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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

sexta-feira, 21 de julho de 2017

ANGOLA: DOS SANTOS E A PORTA DO CAVALO (MORIBUNDO).

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

cavalo

O Presidente da República, líder absoluto do MPLA, Titular do Poder Executivo, Comandante em Chefe das Forças Armadas, José Eduardo dos Santos tinha tudo para, ao fim de 38 anos de poder absoluto e absolutista (despotismo, tirania, autocracia) sair menos beliscado ou até, com alguma ousadia e mestria, ganhar na recta final o que não conseguiu ao longo de décadas: o epíteto de estadista patriota.

Mas não. Se o poder corrompe, o poder selvático corrompe selvaticamente. E foi esta a opção de José Eduardo dos Santos. Embevecido pela megalomania de um poder que julgou divino e que, por isso, legitimava a sua tese de que não era Presidente para servir os seus cidadãos mas, antes, para deles se servir, esqueceu-se que é um simples mortal e que, no fim da linha, o seu epitáfio reflectirá o que de facto é: um reles e déspota ditador.
José Eduardo dos Santos deixa o país, que ajudou determinantemente a ser um reino de características antropófagas em que os mais poderosos se alimentam dos mais fracos, na mais profunda crise da sua história. Um país abençoado por Deus em matéria de riquezas naturais e mosaico humano, mas também por Ele amaldiçoado nestes 42 anos de independência quanto ao nível dos seus dirigentes.
José Eduardo dos Santos esvaziou, deixou que esvaziassem, determinou que esvaziassem e viveu a esvaziar os cofres do Estado, para encher os dos filhos e dos seus amigos de partido, criminosos bajuladores formatados na tese de que o importante não é o que se é mas, apenas, o que se tem. Esqueceu-se, como acontece a todos os ditadores, que o que se tem é efémero e que eterno só é o que se é.
José Eduardo dos Santos promoveu a acumulação política do capital, para criar corruptos de colarinho branco, anafados demagogos e apologistas de que só trabalha quem não sabe fazer outra coisa. E esses, como o seu “querido líder”, limitaram-se a retirar chorudos dividendos do trabalho escravo de milhões de angolanos.
Institucionalizou a política do roubo no Estado, com a expressão “o cabrito come onde está amarrado”, em Malanje, para justificar os roubos de um seu amigo de situação Flávio Fernandes.
Mesmo que não seja julgado pelos homens, e não o será com certeza, o seu mais implacável juiz é a tormenta que sempre se abate, qual tsunami, sobre os ditadores: não há forma de comprar, ou alterar, o fim da história terrena. E o fim do “filme” já está a rodar na tela.
Nem mesmo um outro ténue exemplo de realismo altera a sua criminosa hibernação de 38 anos dos 42 que a parte mais radical da sua seita leva de poder. Vir agora falar de diversificação da economia é como querar aliviar a dor de um pai dizendo que o filho foi assassinado mas que dos sete tiros que levou só um foi… mortal.
Eduardo dos Santos assumiu a falência dos bancos comerciais; CAP; BESA; BPC; BCA; BCI. Não pagou a reforma dos desmobilizados e reformados das Forças Armadas. Fez uma Constituição à sua medida. Privatizou o sistema judicial, que vive a maioria na ilegalidade, violando a sua própria Constituição. Os corruptos, criminosos e gatunos estão sob a sua bênção alojados no poder, privatizou o Estado, transformando-o numa sociedade unipessoal.
Não conseguiu na hora da mudança institucionalizar a democracia interna no MPLA. Indicou um sucessor, que a sua máquina leva às costas, sem carisma e capacidade de alterar o quadro dantesco em que o país definha. O país, não os seus dirigentes.
Eduardo dos Santos não conseguiu, por exemplo, resolver ou apontar um caminho, por esburacado e estreito que fosse, para resolver a questão de 27 de Maio. Não conseguiu instituir um dia dos pais da independência. Mau grado o espelho de aumento que todos os seus acólitos colocam na sua frente, procurando que dessa forma se julgue um gigante, Dos Santos sabe que afinal não passa de um anão. E sabe porque o fim da picada traz, regra geral, momentos de extrema lucidez.
Dos Santos poderia, antes de sair, apadrinhar um Pacto de regime onde todos os actores políticos fossem discutir o país, com seriedade, procurando soluções para estancar a roubalheira, como melhorar a democracia, como terminar com a promiscuidade governantes empresários, como reconciliar os angolanos. Não o fez. Em vez de ser a solução para o problema, mostrou que é um problema para a solução, ainda até ao ponto de perpetuar o problema ao escolher para seu sucessor João Lourenço.
Por isso é mais do que claro que José Eduardo dos Santos é um homem que na desmedida ganância de concentrar o poder absoluto, foi forçado, mais uma vez, a ter de abandonar o seu projecto de governação não de forma voluntária, mas pela doença.
Não deixa uma política de emprego com sustentabilidade, pelo contrário sai como o maior promotor de desemprego dos angolanos e pai da falência das pequenas e médias empresas angolanas.
Dos Santos preferiu dar emprego e minas de dinheiro a empresas estrangeiras como a ODEBRECHT, do que às angolanas, inclusive levou à falência simples empresas de recolha e tratamento de lixo para atribuir a empresas brasileiras cujo objecto é a construção civil e obras públicas
Com todo este estado do País, pese o exército de bajuladores, Dos Santos sairá pela porta do cavalo, pela mais pequenina, como um líder falhado, fracassado, incompetente.
Eduardo dos Santos partirá sem ter deixado um verdadeiro plano de país, uma plano económico viável, que não a corrupção institucional. E quando assim é, e assim é de facto, só lhe resta uma saída honrosa, mais abjecta politicamente, sair como um ditador.
Como se isso não fosse bastante, esconde uma doença que, dadas as suas relevantes funções, deveria ser pública. Deveria, ainda que em desespero, explicar isso mesmo ao Conselho da República. Mas dado o seu atávico desrespeito pelos órgãos de soberania, Assembleia Nacional, Justiça, etc., actos próprios de um ditador, que a exemplo de Luís XIV considera ser ele o Estado.
O legado de Dos Santos é quase nulo e a ladainha de que salvou os dirigentes da UNITA em 2002 é dantesco paradigmática de quem está a léguas de ser um Estadista, mesmo que mediano. É, isso sim, a prova de quem elegeu a morte e o assassinato como uma política de Estado, do seu Estado.
A isso acresce que condenou miúdos inocentes cujo único “crime” foi estarem a ler livro sobre aquilo que só aceitou simular que implantava por a isso ter sido obrigado – democracia. Prendeu Kalupeteka por ser um dos maiores fenómenos de mobilização cristã, cometendo um dos maiores genocídios para acabar com uma congregação religiosa.
fonte: http://jornalf8.net

