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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

ANGOLA: TUDO COMO JLO QUER.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Muitos (dezenas segundo a Lusa) curiosos deslocaram-se hoje à cadeia de São Paulo, em Luanda, para confirmar se, de facto, é verdade que José Filomeno dos Santos, filho do ex-Presidente angolano, está detido na prisão. Tudo isto vai acontecendo quando Manuel Vicente está no epicentro – com o total apoio de João Lourenço – da nova estrutura de controlo político da economia.

Éum caso inédito depois de dezenas de anos de domínio unipessoal (forma simpática de dizer ditadura) de Eduardo dos Santos, ainda por cima protagonizado por um “filho” do regime, do MPLA, e do próprio Zédu, João Lourenço.
Poucos foram os familiares que visitaram “Zenu” (José Filomeno dos Santos) e que evitaram discretamente a imprensa à entrada do estabelecimento prisional, apesar do aparato de viaturas topo de gama que começou bem cedo.
O antigo presidente do conselho de administração do Fundo Soberano de Angola (FDSEA) está em prisão preventiva desde segunda-feira, pelo seu envolvimento numa alegada transferência ilícita de 500 milhões de dólares e na má gestão do fundo.
Defronte da cadeia de São Paulo, vários populares, em conversas informais, comentavam a sua incredulidade face ao que está a acontecer em Angola, pois nunca esperaram ver a justiça “abanar” personalidades do antigo regime de Eduardo dos Santos.
“Bom trabalho do homem”, afirmou um dos curiosos, referindo-se ao Presidente angolano, recordando as palavras de João Lourenço proferidas no discurso em que tomou posse como líder do MPLA, a 8 deste mês, em que prometeu uma “luta sem tréguas à corrupção”, envolvendo figuras do partido ou outras.
Afirmação que, como esperado, funcionou como uma “ordem superior” para o poder judiciário (por si escolhido) no sentido de mostrar trabalho que ele, João Lourenço, possa desfraldar na Assembleia Geral da ONU onde, aliás, amanhã fará um discurso. Ordem ao judiciário mas que, obviamente (não é senhor Presidente?) respeita a separação de poderes. Separação que, aliás, é visível entre o Presidente do MPLA, o Presidente da República e o Titular do Poder Executivo…
À medida que a incredulidade passava a certeza, vários outros angolanos, na maioria jovens, salientava que Angola está a viver uma “nova era” com o aparente fim da impunidade, fazendo-se apostas sobre quem será a personalidade seguinte a ser detida.
E como é disto que o Povo gosta, depois de 38 anos de uma ditadura de José Eduardo dos Santos, a orgia é colectiva. A ressaca poderá ser agre, mas até lá viva a queda dos poderosos. Poderosos que o foram, recorde-se, com o apoio e conivência de João Lourenço, ele próprio um poderoso. Mas farra é farra.
Em contraste, na área defronte ao estabelecimento prisional, era significativo o número de familiares e amigos do antigo ministro dos Transportes angolano escolhido e exonerado por João Lourenço, Augusto da Silva Tomás, também detido preventivamente há quatro dias na cadeia de São Paulo sob a acusação de prática dos crimes de peculato, corrupção e branqueamento de capitais, entre outros, tal como referiu então a Procuradoria-Geral de República.
Irmãos, filhos e a mulher de Augusto Tomás manifestaram-se “solidários” com o antigo ministro de João Lourenço e exteriorizaram isso mesmo com a presença no estabelecimento prisional situado no distrito urbano do Rangel, arredores de Luanda.
Jornalistas angolanos e de órgãos de comunicação social estrangeiros também marcaram presença, mas não conseguiram obter quaisquer reacções de parentes dos detidos.
José Filomeno dos Santos foi presidente do Conselho de Administração do Fundo Soberano de Angola, nomeado pelo pai, então chefe de Estado angolano, e, entretanto, exonerado pelo actual Presidente, João Lourenço, em Janeiro deste ano.
“Zenu” é acusado, segundo a PGR, de envolvimento num crime referente a uma alegada burla de 500 milhões de dólares, processo já remetido ao Tribunal Supremo, bem como, ainda em fase de instrução, de num processo-crime relacionado com actos de má gestão do Fundo Soberano de Angola, em que é também arguido o empresário suíço-angolano Jean-Claude Bastos de Morais, sócio de José Filomeno dos Santos em várias negócios, e que está também em prisão preventiva na cadeia de Viana.
Irrelevante é o facto de José Filomeno dos Santos e Jean-Claude Bastos de Morais se terem juntado à família Lourenço para constituição de um consórcio para prospecção e exploração de ouro, na zona sul de Angola.
Segundo a PGR, da prova recolhida nos autos resultam indícios de que os arguidos incorreram na prática de vários crimes, entre eles, o de associação criminosa, recebimento indevido de vantagem, corrupção, participação económica em negócio, puníveis na Lei sobre a Criminalização das Infracções Subjacentes ao Branqueamento de Capitais e os crimes de peculato, burla por defraudação, entre outros.
“Pela complexidade e gravidade dos factos, com vista a garantir a eficácia da investigação, na sequência dos interrogatórios realizados, o Ministério Público determinou a aplicação aos arguidos da medida de coacção pessoal de prisão preventiva”, lê-se no comunicado, salientando que a instrução prossegue os seus trâmites legais, com carácter secreto.
Em relação a Augusto Tomás Silva, também num comunicado, a PGR referiu que o processo corre os seus trâmites na Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP), relacionado ao caso que investiga actos de gestão do Conselho Nacional de Carregadores (CNC), órgão afecto ao Ministério dos Transportes.
O documento informa também que, além do ex-governante, foi igualmente detido Rui Manuel Moita, ex-director-geral adjunto para a Área Técnica do CNC.

