitações na Guiné-Bissau.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
A FreiMar, uma empresa angolana, vai construir 100 casas na Guiné-Bissau. A informação foi apresentada pelo representante da empresa em Bissau, Maria de Fátima Gomes.
A FreiMar vai investir na área da construção civil em Bissau. Depois de ter verificado, mediante duas visitas realizadas ao país no início do ano, uma "carência ao nível da habitação" a empresa angolana vai investir na construção de 100 habitações."No âmbito da estratégia da FreiMar optamos pela expansão para a Guiné-Bissau e como constatamos carência ao nível da habitação decidimos construir 100 casas a médio prazo", explicou Maria de Fátima Gomes.Para já, a FreiMar vai arrancar com a construção de sete casas de baixo custo totalmente financiadas por recursos da empresa, prevendo depois a construção de mais sete.Maria de Fátima Gomes disse também que, numa fase posterior, a empresa está interessada em "outros sectores como a agricultura, indústria, pescas e serviços financeiros".
Fonte: Diário Digital/Lusa
terça-feira, 17 de maio de 2011
Portugal: O Obama de Massamá. Passos Coelho, "Sou o mais africano de todos os candidatos."
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Foto: (Lusa/i)
O Obama de Massamá. Passos casa com África mas imigrantes não gostam.
Por Sónia Cerdeira e Luís Claro, i.
Uma boa parte da comunidade africana não se interessa em eleições. "Nem sequer se vão recensear", diz CNE.
"Sou o mais africano de todos os candidatos." As palavras de Passos Coelho, no domingo, durante um encontro com imigrantes na Amadora, não caíram bem junto da comunidade africana em Portugal.
"Mas é africano porquê? Porque a mulher é africana? Porque tem uma filha africana? ''Casei com África''... Isso é uma hipocrisia, um paternalismo. Foi um mau princípio de conversa que Passos teve com a imigração", afirmou ao i Timóteo Macedo, presidente da Associação Solidariedade Imigrante. "Esta atitude tem sido a da sociedade portuguesa em relação às comunidades mais excluídas, uma atitude de feridas mal saradas do colonialismo que não tratam os cidadãos como iguais a si, porque se tratassem não tinham de dizer que a mulher nasceu em tal sítio", completa.
A opinião é partilhada por Celeste Correia, deputada do PS e presidente da Assembleia-Geral da Associação Cabo- -verdiana: "É vergonhoso que um político que pretende ser primeiro-ministro use a cor da mulher e a antecedentes da família para tentar captar votos na comunidade portuguesa de origem africana e dizer que por causa disso tem uma sensibilidade diferente."
Mas o entendimento de Passos Coelho é outro. "Podem ter a certeza de que tenho uma sensibilidade muito especial para tudo o que são os problemas destas comunidades. A minha raiz pessoal está muito ligada a África, também. Praticamente posso dizer que casei com África", afirmou. Mas o apelo do líder do PSD ao voto dos imigrantes não é válido para todos. Segundo a legislação eleitoral portuguesa, os imigrantes não podem votar para as eleições legislativas, com a excepção de "cidadãos brasileiros com estatuto especial de igualdade e direitos políticos", que são cerca de mil no país, o que sucede devido a acordos de reciprocidade.
E há outro motivo para esta declaração ter impacto reduzido no resultado das eleições. "Em Portugal, tradicionalmente as comunidades de imigrantes não se envolvem nos actos eleitorais", diz ao i João Quelhas, da Associação Portuguesa de Marketing Político, lembrando que "a grande maioria dos imigrantes ou não estão recenseados ou excluem--se de participar". O especialista diz que, ao contrário do que acontece em países como os Estados Unidos ou França, os imigrantes têm "uma expressão eleitoral muito reduzida" e "concentram a sua militância em algumas associações". O que, no entender do especialista em marketing político, deveria "merecer a atenção da Comissão Nacional de Eleições (CNE) ou de outra organização desse género, mas isso não tem acontecido". O porta-voz da CNE, Nuno Godinho de Matos, diz que "é um facto que o recenseamento dos imigrantes é muito diminuto e a maioria dos recenseados são brasileiros". Os portugueses de origem familiar africana, confirma o porta-voz da CNE, mesmo quando podem votar não o fazem. "Nem sequer se vão recensear", diz.
Mudar legislação? Timóteo Macedo, que é também dirigente do Bloco de Esquerda, queixa-se da falta de direitos dos imigrantes: "Mais de 90% dos cidadãos que vivem em Portugal e estão regularizados não podem votar. Não são só bons para trabalhar e pagar impostos também deviam ter direito a escolher." Para isso é preciso que a Constituição Portuguesa seja alterada. António Vitorino, socialista e ex-comissário europeu para os Assuntos Internos e Justiça, defendeu ontem que a participação dos imigrantes na política portuguesa está "aquém do desejável". "Há muito para fazer em relação à participação política e mudar a Constituição é um início", afirmou, durante a conferência "Políticas de Imigração e Direitos Humanos", na Universidade King''s College de Londres. Vitorino lamentou ainda a timidez dos partidos nas propostas sobre o direito ao voto aos imigrantes. "Há um contraste entre a multiculturalidade e a cor que se vê nas ruas de Lisboa e [a que se vê] no parlamento", constatou.
Passos Coelho parece querer dar um passo no sentido de permitir aos imigrantes o direito ao voto. Um dos presentes no encontro de domingo propôs a criação de um círculo eleitoral para os imigrantes, mas o presidente do PSD discordou: "Sabe porquê? Porque isso seria verdadeiramente discriminatório. Temos de dar a possibilidade aos imigrantes de poderem votar também." A fórmula ficou, no entanto, por definir.
Para Celeste Correia, as declarações de Passos Coelho "podem ter um resultado perverso". "É uma caça desesperada ao voto. Estive hoje numa acção do Observatório da Imigração, na Gulbenkian, e comentava-se nos corredores que Passos foi muito infeliz, falei com guineenses e cabo-verdianos que me disseram que não gostaram", afirma. Já para João Quelhas, a declaração do líder do PSD pretende, sobretudo ,"transmitir uma afinidade".