ANGOLA: É GUERRA QUE QUEREM?

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Dezenas de desmobilizados das FAPLA e das FALA, muitos deles fardados, juntaram-se hoje perto do Ministério de Defesa, em Luanda, para (“por enquanto pacificamente”) protestar contra decisão, arbitrária e prepotente, do ministro da Defesa – João Lourenço – que mandou suspender o pagamento dos irrisórios subsídios e reformas a que têm direito.

Cumprindo ordens superiores do próprio ministro da Defesa, as forças de segurança trataram imediatamente de pôr na ordem os manifestantes, a grande maioria dos quais até agora recebia 20 ou 30 euros por mês.
Embora seja uma questão de carácter laboral, os manifestantes não deixam de lembrar que foram militares, que lutaram pelo seu país, e que “continuam a saber como se usam as armas”, embora essa “não seja a opção que pretendem tomar”.
Recordam, aliás, que “há muitos oficiais na reforma a receber milhares de euros por mês e que, na verdade, nunca foram militares, tendo chegado a essa situação por conivência criminosa do regime”.
A decisão agora tomada por João Lourenço pode já não ser a gota de água que faz transbordar a paciência mas, antes, o fósforo que ateou o rastilho que pode causar um incêndio de graves consequências.
A situação já é antiga e de há muito que os ex-militares angolanos reivindicam também o pagamento de indemnizações e salários em atraso desde 2010. Nem mesmo o Presidente da República, por inerência também comandante das Forças Armadas, e ainda chefe do Governo, José Eduardo dos Santos, mostrou ao longo dos últimos anos qualquer preocupação na resolução do assunto.
“Esta manifestação não é de manifestantes, é de militares e se a polícia não tiver um comportamento adequado, nós também vamos reagir”, dizia em 19 de Abril de 2015 Mário Faustino, um dos elementos da organização que nesse dia concentrou centenas de militares numa reunião que teve lugar no Cazenga. Não é, pois, por falta de avisos que o Governo continua a, tanto quanto parece, querer que nesta altura eleitoral os ânimos se exaltem e a violência tome conta do país.
Tal como disserem em 2015, hoje os manifestantes continuam a lembrar, com louvável paciência, que “os polícias e os militares no activo (muitos dos quais até estão solidários connosco) que existem em Angola não têm mais técnica que os ex-militares. Nós não queremos que eles ajam com violência para nós também não partirmos para a violência, porque todo o pessoal está mesmo frustrado”.
Os ex-militares exigem o pagamento de subsídios, a integração na Caixa de Previdência e Segurança Social do Ministério da Defesa, em vez de continuarem inscritos nos serviços de segurança social dos Antigos Combatentes ou do regime geral.
Enquanto os generais no activo, violando a própria Constituição de Angola, dão apoio público ao MPLA, os ex-militares tanto das FAPLA como das FALA continuam a penar pela sobrevivência.
Assim, o candidato a presidente e ministro da Defesa, João Lourenço, não só continua sem responder às reivindicações dos ex-militares angolanos que, durante uma vida, andaram a matar-se uns aos outros na defesa de causas diferentes, como lhes tira o bocado de pão seco com o qual enganam a fome e a miséria.
No início de Agosto de 2012, o então coordenador da Comissão de Ex-Militares Angolanos (COEMA), general na reforma Silva Mateus, dizia que o Governo parecia querer que os desmobilizados ultrapassassem a linha vermelha. Hoje não restam dúvidas: o ministro da Defesa quer mesmo que eles a ultrapassem.
Assim, como hoje se percebe, os desmobilizados mostram que, mesmo em tempo de paz, a luta continua, embora a vitória não seja certa. Como não foi para isto que lutaram tantos anos, já estão por tudo. “Se é guerra que querem, é guerra que vão ter”, pensam muitos e dizem alguns.