A jogada de João Lourenço

Onovo governo fez, ou está a tentar passar a tese de que está fazer, da transparência e da reforma económica a sua prova de vida. Se, internamente, a estratégia está a resultar com um crescente apoio popular, externamente os investidores ainda continuam cépticos, procurando encontrar a razoabilidade de um meio termo.
Em Angola os princípios centrais e dogmáticos de controlo político (partidário) sobre a economia permanecem firmemente alinhados com a elite do MPLA que, diga-se, domina o país há 43 anos. Mudaram algumas pessoas mas a rota, a estratégia e a finalidade é a mesma.
Com uma actuação “low profile” (que, aliás, faz parte da sua imagem demarca) Manuel Vicente está no epicentro da nova estrutura de controlo político da economia, sendo uma pedra fundamental de João Lourenço.
Manuel Vicente era parte do todo poderoso “Triunvirato” que dominou a esfera empresarial de Angola. Apesar de algum abalo na sua honorabilidade, provocado pelas acusações de corrupção feitas pela justiça portuguesa, através da sua rede de investimentos e holdings comerciais, continua a ser um dos políticos mais ricos e influentes. Mesmo que politicamente marginalizado ao final do governo anterior, detém o interesse comercial através de sectores chave como o bancário.
fonte: folha8


Luka Modric: as duas faces do melhor futebolista do mundo.

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O médio croata venceu o prémio "The Best" da FIFA para a temporada 2017-2018, pondo assim um fim à década de vitórias sucessivas de Ronaldo e Messi. Na Croácia, há quem o adore e o odeie. A DW explica porquê.

fonte: DW África

FIFA The Best Wahl | Luka Modric und Marta (Reuters/J. Sibley)