"Obama de Massamá" Passos Coelho é conhecido dentro do PSD por Obama de Massamá, por ter escolhido os subúrbios da capital para morar e por ter casado com Laura Ferreira, nascida na Guiné-Bissau, segundo dá conta a sua biografia autorizada "Passos Coelho. Um homem invulgar", da jornalista Felícia Cabrita. Barack Obama foi o primeiro presidente norte-americano de raízes africanas a ser eleito. As suas origens foram muito faladas ao longo da campanha eleitoral e, já depois de eleito, o presidente dos EUA teve mesmo de apresentar a certidão de nascimento para provar que tinha nascido em solo americano.
Fonte: i
Foto: (Lusa/i)
O Obama de Massamá. Passos casa com África mas imigrantes não gostam.
Por Sónia Cerdeira e Luís Claro, i.
Uma boa parte da comunidade africana não se interessa em eleições. "Nem sequer se vão recensear", diz CNE.
"Sou o mais africano de todos os candidatos." As palavras de Passos Coelho, no domingo, durante um encontro com imigrantes na Amadora, não caíram bem junto da comunidade africana em Portugal.
"Mas é africano porquê? Porque a mulher é africana? Porque tem uma filha africana? ''Casei com África''... Isso é uma hipocrisia, um paternalismo. Foi um mau princípio de conversa que Passos teve com a imigração", afirmou ao i Timóteo Macedo, presidente da Associação Solidariedade Imigrante. "Esta atitude tem sido a da sociedade portuguesa em relação às comunidades mais excluídas, uma atitude de feridas mal saradas do colonialismo que não tratam os cidadãos como iguais a si, porque se tratassem não tinham de dizer que a mulher nasceu em tal sítio", completa.
A opinião é partilhada por Celeste Correia, deputada do PS e presidente da Assembleia-Geral da Associação Cabo- -verdiana: "É vergonhoso que um político que pretende ser primeiro-ministro use a cor da mulher e a antecedentes da família para tentar captar votos na comunidade portuguesa de origem africana e dizer que por causa disso tem uma sensibilidade diferente."
Mas o entendimento de Passos Coelho é outro. "Podem ter a certeza de que tenho uma sensibilidade muito especial para tudo o que são os problemas destas comunidades. A minha raiz pessoal está muito ligada a África, também. Praticamente posso dizer que casei com África", afirmou. Mas o apelo do líder do PSD ao voto dos imigrantes não é válido para todos. Segundo a legislação eleitoral portuguesa, os imigrantes não podem votar para as eleições legislativas, com a excepção de "cidadãos brasileiros com estatuto especial de igualdade e direitos políticos", que são cerca de mil no país, o que sucede devido a acordos de reciprocidade.
E há outro motivo para esta declaração ter impacto reduzido no resultado das eleições. "Em Portugal, tradicionalmente as comunidades de imigrantes não se envolvem nos actos eleitorais", diz ao i João Quelhas, da Associação Portuguesa de Marketing Político, lembrando que "a grande maioria dos imigrantes ou não estão recenseados ou excluem--se de participar". O especialista diz que, ao contrário do que acontece em países como os Estados Unidos ou França, os imigrantes têm "uma expressão eleitoral muito reduzida" e "concentram a sua militância em algumas associações". O que, no entender do especialista em marketing político, deveria "merecer a atenção da Comissão Nacional de Eleições (CNE) ou de outra organização desse género, mas isso não tem acontecido". O porta-voz da CNE, Nuno Godinho de Matos, diz que "é um facto que o recenseamento dos imigrantes é muito diminuto e a maioria dos recenseados são brasileiros". Os portugueses de origem familiar africana, confirma o porta-voz da CNE, mesmo quando podem votar não o fazem. "Nem sequer se vão recensear", diz.
Mudar legislação? Timóteo Macedo, que é também dirigente do Bloco de Esquerda, queixa-se da falta de direitos dos imigrantes: "Mais de 90% dos cidadãos que vivem em Portugal e estão regularizados não podem votar. Não são só bons para trabalhar e pagar impostos também deviam ter direito a escolher." Para isso é preciso que a Constituição Portuguesa seja alterada. António Vitorino, socialista e ex-comissário europeu para os Assuntos Internos e Justiça, defendeu ontem que a participação dos imigrantes na política portuguesa está "aquém do desejável". "Há muito para fazer em relação à participação política e mudar a Constituição é um início", afirmou, durante a conferência "Políticas de Imigração e Direitos Humanos", na Universidade King''s College de Londres. Vitorino lamentou ainda a timidez dos partidos nas propostas sobre o direito ao voto aos imigrantes. "Há um contraste entre a multiculturalidade e a cor que se vê nas ruas de Lisboa e [a que se vê] no parlamento", constatou.
Passos Coelho parece querer dar um passo no sentido de permitir aos imigrantes o direito ao voto. Um dos presentes no encontro de domingo propôs a criação de um círculo eleitoral para os imigrantes, mas o presidente do PSD discordou: "Sabe porquê? Porque isso seria verdadeiramente discriminatório. Temos de dar a possibilidade aos imigrantes de poderem votar também." A fórmula ficou, no entanto, por definir.
Para Celeste Correia, as declarações de Passos Coelho "podem ter um resultado perverso". "É uma caça desesperada ao voto. Estive hoje numa acção do Observatório da Imigração, na Gulbenkian, e comentava-se nos corredores que Passos foi muito infeliz, falei com guineenses e cabo-verdianos que me disseram que não gostaram", afirma. Já para João Quelhas, a declaração do líder do PSD pretende, sobretudo ,"transmitir uma afinidade".
"Obama de Massamá" Passos Coelho é conhecido dentro do PSD por Obama de Massamá, por ter escolhido os subúrbios da capital para morar e por ter casado com Laura Ferreira, nascida na Guiné-Bissau, segundo dá conta a sua biografia autorizada "Passos Coelho. Um homem invulgar", da jornalista Felícia Cabrita. Barack Obama foi o primeiro presidente norte-americano de raízes africanas a ser eleito. As suas origens foram muito faladas ao longo da campanha eleitoral e, já depois de eleito, o presidente dos EUA teve mesmo de apresentar a certidão de nascimento para provar que tinha nascido em solo americano.