Ao contrário de João Lourenço, os ex-militares percebem que, ao contrário do que dizia Agostinho Neto, o importante não é resolver os problemas do Povo. Aliás, o regime nem sequer sabe que existe Povo.
Quantos são? Eram cerca de 60 mil os ex-militares nestas condições, abarcando cinco mil soldados, sargentos e oficiais que desde 1992 deixaram de receber os vencimentos estabelecidos, e também os que foram desmobilizados depois daquele ano, e que receberam as guias da Caixa Social das Forças Armadas mas que, quando vão receber, são informados que não há dinheiro.
Mas há mais. Também lá estão os que não tendo sido desmobilizados continuam a ser militares e não recebem, mais os 250 efectivos do processo “27 de Maio”, que aguardam o pagamento da pensão de reforma, os 402 do Batalhão Comando Ex-Tigres, que lutaram na vizinha República Democrática do Congo, que têm direito a subsídios desde 2007 e que só receberam o correspondente a 2012.
Também fazem parte os mais de 32 mil militares dos antigos braços armados da UNITA (FALA) e da FNLA (ELNA), ainda 18 mil oficiais que passaram à reforma e os que integraram a chamada Defesa Civil, então tutelados pelo Ministério da Defesa Nacional e integrados nos governos provinciais na última guerra civil (1998/2002) e, finalmente, os que estavam integrados na Segurança do Estado, nas chamadas Tropas Territoriais, na Organização de Defesa Popular e nas Brigadas Populares de Vigilância.
“Os actuais dirigentes, tanto a nível do Ministério da Defesa Nacional como da Chefia do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas não conhecem, não têm percepção da dimensão deste dossiê”, acusava Silva Mateus.
“Será que estas entidades não têm conhecimento da existência deste dossiê e desta demanda dos militares ao Estado, e, se têm, porque não reagem? Estão à espera de quê? Que os militares percam a paciência e saiam à rua para serem apelidados de arruaceiros”, questionou.
Silva Mateus disse, aliás, algo que assenta como uma luva na actual situação. “Não serão meia dúzia de generais de barriga cheia” que impedirão os ex-militares de sair à rua. Tenhamos bem presente que quem diz à rua diz para as matas.


Notícia em actualização
fonte: http://jornalf8.net

GUINÉ-BISSAU: ENSINO - ONG IPHD ENTREGA ESCOLAS CONSTRUÍDAS NA POVOAÇÃO DE DANDÚ SECTOR DE BISSORÃ.

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Bissau,20 Jul 17(ANG) – A ONG americana Parceria para o Desenvolvimento Humano(IPHD), procedeu quarta-feira a entrega de dois pavilhões escolares construídas na vila de Dandú, sector de Bissorã, região de Oio, orçados no valor de dez milhões de francos CFA, e financiado por um projecto denominado TUFT Université.

Susan Roderts
Ao presidir o acto, a Inspetora Geral do Ensino, em representação do ministro da Educação Nacional enalteceu a parceria entre o governo e a ONG americana que segundo ela, advém de longa data.

Arcângela Graça afirmou que uma vez que a IPHD fez a sua parte, cabe ao Estado a obrigação de cumprir com a sua contrapartida.

“O primeiro Estado na comunidade de Dandú são as próprias populações, porque são elas que representam e constituem o Estado como  responsáveis pela escolha dos governantes nas eleições”, disse.

A Inspectora Geral do Ensino apelou a comunidade de Dandú para assumir as suas responsabilidades  conservando  bem as novas infraestruturas escolar, de forma a servir de exemplo para todo o país.

Parabenizou os alunos de Dandú por serem os primeiros de uma escola pública ao nível da Guiné-Bissau,  a aprenderem a ler e escrever através de novas tecnologias de informação neste caso com o uso de “tablet” introduzidos com apoio da IPHD.

“Isso é um benefício grande para vocês e deve ser aproveitado da melhor forma, em prol do crescimento do nível de aproveitamento escolar”, aconselhou.