Não tem tatuagens, nem gel no cabelo. É discreto, mantendo a sua vida privada fora dos holofotes. Luka Modric não parece um jogador destes tempos.
Com apenas 1,72 metros de altura, o capitão da seleção croata, é tímido. Passa bem sem dar conferências de imprensa ou entrevistas. Para ele, falar de si próprio não é tarefa fácil. No entanto, dentro de campo, é ele quem manda.
"A guerra e a vida no campo de refugiados tornaram-me mais forte", disse ele, no passado, numa entrevista quando falava sobre os seus primeiros anos de vida durante a Guerra da Independência da Croácia. Algo que certamente o tornou mais forte perante a concorrência na luta por um lugar no Real Madrid. "El Pony", como é conhecido pelos seus companheiros de equipa, usa a camisola número 10 no Real - um sinal de apreço pelas suas conquistas. Modric é um jogador com técnica. A sua marca pessoal: os poderosos passes de 30 ou 40 metros com a parte exterior do pé.
"O melhor jogador croata de todos os tempos"
O atleta de 33 anos é um jogador forte e incansável, está constantemente em movimento. Apesar da sua estatura pequena, o seu toque de bola chama a atenção, assim como a sua excecional visão de jogo.
A vitória de segunda-feira (24.09) é apenas a mais recente de uma série de distinções individuais que o médio do Real Madrid recebeu este ano. Tendo levado a Croácia à final do Mundial de Futebol na Rússia, onde perdeu com a França, Modric foi agraciado com a Bola de Ouro. Anteriormente, há algumas semanas atrás, tinha sido eleito o Melhor Jogador da UEFA na Europa.
Fußball WM 2018 Gruppe D Kroatien - Nigeria (Reuters/F. Bensch)
Recentemente, Modric foi eleito o Melhor Jogador da UEFA na Europa.
"Luka não é apenas o nosso melhor jogador de agora, ele é o melhor jogador croata de todos os tempos”, afirmou, durante o Mundial da Rússia, o seu colega de seleção Ivan Rakitic, atualmente a jogar no FC Barcelona. Modric convenceu todos os céticos, incluindo os do seu próprio país. Ele jogou muito bem, como se tivesse esquecido a "tempestade” que caiu sobre ele por causa das acusações relacionadas com o seu alegado falso testemunho no processo judicial contra Zdravko e Zoran Mamic. Esta é a outra face da vida de Luka Modric.
Nuvens negras
No testemunho que deu no início deste ano, Modric foi questionado acerca das circunstâncias da sua transferência do Dinamo Zagreb para o Tottenham, em 2008. Primeiramente, o médio do Real Madrid disse que tinha aceite um acordo em que o então diretor executivo do Dinamo, Zdravko Mamic receberia taxas adicionais de transferência para beneficio próprio.
Mais tarde, Modric negou esta versão, dizendo que não se lembrava dos detalhes dos contratos em questão. Se ficar provado que cometeu perjúrio, o "The Best" da temporada passada pode enfrentar até seis anos de prisão.
O caso está a ser julgado no tribunal de Osijek, que deu como provado que os irmãos Mamic foram responsáveis pelo desvio de cerca de 15 milhões de euros e fuga ao fisco em cerca de 1,6 milhões de euros. O principal réu, Zdravko Mamic, também conhecido como "padrinho do futebol croata" evitou a ida para trás das grades, pois fugiu para a vizinha Bósnia.  A sentença final não saiu ainda.
Kroatien | Fußballer Luka Modric der Falschaussage beschuldigt (Getty Images/AFP)
Luka Modric alterou o seu testemunho no "Caso Mamic"
O capitão da seleção nacional é adorado por muitos na Croácia, mas as suas idas a tribunal fizeram com que perdesse algum desse afeto. Muitos fãs estão desapontados. Não só não conseguem entender a sua "perda” de memória no caso Mamic, como também não aprovam os seus laços duvidosos com o "padrinho" do futebol croata.
Um dia após a reviravolta no julgamento de Mamic, consequente da perda de memória de Modric, amontoaram-se cartazes difamando o jogador nas paredes de Zadar, a sua cidade natal, localizada na costa da Dalmácia.
Na fachada do hotel onde, aos seis anos de idade Modric e a sua família encontraram refúgio durante a guerra, no início da década de 1990, foi escrito: "Luka, vais lembrar-te deste dia."
Por um lado, é natural esperar que atletas altamente bem pagos sejam vistos como modelos, diz Dario Brenton, do Centro de Estudos do Sudeste Europeu na Universidade de Graz, na Áustria. Por outro,"(...) Modric não é visto como o "cabecilha", mas como uma pequena peça da máquina corrupta e nepotista do futebol croata. Por isso, os seus "erros" serão, em grande parte, perdoados".
Na Croácia, há por isso, uma certa ambivalência sobre Modric. Embora a euforia e o orgulho provocado pelos sucessos da seleção nacional tendam a ser tidos mais em conta. Durante muito tempo, os atletas foram considerados por muitos como os melhores embaixadores da Croácia. Os políticos sabem como usar isso a seu favor. "O desporto tem um papel fundamental para a identidade da nação", acrescentou Brenton.
Os jornalistas incumbidos de investigar os escândalos e de avaliar criticamente o papel dos que representam a equipa nacional são muitas vezes apelidados de "traidores da pátria". Alexander Holiga, do portal online Telesport, é um deles. E afirma: "Dado que os jogadores da seleção nacional representam, não só o desporto croata, mas o país inteiro, então o apoio ao Vatreni [nome pelo qual é conhecida a seleção] é visto como um dever patriótico supremo."
Bildkombo - Mohamed Salah, Cristiano Ronaldo, Luka Modric
Mohamed Salah, Cristiano Ronaldo e Luka Modric foram os finalistas do "The Best" deste ano





A nomeação de Modric como o melhor jogador de futebol masculino do mundo marca o fim de uma era. Pela primeira vez em dez anos, nem Cristiano Ronaldo, nem Lionel Messi venceram este que é o mais prestigiado prémio do mundo do futebol. Luka Modric escreve assim mais uma página da história desportiva da Croácia, diz Holiga. Na opinião deste jornalista, e apesar da alegada ligação do jogador ao clã Mamic, este prémio é um sinal positivo. "Jogadores como Modric são antíteses no futebol moderno, no qual o brilho individual e as próprias estrelas são glorificados. Nós falamos sobre heróis. Modric não é show-off, acima de tudo ele joga em equipa, é  o motor da equipa. Ele liga  as partes individuais do coletivo e torna-as melhores", explica.