Fonte: i
A liberdade de imprensa ainda é um sonho no Zimbabué.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
O governo do presidente Robert Mugabe tem emitido licenças a uma série de novos jornais, como resultado de acordos entre os grandes partidos após as eleições fraudulentas em 2008.
Entre o novo lote de publicações são Newsday, um diário publicado pela Alpha Media Holdings, que também publica o Zimbabwe Independent e Standard.
Outra publicação de importante novidade é o Daily News, da propriedade da Associated Newspapers do Zimbabué, que foi fechada em 2003 por não cumprir com as cláusulas de inscrição no mais notórios das legislações da mídia Mugabe, o Acesso à Informação e Protecção da Privacidade (AIPPA ). Antes disso, pressionaram a empresa de impressão que foi destruído em um atentado a bomba. Apesar de ninguém onipresente do serviço de inteligência do estado nunca ter sido cobrado.
Os novos jornais privados apresentaram uma medida de diversidade, mas o "público" mídia permanece no firme controle do aparelho do Estado com propaganda implacável.
"O ambiente no Zimbabué continua ameaçado pela mídia, impedimentos legais e administrativas." Embaixador dos Estados Unidos em Harare, Ray Charles.
Apesar da proliferação de novas publicações, o regime de Mugabe se recusou a abrir o espaço radiofónico. Como resultado, a única voz ouvida em toda a terra é de Mugabe. Há também e permanece na legislação, uma série de medidas que afetam a liberdade de imprensa.
"O ambiente da mídia no Zimbábue continua ameaçado por obstáculos jurídicos e administrativos", embaixador dos Estados Unidos em Harare, Ray Charles, disse em uma reunião sobre o Dia da Liberdade de Imprensa, 3 de maio. "Os jornalistas e editores continuam a estar sob ameaça de fazer o seu trabalho com o aumento da auto-censura por medo de processos por difamação."
Media de Mugabe e do ministro da Informação, Webster Shamu chamou os jornalistas do Zimbabwe que trabalham na diáspora a regressar a casa. Ele também pediu o que o governo chama de estações "piratas" de rádio transmitindo ao Zimbabué do exterior, para fechar. Mas os editores disseram que o Estado deve garantir uma passagem rápida e sem obstáculos para aqueles que querem voltar e o fim do ódio mongering na mídia estatal.
Atualmente, os líderes do MDC estão sujeitas a ataques mordazes do Zimbabwe Broadcasting Corporation (Zbc) e é negado o direito de resposta. A emissora nacional nas últimas semanas foi a tentativa de transferir a responsabilidade pela violência ao MDC. Bennett, mas rejeitou essa alegação como ridículo.
"O que temos no Zimbabué", disse ele numa reunião de negócios em Londres, "é uma confraria de assassinos impiedosos, os bullies e os indivíduos incompetentes que aparece como uma organização política."
O advogado de Zimbabué de direitos humanos Beatrice Mtetwa acredita que Zbc é incapaz de reforma. O foco deveria ser sobre os recém-chegados, disse ela.
"Eu duvido que Zbc em seu estado atual e em nosso ambiente político atual pode ser transformado", disse ela sobre o Dia da Liberdade de Imprensa. "O caminho que deveria ser tomada não é a transformação de Zbc mas proporcionar uma concorrência séria para Zbc".
Os profissionais de comunicação social querem que a Comissão Mídia do Zimbabwe, que é responsável pelo licenciamento de jornais e emissoras, a ser mais pró-ativa na eliminação de leis de mídia que impedem os novos jogadores. Eles ressaltam que já passaram dois anos desde que os representantes dos meios estatais e privadas que se reuniram no resort à beira do lago de Kariba para discutir as reformas. Houve consenso de que AIPPA deve seguir.
Mas essa breve "Primavera do Harare" tem fracassado como os limites do próprio Estado para o licenciamento de um punhado de documentos antes das eleições do próximo ano, e se recusa a permitir que as vozes independentes subam as ondas.
O que está claro em tudo isso é que o público não será capaz de fazer uma escolha informada nas urnas. Com isso a democracia está em causa, o futuro do Zimbabué continua a ser decepcionante no curto prazo.
Fonte: Globalpost
Newsday é um dos novos jornais de propriedade privada que o presidente Robert Mugabe deu permissão para imprimir no ano passado, mas o governo se recusou a permitir maior liberdade de imprensa. (Desmond Kwande AFP / Getty Images / Getty Images).
HARARE, Zimbábue - "Publicar e ser condenado" é mais do que apenas uma expressão no Zimbábue hoje, onde a mídia é restrita e sob ameaça. O governo do presidente Robert Mugabe tem emitido licenças a uma série de novos jornais, como resultado de acordos entre os grandes partidos após as eleições fraudulentas em 2008.
Entre o novo lote de publicações são Newsday, um diário publicado pela Alpha Media Holdings, que também publica o Zimbabwe Independent e Standard.
Outra publicação de importante novidade é o Daily News, da propriedade da Associated Newspapers do Zimbabué, que foi fechada em 2003 por não cumprir com as cláusulas de inscrição no mais notórios das legislações da mídia Mugabe, o Acesso à Informação e Protecção da Privacidade (AIPPA ). Antes disso, pressionaram a empresa de impressão que foi destruído em um atentado a bomba. Apesar de ninguém onipresente do serviço de inteligência do estado nunca ter sido cobrado.
Os novos jornais privados apresentaram uma medida de diversidade, mas o "público" mídia permanece no firme controle do aparelho do Estado com propaganda implacável.
"O ambiente no Zimbabué continua ameaçado pela mídia, impedimentos legais e administrativas." Embaixador dos Estados Unidos em Harare, Ray Charles.
Apesar da proliferação de novas publicações, o regime de Mugabe se recusou a abrir o espaço radiofónico. Como resultado, a única voz ouvida em toda a terra é de Mugabe. Há também e permanece na legislação, uma série de medidas que afetam a liberdade de imprensa.