Arcângela Graça exortou aos país e encarregados da educação da vila de Dandú para deixarem as suas filhas irem a escola e abdicarem de certas crenças que, na sua opinião, constituem obstáculos ao aproveitamento escolar das raparigas.

A representante do projecto norte-americano,TUFT Université, Susan Roderts rigozijou-se pela presença massiva dos populares locais na cerimónia de recepção dos pavilhões escolares.

“As razões que me moveram para a construção de escolas, têm a ver com o facto de, há cinco anos atrás, aquando da minha deslocação à Dandú, em que me  inteirei das suas dificuldades, constatei que a educação deve merecer a prioridade”, explicou.

Acrescentou que, para o efeito, voltou para os Estados Unidos, onde angariou fundos junto de parceiros do projecto para financiar a construção das referidas escolas.

Susan Roderts prometeu trazer mais apoios em termos de materiais didáticos para os alunos de Dandú, tendo apelado aos pais e encarregados da educação para cuidarem das crianças em termos de alimentação e saúde, salientando que um menor faminto e doente não consegue aprender  na escola.

Os dois pavilhões, segundo o  Director da Escola do Ensino Básico de Dandú, denominado “Susan Schol”,  têm  capacidades para  albergar 576 alunos.

Aladje Camará disse que a povoação de Dandú estava desprovida de infraestruturas escolares há mais de 20 anos, acrescentando que  a inuaguração dos dois pavilhões constitui um alívio para a população local.

ANG/ÂC/SG

Salões de beleza ambulantes são ganha-pão de muitos jovens angolanos.

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Chamam-lhes pedicuristas ou "moços que tratam das unhas". São geralmente homens, com idades entre os 15 e 35 anos e que encontraram na arte da pedicure e manicure uma forma de enfrentar as dificuldades financeiras.
fonte: DW ÁFRICA
Claudia - Pediküre in den Straßen Angolas (DW/J. Adalberto)
Os primeiros "salões móveis" começaram a percorrer o país em meados de 2007, segundo fontes da DW. Dez anos depois, os "pedicuristas" são uma realidade em todo o território nacional angolano.
Munidos de dois banquinhos, toalha e uma cesta com vários materiais - corta unhas, pé-de-cabra, lima, produtos de higiene e desinfetante -, os profissionais percorrem as estradas à procura de quem quer cuidar de si e não se quer deslocar a uma salão de beleza convencional. Dizem que prestam trabalho de qualidade a preços ao alcance de vários bolsos.
A DW África acompanhou o dia-a-dia de dois jovens que encontraram neste ofício o seu ganha-pão. A atividade entrou na vida de Celestino Panga, de 24 anos de idade, há cerca de quatro anos, na cidade vizinha do Huambo. Afirmando que foi influenciado por um amigo, o jovem explica que se começou a dedicar à pedicure  "por falta de dinheiro".  "Pedi ao meu irmão, que já desenvolvia a atividade, para me ensinar ", acrescenta.
Atividade rentável
Os preços praticados oscilam entre os 400 e 500 kwanzas, o equivalente a dois euros por cliente. Celestino Panga admite viver da atividade que considera rentável, sobretudo aos fins de semana, altura em que consegue faturar entre sete e dez mil kwanzas, ou seja, entre 36 e 51 euros.
Rasta - Pediküre in Angola Straßen (José Adalberto)
Ernesto Vieira ganha a vida como "pedicurista".
"Já nos ajuda muito. Há dias em que conseguimos fazer cinco, sete ou oito mil [kwanzas], como há também aqueles dias em que não conseguimos nem sequer 500 kwanzas" (2.5 euros), conta.
Ernesto Vieira, de 28 anos, deixou o seu trabalho na cidade do Cunene para se fixar no Bié. Tal como Celestino, encontrou na pedicure o seu sustento, bem como o da sua família. "Trato disto como o meu emprego, ganha-pão, e por isso, seguro-o com as duas mãos, porque é esta atividade a sobrevivência da minha família", que ficou no Cunene”, explica.
Clientes satisfeitos
"Rasta", é conhecido entre os amigos Ernesto Vieira, garante que a questão da higiene e a esterilização do material usado é uma preocupação constante sua e dos seus colegas. "Trocamos de lima, pé-de-cabra e, no final do trabalho, se o cliente quiser levar o material leva", afirma.
"Gostei do tratamento. Cobram mais barato e tratam muito bem", avalia Domingas Pedro, cliente dos pedicuristas, que reconhece a qualidade e o bom preço pelo trabalho realizado.
Na sua opinião, outros jovens que se encontram no desemprego devem abraçar este ofício, que pode ajudar a solucionar parte dos problemas financeiros que enfrentam.

Moçambique: FMI quer saber como foi usado o dinheiro das dívidas ocultas.