Um dos destaques da noite desta segunda-feira (24.09), em Londres, foi a ausência do português Cristiano Ronaldo. O português, juntamente com o egípcio Mohamed Salah, figuravam na lista dos três finalistas.
Modric recebeu o prémio das mãos do presidente da Fifa, Gianni Infantino. Na cerimónia, o médio croata felicitou os concorrentes e disse que esta foi "uma temporada incrível, a melhor da sua vida". "Este prémio não é só para mim, mas também para os meus companheiros do Real Madrid e da seleção da Croácia, e para os treinadores com quem tenho trabalhado. Sem eles, não seria possível. Também é um prémio para a minha família. Obrigado ainda aos adeptos pelo apoio e carinho, significam muito para mim", afirmou.

ONU: Nyusi pede mais apoio para reintegração da RENAMO.

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Além de apelar a mais ajuda para desmobilizar os antigos homens armados da RENAMO, o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, realçou na Assembleia-Geral das Nações Unidas o consenso no país e os "passos firmes" para a paz.
fonte: DW África
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O Presidente da República de Moçambique quer mais apoio da comunidade internacional. O apelo foi lançado por Filipe Nyusi, esta terça-feira (25.09), na sua intervenção na Assembleia-Geral das Nações Unidas, a decorrer em Nova Iorque. "Não se ergue com a mesma facilidade o que se derrubou. Por isso, para se trabalhar na paz, reconciliação e no desenvolvimento, apelamos para que mais assistência seja dada para materialização do processo de desarmamento, desmobilização e reintegração de elementos residuais que em breve terá início no país", pediu.
O chefe de Estado moçambicano agradeceu "o apoio e carinho da comunidade internacional" e pediu que continue a assistência financeira para resolver um assunto que classifica como "complexo".
O chefe de Estado moçambicano frisou que há "consenso no país" e realçou os "passos firmes", resultantes do diálogo político, dados para "uma paz duradoura e sustentável". E destacou os esforços de descentralização e a revisão da lei eleitoral, "com vista à redução de conflitos e o aprofundamento da democracia".
"Pretendemos realizar eleições gerais sem qualquer partido armado, como aconteceu em ciclos anteriores", sublinhou Nyusi. "Como prova que Moçambique é cultor da democracia, em outubro terão lugar eleições municipais, com a participação de vários partidos e associações da sociedade civil", lembrou.
Reformas no Conselho de Segurança
Filipe Nyusi aproveitou também a sua intervenção na Assembleia Geral para pedir reformas no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Horas antes, o Presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, tinha também insistido no mesmo tema, com vista à presença de uma nação africana no órgão.
Num dia marcado pelo discurso de defesa da "soberania americana" e a rejeição da "governação global" do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o chefe de Estado moçambicano foi um dos líderes mundiais a discursar no sentido inverso, apontando as Nações Unidas como "um fórum mãe de diálogo multilateral".
O multilateralismo foi um tema recorrente nos discursos desta terça-feira, com o mote lançado no início dos trabalhos pelo secretário-geral das Nações Unidas. "A ordem mundial é cada vez mais caótica, as relações de poder são menos claras, os valores universais estão a desaparecer. Os princípios democráticos estão sob ameaça. Temos o dever de promover um sistema multilateral renovado e reforçado", destacou António Guterres.
Trump pede isolamento do Irão
No sentido contrário surgiu Donald Trump, com a defesa da agenda "América em primeiro lugar" e ataques à comunidade internacional. O Presidente norte-americano criticou o Conselho de Direitos Humanos da ONU, do qual se retirou em junho, e atacou o Tribunal Penal Internacional, afirmando que "não tem nenhuma legitimidade e nenhuma autoridade".
Trump anunciou ainda que vai limitar a 25% a contribuição dos Estados Unidos para as missões de paz da ONU -- contra os atuais 28% - e que vai rever a ajuda a outros países que sejam "amigos".
Mas o principal alvo do discurso desta terça-feira foi o Irão, com o Presidente norte-americano a pedir a todas as nações do mundo que isolem Teerão pelo "comportamento agressivo" que exibe.
Em resposta, o Presidente iraniano, Hassan Rouhani, acusou os Estados Unidos de quererem derrubar o regime iraniano e classificou como "terrorismo económico" o restabelecimento de sanções ao país por parte de Washington, depois de abandonar o acordo nuclear de 2015. A tensão entre os Estados Unidos e o Irão promete continuar a marcar a semana de reuniões em Nova Iorque.



segunda-feira, 24 de setembro de 2018

OPINIÃO: RECUSO A “CHOVER NO MOLHADO”, REPETIÇÃO NÃO !!! (é preciso mergulhar mais fundo, e repensar)

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                                         Pina - um pensador, um patriota, sempre por uma Guiné melhor!