"O ambiente da mídia no Zimbábue continua ameaçado por obstáculos jurídicos e administrativos", embaixador dos Estados Unidos em Harare, Ray Charles, disse em uma reunião sobre o Dia da Liberdade de Imprensa, 3 de maio. "Os jornalistas e editores continuam a estar sob ameaça de fazer o seu trabalho com o aumento da auto-censura por medo de processos por difamação."
Leis criminais de difamação do Zimbabwe são uma relíquia do império, concebido para calar as vozes do nacionalismo insurgente de domínios distantes da Grã-Bretanha. A maioria das ex-colónias têm revogado essa legislação, alegando que ele é incompatível com as normas democráticas. Atualmente, o alto funcionário do MDC, Roy Bennett é incapaz de regressar ao Zimbabwe para assumir seu cargo no governo, porque a ameaça da acusação paira sobre ele.
Media de Mugabe e do ministro da Informação, Webster Shamu chamou os jornalistas do Zimbabwe que trabalham na diáspora a regressar a casa. Ele também pediu o que o governo chama de estações "piratas" de rádio transmitindo ao Zimbabué do exterior, para fechar. Mas os editores disseram que o Estado deve garantir uma passagem rápida e sem obstáculos para aqueles que querem voltar e o fim do ódio mongering na mídia estatal.
Atualmente, os líderes do MDC estão sujeitas a ataques mordazes do Zimbabwe Broadcasting Corporation (Zbc) e é negado o direito de resposta. A emissora nacional nas últimas semanas foi a tentativa de transferir a responsabilidade pela violência ao MDC. Bennett, mas rejeitou essa alegação como ridículo.
"O que temos no Zimbabué", disse ele numa reunião de negócios em Londres, "é uma confraria de assassinos impiedosos, os bullies e os indivíduos incompetentes que aparece como uma organização política."
O advogado de Zimbabué de direitos humanos Beatrice Mtetwa acredita que Zbc é incapaz de reforma. O foco deveria ser sobre os recém-chegados, disse ela.
"Eu duvido que Zbc em seu estado atual e em nosso ambiente político atual pode ser transformado", disse ela sobre o Dia da Liberdade de Imprensa. "O caminho que deveria ser tomada não é a transformação de Zbc mas proporcionar uma concorrência séria para Zbc".
Os profissionais de comunicação social querem que a Comissão Mídia do Zimbabwe, que é responsável pelo licenciamento de jornais e emissoras, a ser mais pró-ativa na eliminação de leis de mídia que impedem os novos jogadores. Eles ressaltam que já passaram dois anos desde que os representantes dos meios estatais e privadas que se reuniram no resort à beira do lago de Kariba para discutir as reformas. Houve consenso de que AIPPA deve seguir.
Mas essa breve "Primavera do Harare" tem fracassado como os limites do próprio Estado para o licenciamento de um punhado de documentos antes das eleições do próximo ano, e se recusa a permitir que as vozes independentes subam as ondas.
O que está claro em tudo isso é que o público não será capaz de fazer uma escolha informada nas urnas. Com isso a democracia está em causa, o futuro do Zimbabué continua a ser decepcionante no curto prazo.
Fonte: Globalpost
Mulheres congolesas violadas em Angola durante o seu repatriamento para a RDC.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Por Edlena Barros, DW
A ONU está preocupada com o processo de repatriamento de imigrantes ilegais de Angola para a República Democrática do Congo por forma evitar mais casos de violações.
As Nações Unidades querem acompanhar de perto o processo de repatriamento de imigrantes ilegais de Angola para a República Democrática do Congo (RDC) com vista a travar o aumento de casos de violações registadas durante o processo. A última denúncia de violações de mulheres foi feita por um padre da Caritas na RDC.
É na Província de Kamako, região da República Democrática do Congo que faz fronteira com Angola, que se encontram as cem mulheres congolesas que foram violadas pela polícia angolana, segundo denúncia feita pelo Padre Pierre Mulumba, responsável pelo prelado da Caritas em Luebo (Província do Kasai-Ocidental). “É importante dizer que isto não aconteceu em Luanda, mas sim nas províncias onde de tempo em tempo as pessoas são expulsas... É durante esse movimento que os elementos da polícia angolana aproveitam para violar as mulheres congolesas antes de as expulsar de Angola para a República Democrática do Congo”, disse o padre.
São mulheres com idades entre os 18 e 35 anos, algumas delas casadas, mas que viviam ilegalmente em Angola. Segundo o padre, as violações terão ocorrido entre 1 e 19 de abril de 2011, altura em que também foram expulsos de Angola outros 5.300 congoleses. “As violações aconteceram sobretudo à noite. Quando os policiais prendem essas pessoas elas já estão no limite do estado de fraqueza. E como é uma atitude comum entre os policiais, eles conseguem levar as mulheres para a floresta, casas ou outros lugares desconhecidos e as violações acontecem lá."
Mais de 700 congoleses violados no seu repatriamento de Angola
De acordo com a ONU, em novembro de 2010 mais de 700 congoleses entre homens, mulheres e crianças, foram violados durante o seu repatriamento de Angola.
A representante especial do secretário-geral da ONU para a violência sexual, Margot Wallström, esteve recentemente em Angola e na República Democrática do Congo para junto com as autoridades dos dois países chegar a um consenso com vista resolver a situação. Dos encontros ficou claro que é preciso punir os responsáveis por esses crimes.
“Em Angola o governo precisa aplicar a 'tolerância zero' contra a violência sexual e todas as formas de violência. Nós lutamos contra a impunidade e o governo angolano concordou com isso. Do lado congolês é preciso que eles registem e relatem adequadamente estes casos para que possa ser possível acompanhar o processo e punir os responsáveis”, disse Wallström em entrevista à DW.
A ONU deve acompanhar o processso de repatriamento
A represente especial das Nações Unidas disse ainda que seria bom que ONU acompanhasse de perto o processo de repatriamento. “Se tivermos alguém no terreno trabalhando com as autoridades durante esse processo, poderemos controlar melhor essas situações”, finalizou.