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Dívidas ocultas atingem dois mil milhões de dólares

Economista Tomás Selemane diz tal sinaliza que a organização não vai retomar por enquanto o programa em Moçambique.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) diz que "persistem lacunas de informação essencial que carecem ser resolvidas, no que concerne ao uso dos proveitos dos empréstimos", cujo relatório sumário foi recentemente divulgado no país.
O pronunciamento do FMI é feito após uma visita de trabalho a Moçambique para averiguar os contornos das dívidas ocultas. .
O economista Tomás Selemane diz que o posicionamento do FMI significa essencialmente "que o sumário executivo do relatório da Kroll é insuficiente, tem graves lacunas e que devem ser sanadas; e que não vai haver pelo menos por enquanto retoma do programa do FMI com o Governo de Mocambique".
fonte: voaportugues.com

Angola: Ministro do Interior promete "mão dura" contra violência eleitoral.

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Ângelo Veiga Tavares, ministro do Interior
Ângelo Veiga Tavares, ministro do Interior

A Polícia Nacional de Angola vai responsabilizar criminalmente todos os cidadãos que manifestarem
condutas que perturbem a ordem e o processo eleitoral.
O ministro do Interior Ângelo da Veiga Tavares disse que os órgãos de defesa e segurança vão levar às barras do tribunal todos que cometerem desacatos que obstaculizem o andamento normal do processo eleitoral em Angola.
Ele pediu s partidos políticos a agirem com serenidade para o bom andamento do processo eleitoral.
Ângelo da Veiga Tavares condenou igualmente alguns actos de vandalismo praticados por pessoas que, movidas com intenções inconfessas, estão a retirar dísticos que identificam as mesas de assembleia de votos.
Essas pessoas, segundo o Ministro, devem ser levadas à justiça.

fonte: voaportugues.com

    Cabo-verdianos dormem em Paris junto à embaixada.

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    Bruno de Pina vai dormir junto à Embaixada de Cabo Verde em Paris a 20 de Julho de 2017.

    RFI/Carina Branco
    A RFI testemunhou em Paris esta tarde os cabo-verdianos que já esperavam junto à embaixada do arquipélago para serem atendidos nesta sexta-feira. Um caso que se tem vindo a repetir, as autoridades de Cabo Verde prometem melhorias.



    O problema da emissão nos passaportes electrónicos, introduzidos em 2015, estaria por detrás destes constrangimentos, afirmou à rfi o chefe da diplomacia de Cabo Verde.
    O documento não é, porém, emitido nas chancelarias cabo-verdianas em causa, como é o caso de Paris.
    O passaporte é emitido na Cidade da Praia sob a alçada do Ministério da administração interna.
    Uma equipa está mobilizada para tentar agilizar o caso em Cabo Verde, realçou o chefe da diplomacia cabo-verdiana, a participar na conferência ministerial da CPLP neste momento em Brasília.
    O Ministério dos negócios estrangeiros e comunidades de Cabo Verde emitiu uma nota de imprensa prometendo reforçar o seu dispositivo consular em França, passando pela abertura de um consulado em Nice.
    Numa altura em que esta noite, uma vez mais, são vários os cidadãos a pernoitar junto da embaixada em Paris para garantirem um lugar no atendimento amanhã, por forma a conseguirem a documentação de que necessitam.
    Lucílio é um dentre eles, ele chegou esta tarde por volta das 15 horas, tmg, para ter a certeza de que será atendido e falou à reportagem de Carina Branco.
    Lucílio, cidadão cabo-verdiano em Paris
    fonte: pt.rfi.fr