Em outubro de 2009, Angola e a República Democrática do Congo, expulsaram dos seus territórios dezenas de milhares de pessoas. Muitas foram encontradas sem comida nem abrigo na região fronteiriça entre os dois países. Desde 2004, mais de 350 mil imigrantes congoleses clandestinos foram expulsos das províncias mineiras de Angola, na operação "Diamante", que visava combater o tráfico ilegal de diamantes angolanos.
Autora: Edlena Barros
Revisão: António Rocha
Fonte: DW
Por Edlena Barros, DW
A ONU está preocupada com o processo de repatriamento de imigrantes ilegais de Angola para a República Democrática do Congo por forma evitar mais casos de violações.
As Nações Unidades querem acompanhar de perto o processo de repatriamento de imigrantes ilegais de Angola para a República Democrática do Congo (RDC) com vista a travar o aumento de casos de violações registadas durante o processo. A última denúncia de violações de mulheres foi feita por um padre da Caritas na RDC.
É na Província de Kamako, região da República Democrática do Congo que faz fronteira com Angola, que se encontram as cem mulheres congolesas que foram violadas pela polícia angolana, segundo denúncia feita pelo Padre Pierre Mulumba, responsável pelo prelado da Caritas em Luebo (Província do Kasai-Ocidental). “É importante dizer que isto não aconteceu em Luanda, mas sim nas províncias onde de tempo em tempo as pessoas são expulsas... É durante esse movimento que os elementos da polícia angolana aproveitam para violar as mulheres congolesas antes de as expulsar de Angola para a República Democrática do Congo”, disse o padre.
São mulheres com idades entre os 18 e 35 anos, algumas delas casadas, mas que viviam ilegalmente em Angola. Segundo o padre, as violações terão ocorrido entre 1 e 19 de abril de 2011, altura em que também foram expulsos de Angola outros 5.300 congoleses. “As violações aconteceram sobretudo à noite. Quando os policiais prendem essas pessoas elas já estão no limite do estado de fraqueza. E como é uma atitude comum entre os policiais, eles conseguem levar as mulheres para a floresta, casas ou outros lugares desconhecidos e as violações acontecem lá."
Mais de 700 congoleses violados no seu repatriamento de Angola
De acordo com a ONU, em novembro de 2010 mais de 700 congoleses entre homens, mulheres e crianças, foram violados durante o seu repatriamento de Angola.
A representante especial do secretário-geral da ONU para a violência sexual, Margot Wallström, esteve recentemente em Angola e na República Democrática do Congo para junto com as autoridades dos dois países chegar a um consenso com vista resolver a situação. Dos encontros ficou claro que é preciso punir os responsáveis por esses crimes.
“Em Angola o governo precisa aplicar a 'tolerância zero' contra a violência sexual e todas as formas de violência. Nós lutamos contra a impunidade e o governo angolano concordou com isso. Do lado congolês é preciso que eles registem e relatem adequadamente estes casos para que possa ser possível acompanhar o processo e punir os responsáveis”, disse Wallström em entrevista à DW.
A ONU deve acompanhar o processso de repatriamento
A represente especial das Nações Unidas disse ainda que seria bom que ONU acompanhasse de perto o processo de repatriamento. “Se tivermos alguém no terreno trabalhando com as autoridades durante esse processo, poderemos controlar melhor essas situações”, finalizou.
Em outubro de 2009, Angola e a República Democrática do Congo, expulsaram dos seus territórios dezenas de milhares de pessoas. Muitas foram encontradas sem comida nem abrigo na região fronteiriça entre os dois países. Desde 2004, mais de 350 mil imigrantes congoleses clandestinos foram expulsos das províncias mineiras de Angola, na operação "Diamante", que visava combater o tráfico ilegal de diamantes angolanos.
Autora: Edlena Barros
Revisão: António Rocha
Fonte: DW
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Cabo submarino de telecomunicações chega a São Tomé em Dezembro.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
O anúncio foi feito esta manhã pelo Governo, num encontro de peritos dos países africanos que vão estar conectados ao cabo submarino que tem dois ramais. Um está a descer de Portugal rumo África do Sul e outro está a subir da África do Sul em direcção a Europa. Os dois ramais vão se cruzar em São Tomé. A ilha africana tem assim a vantagem de ter dois ramais de cabo submarino, já em Dezembro próximo. Segundo a equipa técnica que está a trabalhar no processo, o cabo submarino chegará a São Tomé entre 1 e 15 de Dezembro próximo. O cabo submarino que vai revolucionar as telecomunicações a nível nacional, conferindo celeridade ao serviço internet, só estará disponível ao público a partir de 2012. Para São Tomé e Príncipe o projecto de instalação do cabo submarino está avaliado em 25 milhões de dólares. O Estado são-tomense através do financiamento do Banco Mundial já disponibilizou 10 milhões de dólares. A outra parte, ou seja, 15 milhões de dólares são assegurados por duas entidades. A CST participada pela Portugal Telecom e o Estado são-tomense, garante 10 milhões de dólares, e os restantes 5 milhões são assegurados pela instituição internacional que está a conduzir o cabo de fibra óptica para ligar África e o mundo. O cabo submarino chega a São Tomé entre 1 e 15 de Dezembro. A CST já está a executar obras no sentido de receber o cabo submarino, nomeadamente a reabilitação e apetrechamento da antiga estação de São Gabriel, que vai funcionar como a base central de distribuição do cabo de fibra óptica a nível nacional.
Fonte: Telanon.info
O anúncio foi feito esta manhã pelo Governo, num encontro de peritos dos países africanos que vão estar conectados ao cabo submarino que tem dois ramais. Um está a descer de Portugal rumo África do Sul e outro está a subir da África do Sul em direcção a Europa. Os dois ramais vão se cruzar em São Tomé. A ilha africana tem assim a vantagem de ter dois ramais de cabo submarino, já em Dezembro próximo. Segundo a equipa técnica que está a trabalhar no processo, o cabo submarino chegará a São Tomé entre 1 e 15 de Dezembro próximo. O cabo submarino que vai revolucionar as telecomunicações a nível nacional, conferindo celeridade ao serviço internet, só estará disponível ao público a partir de 2012. Para São Tomé e Príncipe o projecto de instalação do cabo submarino está avaliado em 25 milhões de dólares. O Estado são-tomense através do financiamento do Banco Mundial já disponibilizou 10 milhões de dólares. A outra parte, ou seja, 15 milhões de dólares são assegurados por duas entidades. A CST participada pela Portugal Telecom e o Estado são-tomense, garante 10 milhões de dólares, e os restantes 5 milhões são assegurados pela instituição internacional que está a conduzir o cabo de fibra óptica para ligar África e o mundo. O cabo submarino chega a São Tomé entre 1 e 15 de Dezembro. A CST já está a executar obras no sentido de receber o cabo submarino, nomeadamente a reabilitação e apetrechamento da antiga estação de São Gabriel, que vai funcionar como a base central de distribuição do cabo de fibra óptica a nível nacional.
Fonte: Telanon.info
'Marcha das vadias' ganha adeptos e se multiplica nos EUA.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
LUCIANA COELHO
EM BOSTON
Jovem segura cartaz em frente a posto policial durante uma 'Slut Walk', no Canadá.
Estuprada por colegas na faculdade em uma festa, Jaclyn Friedman nunca chegou a dar queixa. "Tanta gente disse que eu seria culpada, por estar na festa, por estar bebendo, por me vestir como eu me visto, que eu desisti."
O episódio, que aconteceu há quase duas décadas e foi narrado com resignação à Folha, marcou a vida da escritora e ativista feminista.
Seus agressores, inicialmente expulsos da faculdade, acabaram readmitidos e impunes, diz ela.
No último sábado, aos 39 anos, sutiã à mostra e tatuagem anunciando "corajosa", era Jaclyn uma das oradoras da SlutWalk, a "marcha das vadias", que reuniu 2.000 pessoas em Boston.
Até o segundo semestre, o movimento que começou em Toronto e pipocou em outras dez cidades dos EUA e do Canadá deve chegar a mais 40 cidades americanas e 19 outras pelo mundo.
Nova York, Houston, Londres, Johannesburgo e Buenos Aires estão no roteiro para reivindicar o significado da palavra "slut" (traduzível como "puta" ou "vadia", mas que na origem era "mulher desordeira").
"Porque nós vivemos um mundo de mentiras, sempre ouviremos que devemos ser obedientes, discretas, disponíveis e nunca agressivas -se o formos, viramos putas, e essa palavra é usada para nos pôr na linha", disse Jaclyn. A plateia urrou.
A SlutWalk surgiu como um protesto em resposta ao comentário de um policial canadense que orientou universitários dizendo: "Se a mulher não se vestir como uma vadia, reduz-se o risco de ela sofrer um estupro".
A frase reverberou não só no Canadá. Qualquer país, afinal, tem exemplos do que os organizadores chamam de "cultura de estupro": considerar o estupro um crime menor ou provocado pela vítima (quase sempre mulher, mas às vezes, homem).
MACHISMO
Os comentários de Paulo Maluf (com seu "estupra, mas não mata") e do comediante Rafinha Bastos (sobre mulheres feias que deveriam agradecer pelo estupro) traduzem o raciocínio.
Mas a SlutWalk vai além dos comentários machistas - como o da senhora que, ao ver Theresa Esconditto, 29, a caminho da marcha com "estou pedindo", estampado no decote, reprovou. "Espero que esteja assim para uma peça de teatro."
Como Jaclyn, muitas das participantes foram estupradas. "Não dá mais para que nos violem e nos culpem por isso, nem que nos digam o que fazer com nossos corpos", disse à Folha a comediante Cameryn Moore.
Na marcha majoritariamente feminina, moças carregavam frases como "meu vestido não significa sim". Uma participante tinha um cartaz dizendo ter sido estuprada aos 12 anos. "Estava usando agasalho largo e pantufas. Sou uma puta?"
Fonte: Folha São Paulo.
EM BOSTON
Jovem segura cartaz em frente a posto policial durante uma 'Slut Walk', no Canadá.
Estuprada por colegas na faculdade em uma festa, Jaclyn Friedman nunca chegou a dar queixa. "Tanta gente disse que eu seria culpada, por estar na festa, por estar bebendo, por me vestir como eu me visto, que eu desisti."
O episódio, que aconteceu há quase duas décadas e foi narrado com resignação à Folha, marcou a vida da escritora e ativista feminista.
Seus agressores, inicialmente expulsos da faculdade, acabaram readmitidos e impunes, diz ela.
No último sábado, aos 39 anos, sutiã à mostra e tatuagem anunciando "corajosa", era Jaclyn uma das oradoras da SlutWalk, a "marcha das vadias", que reuniu 2.000 pessoas em Boston.
Até o segundo semestre, o movimento que começou em Toronto e pipocou em outras dez cidades dos EUA e do Canadá deve chegar a mais 40 cidades americanas e 19 outras pelo mundo.
Nova York, Houston, Londres, Johannesburgo e Buenos Aires estão no roteiro para reivindicar o significado da palavra "slut" (traduzível como "puta" ou "vadia", mas que na origem era "mulher desordeira").
"Porque nós vivemos um mundo de mentiras, sempre ouviremos que devemos ser obedientes, discretas, disponíveis e nunca agressivas -se o formos, viramos putas, e essa palavra é usada para nos pôr na linha", disse Jaclyn. A plateia urrou.
A SlutWalk surgiu como um protesto em resposta ao comentário de um policial canadense que orientou universitários dizendo: "Se a mulher não se vestir como uma vadia, reduz-se o risco de ela sofrer um estupro".
A frase reverberou não só no Canadá. Qualquer país, afinal, tem exemplos do que os organizadores chamam de "cultura de estupro": considerar o estupro um crime menor ou provocado pela vítima (quase sempre mulher, mas às vezes, homem).