    quinta-feira, 20 de julho de 2017

    Vencedores do Prémio de Inovação para África e os desafios do continente

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    Entre os projetos vencedores deste ano estão um teste médico rápido para doenças comuns em África e um dispositivo que pode ajudar a produzir mais eletricidade, aumentando a eficiência no continente.
    fonte: DW ÁFRICA
    Innovation Prize for Africa - Gewinner Aly El-Shafei (Isaac Kaledzi)
    A capital do Gana, Accra, foi o palco escolhido pela Fundação Africana para a Inovação para a cerimónia deste ano do "Prémio de Inovação para África. O evento, que vai já na sua 6ª edição, pretende divulgar e incentivar projetos inovadores capazes de solucionar alguns dos principais desafios do continente africano. Pretende, igualmente, incentivar os africanos a optar por carreiras nas áreas da ciência, tecnologia e engenharia com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento sustentável de África.
    Na edição deste ano de 2017, estiveram a concurso cerca de 2500 projetos de países de todo o continente africano. Em Accra, os participantes tiveram a oportunidade de trocar contactos e conhecimentos e vender as suas ideias, que chegaram de várias áreas.
    Aly El-Shafei, tem 58 anos, e foi o vencedor deste ano. O engenheiro mecânico desenvolveu uma tecnologia que apoia a geração de energia. O projeto do egípcio pode  aumentar a produção de energia em até 10 por cento, reduzindo as vibrações, o que, por sua vez, poderá fazer reduzir o custo de produção de energia no continente.
    Impacto no continente africano
    Em entrevista à DW, El-Shafei explica o impacto da sua inovação no continente africano. "Este é um dispositivo que é colocado nas máquinas que temos atualmente, mas também nas máquinas que iremos ter futuramente e que produzirão energia para África”, afirma o egípcio, acrescentando que o dinheiro do prémio irá ajudar com o "protótipo”.
    Uganda - Philippa Ngaju Makobore (Design without Borders)
    Philipa Makobore arrecadou o segundo lugar.
    Em segundo lugar ficou Philipa Makobore. A mulher de 38 anos, nascida no Uganda, desenvolveu um dispositivo médico que administra com precisão medicamentos controlando a taxa de fluidos para salvar vidas de pacientes que precisam de terapia de infusão. Philipa Makobore explica que pretende, ainda este ano, iniciar os ensaios clínicos em adultos e em crianças pequenas. "Será nisto que gastaremos a maioria do dinheiro do prémio. Com base no feedback dos ensaios, iremos fazer a revisão da tecnologia”, acrescenta.
    A completar o top 3 está Dougbeh-Chris Nyan, da Libéria, que desenvolveu também um teste de diagnóstico rápido que deteta e diferencia pelo menos três a sete infeções ao mesmo tempo num espaço de 10 a 40 minutos. "É rápido, acessível e barato”, afirma Nyan, acrescentando que o teste usado nos testes já efetuados é portátil, facilitando o transporte para as zonas mais rurais.
    Os vencedores da edição deste ano do Prémio de Inovação para África receberam prémios monetários para melhorar e comercializar os seus projetos. O primeiro prémio é de cem mil dólares americanos (86,700 mil euros) e o segundo de 25 mil (21,7 mil euros). O terceiro prémio é especial e visa distinguir a inovação com maior impacto social. Foram ainda atribuídos ao terceiro classificado 25 mil dólares americanos. Os restantes sete candidatos receberam 5000 dólares (4,3 mil euros).
    Incentivar jovens africanos
    A Fundação Africana para a Inovação pretende que esta iniciativa continue a incentivar os jovens africanos a desenvolver projetos inovadores. Walter Fust, presidente da Fundação Africana para a Inovação, acredita que existe potencial. Na opinião deste responsável, "muito pode ser feito através da inovação”. "É por isso que temos como grande objetivo trabalhar na mobilização do espírito inovador dos povos africanos. Dar-lhes auto-estima para que realmente as pessoas com talento avancem com soluções para o continente”, conclui.
    Existe uma rede de contactos para estes vencedores e outros inovadores continuarem a melhorar os seus produtos. A esperança é que esta iniciativa continue a incentivar os jovens africanos a continuar a desenvolver projetos inovadores. No entanto, ainda está para ser visto se os governos africanos também estão empenhados em priorizar este tipo de iniciativa fornecendo o apoio necessário para que os cidadãos dos seus países se aventurarem na inovação.

    Brasil: Banco Central bloqueia contas de Lula.

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    Determinação expedida pelo juiz federal Sérgio Moro ordena confisco e arresto de apartamentos e veículos do ex-presidente. Decisão foi tomada para fins de reparação de danos à Petrobras no processo ligado à Lava Jato.
    fonte: DW ÁFRICA
    Brasilien ehemaliger Präsident Luiz Inacio Lula da Silva (Reuters/U. Marcelino)
    O Banco Central bloqueou 606,727 mil reais das contas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (19/07). A ordem foi expedida pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, em 14 de julho, mas estava sob sigilo até que o bloqueio fosse realizado.
    A decisão foi tomada para fins de reparação de danos à Petrobras no processo em que o ex-presidente foi condenado a 9 anos e meio em primeira instância, no âmbito da Operação Lava Jato. Moro também determinou o confisco de imóveis e veículos do petista.
    "Em síntese, reconhecido que contrato celebrado entre o Consórcio Conest/Rnest gerou cerca de 16 milhões de reais em vantagem indevida a agentes do Partido dos Trabalhadores (PT), deles sendo destinados especificamente cerca de 2.252.472 milhões de reais ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na forma da atribuição a ele de apartamento no Guarujá, sem o pagamento do preço correspondente, e da realização de reformas no apartamento às expensas da OAS", escreveu Moro na decisão.
    Com o embargo do triplex no Guarujá tendo sido decretado já na sentença publicada na semana passada, Moro decidiu que as contas e bens de Lula devem ser embargadas até que se atinja o valor de 16 milhões de reais que, segundo a denúncia, foram depositados na forma de propina na conta-corrente compartilhada entre o PT e a empreiteira OAS.
    Dentre os bens que tiveram confisco decretado estão 50% da posse sobre três apartamentos em São Bernardo do Campo e 35,92% de um quarto apartamento na mesma cidade, referentes às partes sobre a qual Lula tem posse. Além dos imóveis, Moro determinou o confisco de dois veículos: um GM Omega CD ano 2010 e um Ford Ranger LTD ano 2012/2013. O Ministério Público federal (MPF) chegou a pedir o arresto do veículo Ford F1000, de 1984. Entretanto, Moro negou devido à antiguidade do veículo.
    O sequestro e o arresto são medidas cautelares que evitam que o réu se desfaça de bens ou valores que podem ser entregues à Justiça após decisão definitiva. No momento, Lula pode usufruir dos bens. Já os carros não podem ser vendidos ou repassados a terceiros.
    Moro decretou que o Banco Central bloqueasse as contas e ativos de Lula até o limite de 10 milhões de reais. Segundo ele, a medida se faz necessária porque apenas o confisco de bens não cobre o valor dos danos causados pela atividade criminosa.
    "No mesmo ofício ao Banco Central deverá constar ainda que as instituições financeiras deverão apenas efetuar o bloqueio, sem a transferência do valor para a conta judicial até ulterior determinação do juízo, a fim de se evitar eventuais perdas em razão do resgate antecipado", diz o despacho.
    O juiz também determinou que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) fosse notificada para tornar indisponíveis quaisquer ações e bens em nome do ex-presidente.
    PV/lusa/abr/ots