MACHISMO
Os comentários de Paulo Maluf (com seu "estupra, mas não mata") e do comediante Rafinha Bastos (sobre mulheres feias que deveriam agradecer pelo estupro) traduzem o raciocínio.
Mas a SlutWalk vai além dos comentários machistas - como o da senhora que, ao ver Theresa Esconditto, 29, a caminho da marcha com "estou pedindo", estampado no decote, reprovou. "Espero que esteja assim para uma peça de teatro."
Como Jaclyn, muitas das participantes foram estupradas. "Não dá mais para que nos violem e nos culpem por isso, nem que nos digam o que fazer com nossos corpos", disse à Folha a comediante Cameryn Moore.
Na marcha majoritariamente feminina, moças carregavam frases como "meu vestido não significa sim". Uma participante tinha um cartaz dizendo ter sido estuprada aos 12 anos. "Estava usando agasalho largo e pantufas. Sou uma puta?"
Fonte: Folha São Paulo.
Adoptado plano de acção para Países Menos Avançados.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
No fim da Conferência de Istambul, comunidade internacional e grupo de 48 Estados concordam com objectivos para reduzir a pobreza; Angola e Timor Leste podem sair da categoria em 5 anos.
A comunidade internacional adoptou, nesta sexta-feira, um plano acção de 10 anos no sentido de apoiar os países em desenvolvimento no combate à pobreza.
O pacto, aprovado na cidade turca de Istambul, marcou o encerramento da 4ª Conferência da ONU dos Países Menos Avançados, PMAs. Entre os 48 Estados do grupo, 33 são da África Subsaariana.
Em entrevista à Rádio ONU, de Istambul, o embaixador da Guiné-Bissau junto da ONU, João Soares Gama, manifestou optimismo com o desenvolvimento dos PMAs.
Obrigações
"Traz as obrigações concretas de cada uma das partes, que devem ser implementadas pelos parceiros de desenvolvimento e também aquelas que devem ser implementadas pelos PMAs. Mas, mais do que isso penso que há um mecanismo de seguimento muito claro nacional, regional e mundial que será de forma periódica que ajudará muito para que os nossos países adoptem, nos seus planos de desenvolvimento nacional, os objectivos traçados nestes dois documentos", disse.
Na conferência de Istambul, foi renovada promessa dos países desenvolvidos e em desenvolvimento contribuírem com 0,2% da sua renda anual para os PMAs. Será igualmente estabelecido um plano de desenvolvimento social e económico para os 48 países considerados os mais pobres do mundo.
Delegados
Mais de 800 delegados de todo o planeta participaram na conferência, apontada como a maior sobre o desenvolvimento realizado na última década.
Espera-se que Angola e Timor-Leste, ao lado da Guiné Equatorial, possam sair da categoria em 5 anos. Antes, prevê-se que 3 Estados do Pacífico - nomeadamente Samoa, Tuvalu e Vanuatu - deixem de fazer parte do grupo.
Um apelo foi feito ao sector privado para que reforce o seu papel com investimentos adicionais. Durante os próximos anos, a ONU deve monitorizar a implementação do programa de acção em todos os PMAs.
Fonte: Rádio ONU
No fim da Conferência de Istambul, comunidade internacional e grupo de 48 Estados concordam com objectivos para reduzir a pobreza; Angola e Timor Leste podem sair da categoria em 5 anos.
Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.
O pacto, aprovado na cidade turca de Istambul, marcou o encerramento da 4ª Conferência da ONU dos Países Menos Avançados, PMAs. Entre os 48 Estados do grupo, 33 são da África Subsaariana.
Em entrevista à Rádio ONU, de Istambul, o embaixador da Guiné-Bissau junto da ONU, João Soares Gama, manifestou optimismo com o desenvolvimento dos PMAs.
Obrigações
"Traz as obrigações concretas de cada uma das partes, que devem ser implementadas pelos parceiros de desenvolvimento e também aquelas que devem ser implementadas pelos PMAs. Mas, mais do que isso penso que há um mecanismo de seguimento muito claro nacional, regional e mundial que será de forma periódica que ajudará muito para que os nossos países adoptem, nos seus planos de desenvolvimento nacional, os objectivos traçados nestes dois documentos", disse.
Na conferência de Istambul, foi renovada promessa dos países desenvolvidos e em desenvolvimento contribuírem com 0,2% da sua renda anual para os PMAs. Será igualmente estabelecido um plano de desenvolvimento social e económico para os 48 países considerados os mais pobres do mundo.
Delegados
Mais de 800 delegados de todo o planeta participaram na conferência, apontada como a maior sobre o desenvolvimento realizado na última década.
Espera-se que Angola e Timor-Leste, ao lado da Guiné Equatorial, possam sair da categoria em 5 anos. Antes, prevê-se que 3 Estados do Pacífico - nomeadamente Samoa, Tuvalu e Vanuatu - deixem de fazer parte do grupo.
Um apelo foi feito ao sector privado para que reforce o seu papel com investimentos adicionais. Durante os próximos anos, a ONU deve monitorizar a implementação do programa de acção em todos os PMAs.
Fonte: Rádio ONU
Cabo Verde vai participar em feira nos Estados Unidos.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Segundo fontes da organização citadas pela Inforpress, esta é a primeira exposição cabo-verdiana do género em New Bedford, a cidade-berço da imigração cabo-verdiana nos Estados Unidos.
Segundo fontes da organização citadas pela Inforpress, esta é a primeira exposição cabo-verdiana do género em New Bedford, a cidade-berço da imigração cabo-verdiana nos Estados Unidos.
De 27 a 29 deste mês, o País vai mostrar os seus produtos e serviços na exposição Hello Cabo Verde Expo 2011, em New Bedford, Estados Unidos, uma iniciativa conjunta da embaixada em Washington e do consulado em Boston e com o apoio da Câmara de New Bedford.
Segundo fontes da organização citadas pela Inforpress, esta é a primeira exposição cabo-verdiana do género em New Bedford, a cidade-berço da imigração cabo-verdiana nos Estados Unidos.
Mas a festa de Cabo Verde nas Terras do Tio Sam já começou, desde o dia 8 de Maio, com a apresentação do seu produto mais querid a música.