    Guiné-Bissau: comitiva em Lisboa abre caminho para a renegociação do acordo para a Comunicação Social.

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    Umaro Sissoco Embaló acaba de passar por Lisboa, em visita privada, com uma agenda oficiosa discreta, que terá incluído o polémico acordo bilateral estabelecido com Portugal no domínio da comunicação social. 
    fonte: DW ÁFRICA
    Portugal - Fernando Vaz und Umaro Sissoco, Lissabon (João Carlos)
    Fernando Vaz, ministro do Turismo e Artesanato e Umaro Sissoco Embaló (dir.) primeiro-ministro da Guiné-Bissau
    O Governo de Umaro Sissoco Embaló, que fez uma curta escala por Lisboa esta semana, não vai pactuar com ilegalidades e propõe rever todos os acordos de cooperação com parceiros bilaterais e multilaterais que não beneficiem a Guiné-Bissau, de acordo com declarações de Fernando Vaz, ministro do Turismo e Artesanato, à DW África. 
    Na qualidade de porta-voz do executivo guineense, Vaz relembra que o acordo assinado com Portugal em 1995 relativamente à comunicação social caducou em outubro de 2016, sendo necessária a sua renegociação, de modo a continuar as emissões da RTP África e da RDP África, suspensas desde 1 de julho.
    Fernando Vaz não confirma, contudo, que tenha havido algum encontro com o primeiro-ministro da Guiné-Bissau. A breve passagem de Umaro Sissoco Embaló pela capital portuguesa teria como objetivo mostrar um sinal de boa vontade para a renegociação do acordo que autoriza a continuidade das emissões das estações de rádio e televisão públicas portuguesas. 
    "Naturalmente, esse acordo caiu em desuso e diria antes que a parte portuguesa o deixou em abandono total, em incumprimento de grande parte desse acordo", afirma Vaz, esclarecendo que, por esse motivo, a "parte guineense sentiu-se no direito de rever o acordo, adaptá-lo às novas realidades". 
    Para além deste ponto, a revisão do acordo torna-se urgente devido à migração do sistema de televisão analógico para o sistema televisivo digital na Guiné-Bissau. Apesar das "várias cartas e notas verbais" enviadas por Bissau a Lisboa, o Governo guineense não obteve qualquer resposta.
    "O acordo previa a participação também da parte guineense com programas próprios, específicos da Guiné-Bissau", explica Vaz, relembrando que "tal nunca chegou a acontecer".
    "Enfim, nós também devemos ter participado na conceção da linha editorial, mas não somos tidos nem achados. Para que é que serve um acordo bilateral se nós temos uma presença residual?", questiona o porta-voz do Governo guineense. 
    A 27 de junho, três dias antes do anúncio da interrupção das emissões, o Governo português reagiu, abrindo portas à renegociação do acordo. 
    "O Governo português diz estar aberto. Eu penso que estão criadas as condições para nos sentarmos e ultrapassarmos esta questão. As pessoas fazem disto um bicho de sete cabeças", afirma Fernando Vaz. 
    "Todos os acordos vão ser revistos", afirma Fernando Vaz
    O ministro do Turismo e do Artesanato da Guiné-Bissau relembra também o acordo de pesca com a União Europeia (UE), que também não beneficiava o país. "Todos os acordos que não beneficiam o estado da Guiné-Bissau vão ser revistos", afirma Fernando Vaz, destancando o acordo com Angola para a exploração de bauxite, que apenas prevê "10% da exploração para a Guiné-Bissau e os restantes 90% para Angola", o que para o porta-voz do Governo guineense "não é um acordo justo". 
    Apesar das críticas à revogação do acordo entre Portugal e Guiné-Bissau, o ministro reafirma que a Guiné-Bissau é um estado de direito e democrático, onde as liberdades de imprensa e de expressão estão garantidas, relembrando que nunca foi proibida a emissão de outros órgãos de informação.
    "Temos a própria DW [África] que funciona na Guiné-Bissau, nunca tivemos nenhum problema convosco. Temos a RFI, que funciona e nunca tivemos nenhum problema. Temos a própria [Agência] Lusa (Agência de Notícias Portuguesa), que funciona", explica Vaz, acrescentando que "é preciso que seja tudo legal". 
    Crise na Guiné-Bissau é "institucional"
    Portugal - Umaro Sissoco, Lissabon (João Carlos)
    Umaro Sissco Embaló, primeiro-ministro da Guiné-Bissau
    Para o governante, a crise que se vive na Guiné-Bissau é institucional, provocada por um orgão de soberania, a Assembleia Nacional Popular, que impede a aprovação do Programa do Governo e do Orçamento do Estado. 
    "Temos um orgão de soberania em greve de zelo há dois anos, coisa impensável em qualquer parte do mundo", afirma Vaz, que considera que apenas na Guiné-Bissau é possível existir uma "Assembleia Nacional fechada, que não trabalha e que recebe todos os meses o seu salário", sem que as pessoas "coloquem o dedo na ferida". 
    Apesar do Acordo de Conacri, que permitiu a criação de uma solução viável para a crise política e a aprovação do Programa do Governo e do Orçamento Geral do Estado, "o senhor presidente da Assembleia Nacional Popular fecha a instituição e não aprecia aquilo que a lei o obriga a apreciar, que é o Programa do Governo", diz Vaz, para quem é "inconcebível que um órgão de soberania não cumpra os seus desígnios para que foi instituído". Fernando Vaz defende a legitimidade do Governo de Umaro Sissoco Embaló, porque "é um Governo constitucional", cujo programa foi aprovado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
    Umaro Sissoco Embaló e a sua pequena comitiva, que incluiu o secretário de Estado das Comunidades, aproveitou esta deslocação para encontros com os líderes associativos e com a diáspora guineense, com quem dialogou sobre a atual situação política, social e económica da Guiné-Bissau. 

    Presidente angolano regressa ao país.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    José Eduardo dos Santos e Ana Paula dos Santos (Arquivo)
    José Eduardo dos Santos e Ana Paula dos Santos (Arquivo)

    José Eduardo dos Santos chegou esta quarta-feira da Espanha
    O Presidente angolano regressou nesta quarta-feira, 19, ao país, proveniente de Barcelona, Espanha, onde efectuou "uma visita privada, de acordo com a sua agenda pessoal previamente estabelecida", indicou uma nota da Casa Civil da Presidência da República enviada às redacções

    José Eduardo dos Santos chegou na Base Aérea Militar de Luanda acompanhada da primeira-dama Ana Paula dos Santos, e foi recebido pelo vice-presidente Manuel Vicente e outras personalidades.
    Santos deslocou-se a Espanha no passado dia 3, de onde tinha regressado a 29 de Maio, depois de quatro semanas em Barcelona.
    Nos meios políticos angolanos e em círculos próximos ao poder há informações não confirmadas oficialmente de que o Presidente recebe tratamento médico numa clínica de Barcelona.

    fonte: voaportugues.com

      Brasil: Juiz congela contas de Lula da Silva

      NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

      Lula da Silva

      Lula da Silva

      Justiça decidiu pela apreensão de três apartamentos, um terreno e dois carros do antigo Presidente
      O Banco Central (BC) do Brasil concelou cerca de 600 mil reais (200 mil dólares) de contas bancárias do antigo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado na semana passada a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e e lavagem de dinheiro.
      Além disso, houve a apreensão de dois carros, três apartamentos e um terreno, em São Bernardo do Campo, em São Paulo, medidas cautelares que evitam que o réu se desfaça de bens ou valores que podem ser entregues à Justiça após decisão definitiva.
      No momento, Lula da Silva pode usufruir dos bens, mas quanto aos carros, ele não pode vender ou repassar a outras pessoas.
      O antigo Presidente foi condenado a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo da Lava Jato envolvendo um apartamento em Guarujá.
      O pedido da congelação dos fundos foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF), em Outubro de 2016, antes da sentença que condenou Lula.
      O despacho em que Moro autorizou o a congelamento do dinheiro a 14 de Julho deste ano.
      Em nota, a defesa do antigo presidente Lula considerou que a decisão de Moro é "ilegal e abusiva".
      "Na prática a decisão retira de Lula a disponibilidade de todos os seus bens e valores, prejudicando a sua subsistência, assim como a subsistência de sua família. É mais uma arbitrariedade dentre tantas outras já cometidas pelo mesmo juízo contra o ex-Presidente Lula", dizem os advogados.
        fonte: voaportugues.com

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