Foi um acto de pré-lançamento da exposição Hello Cabo Verde Expo 2011 e contou com a presença dos Boy Gé Mendes, Manu Lima e Grace Évora, que fizeram as honras da casa na promoção do arquipélago.
Seguem mais manifestações culturais crioulas durante a exposição, designadamente danças tradicionais, carnaval, sanjon e mazurka.
A Hello Cabo Verde Expo-2011 vai ter lugar no “State Pier” (porto de New Bedford), o ponto de chegada dos cabo-verdianos para sugerir novas partidas com as oportunidades de investimento que existem hoje no mercado emergente de Cabo Verde.
Nesse evento esperam-se, por isso, as presenças de instituições de promoção de Cabo Verde nas áreas de turismo e investimento, para além de cabo-verdianos e cidadãos interessados nas oportunidades que o mercado nacional oferece a interessados dos diferentes cantos dos Estados Unidos, da Europa e de Cabo Verde.
Durante três dias, a Expo-2011 acolhe uma exposição-venda de produtos típicos de Cabo Verde com demonstração, ao ar livre, de manifestações culturais de todas as ilhas do arquipélago.
Vários workshops sobre investimento, turismo, imobiliária, arte e cultura estão, igualmente, programados, assim como espectáculos de diversos artistas cabo-verdianos das ilhas e de outros países da diáspora.
fonte: REDAÇÃO, com Inforpress
Segundo fontes da organização citadas pela Inforpress, esta é a primeira exposição cabo-verdiana do género em New Bedford, a cidade-berço da imigração cabo-verdiana nos Estados Unidos.
Mas a festa de Cabo Verde nas Terras do Tio Sam já começou, desde o dia 8 de Maio, com a apresentação do seu produto mais querid a música.
Foi um acto de pré-lançamento da exposição Hello Cabo Verde Expo 2011 e contou com a presença dos Boy Gé Mendes, Manu Lima e Grace Évora, que fizeram as honras da casa na promoção do arquipélago.
Seguem mais manifestações culturais crioulas durante a exposição, designadamente danças tradicionais, carnaval, sanjon e mazurka.
A Hello Cabo Verde Expo-2011 vai ter lugar no “State Pier” (porto de New Bedford), o ponto de chegada dos cabo-verdianos para sugerir novas partidas com as oportunidades de investimento que existem hoje no mercado emergente de Cabo Verde.
Nesse evento esperam-se, por isso, as presenças de instituições de promoção de Cabo Verde nas áreas de turismo e investimento, para além de cabo-verdianos e cidadãos interessados nas oportunidades que o mercado nacional oferece a interessados dos diferentes cantos dos Estados Unidos, da Europa e de Cabo Verde.
Durante três dias, a Expo-2011 acolhe uma exposição-venda de produtos típicos de Cabo Verde com demonstração, ao ar livre, de manifestações culturais de todas as ilhas do arquipélago.
Vários workshops sobre investimento, turismo, imobiliária, arte e cultura estão, igualmente, programados, assim como espectáculos de diversos artistas cabo-verdianos das ilhas e de outros países da diáspora.
fonte: REDAÇÃO, com Inforpress
sábado, 14 de maio de 2011
A mentira tem pernas curtas.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
O governo do Mpla não quer falar a verdade acerca da gravíssima crise que se consubstancia actualmente na irradiação radioactiva que presentemente afecta as escolas, as crianças, encarregados da educação bem como as comunidades residentes no perímetro do Bairro do Projecto Nova Vida em Luanda! Medo de esconder o quê?
fonte: Angola24horas
O governo do Mpla não quer falar a verdade acerca da gravíssima crise que se consubstancia actualmente na irradiação radioactiva que presentemente afecta as escolas, as crianças, encarregados da educação bem como as comunidades residentes no perímetro do Bairro do Projecto Nova Vida em Luanda! Medo de esconder o quê?
Como acreditar em um governo caduco e mentiroso que permanente e sistematicamente viola os direitos do povo e oculta a verdade ao povo, mesmo sabendo que há vítimas por meio? Como acreditar em infâmias e slogans ensurdecedores e sem sentido "recuperação dos valores cívicos e morais em Angola", vindos de um mentiroso.
O Mpla. Sendo que avaliação de desempenho governativo se estende aos domínios das políticas públicas, que eixo da acção do governo é positivo ao longo dos tenebrosos 34 anos de governação monopartidária do Mpla?
Objectivo é relembrar ao Mpla-governo que o entendimento das realidades e das formas concretas de racionalização e prática do quotidiano das populações constitui um elemento-chave na identificação das potencialidades e dos constrangimentos que surgem nas mais variadas áreas de actuação para o desenvolvimento, para além de significar um aumento dos conhecimentos da realidade socioeconómica actual.
Assim, em vésperas de eleições gerais para Angola em 2011é urgente descodificar as lógicas arcaicas presentes nos programas de governação do Mpla. Como? Fazer o levantamento das necessidades e aspirações dos povos de Angola que na verdade são maioritariamente africanos. Fazer uma avaliação da importância de que se revestem as ideologias e as práticas relacionadas com a urbanidade e o modo como podem ser percepcionadas as referências da maioria pobre dos cidadãos na actualidade.
A um outro nível, é possível encontrar elementos que não só explicam as formas de resolução de contrariedades por onde passa a maioria dos cidadãos angolanos como ainda colocar em destaque as questões mais centrais relativas à segurança e aos riscos múltiplos e variados que constituem as preocupações dos indivíduos e grupos sociais em Angola.
Mas, e em boa verdade, o Mpla não só não percebe os sinais dos tempos, como também é, e a todos títulos incompetentes para conduzir os destinos do nosso País Angola, rumo à prosperidades e felicidade de todos os angolanos. As boas práticas governativas assentes na Transparência, Governança e Boa Governação, são para o Mpla inimigas a combater! Que Despautério! Por isso mesmo, Angola tem de MUDAR de REGIME em 2012...
Constantino Zeferino
Docente universitário e Activista Cívicofonte: Angola24horas
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