Há uma semana recusei um convite como orador, para um evento cultural/comemorativo da Independência da Guiné-Bissau, nos 45 anos pós Luta de Libertação Nacional.
E não foi fácil “evitar” este tempo de antena/reflexão, mas pelo sim e pelo não, pensei não estar presente e ponto final.
Na base desta recusa está um evitamento meu em ter de “chover no molhado”. Dizendo sem acrescentar quase nada, discursar a separar ainda dentro da boca todo fel existente na msn e algum veneno escondido com rabo de fora, debaixo da língua!
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Devo acrescentar, que não é nada confortável, para quem tem que dizer, comportar deste modo usando travagem desta natureza política nas palavras, penso sempre em manter sentido de oportunidade e consequente equilíbrio temporal nos assuntos “quentes”, aguardando oportunidade mais serena, sem acrescentar lenha na “fogueira” pré-eleitoral, por uma questão de bom senso (…)
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Durante décadas temos registado “discursos” político-social sobre a Independência da Guiné-Bissau, numa memória já pesada, falácia de governantes e de políticos parlamentares, contrapondo a realidade triste do País, sempre ignorado, preferindo fazer sempre uma abordagem vazia, sem objectividade quase nenhuma, diria antes, cheia de "subjectividade/incertezas ", conjugado com uma negação inconsciente do próprio líder, parecendo o próprio desconhecer o País real!?
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Ouvimos quase sempre do mesmo pensamento do interior da "garrafa" nada transparente. Vira o disco e toca o mesmo, qualquer “diferença” vinda do exterior é registada, isolada, para a seguir o autor ser perseguido em vez de analisado/compreendido, mas não, entram a “matar” suas ideias.
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Quase nenhum político quer assumir o óbvio dentro do País, mas quase todos ou na sua maioria, políticos e elite dominadora, manifestam do mesmo ADN de rejeição ou negação de partilha de ideias em busca do melhor proveito para a Nação!?
Não é de admirar, pois este conflito de interesse centra-se no lucro ou migalhas financeiras, que cada um tem a receber dos projectos em curso, enquanto o País vai ficando para trás, acredite se quiser!
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Facto é, que na realidade perderam o pé, não adianta saberem nadar sem a esperança ou a segurança de ver "terra à vista", é triste, mas são vítimas duma cegueira irracional, provocada pelo dinheiro, só.
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Penso ainda, que preciso assumir este discurso “ausente” ou mesmo esta minha ausência como sinal de “desgaste psicológico, deveras preocupado com este silêncio, pretendo a ausência, para compreender melhor o ambiente tóxico entre Guineenses há mais de quarenta anos, assente numa descrença social do Povo Guineense.
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Hoje o Povo submetido aos mesmos de sempre (um pecado nacional e descrédito na Democracia), já sem força sistémica do Estado de Direito, para corrigirmos tudo de novo, este Povo quer fugir debaixo dos pés de carrascos arrogantes e frios (políticos), obcecados na subtracção do património material, só.
Então Camaradas, desta vez e por mais uns dias, resolvi manter meu lápis com o bico partido, bó purdãm, pá Deus partym ideias, kkkkkk (…)
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VIVA A GUINÉ-BISSAU, VIVA A LIBERDADE E DEMOCRACIA!!!
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Djarama. Filomeno Pina.

OPINIÃO: “ÉDIPO POLÍTICO” MAL RESOLVIDO, UMA TENTAÇÃO DE MATAR O “PAI” EM TUDO.

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                                          Pina: um pensador, um analista de fundo político, um patriota!

Falamos de uma impotência crónica na base deste impulso permanente, agindo sobre o individuo, ou seja, como motivo frustrante em “política” activa. Tudo isto é real, incontornável, sendo a realidade pouco transparente, que ao mesmo tempo aparece no traço intelectual como impotência mascarada do líder, perante os obstáculos da governação, revelando “cego” na sua visão política, projectando o mal nos outros, sem a capacidade de introspecção politica dos seus próprios actos, só.
Uma liderança inconsciente dos filhos frustrados, abusadores do regime, regressam à rua na versão habitual de conflito político, mais uma vez exibindo loucura duma revolta cega investida contra um “pai “ ideológico, reconhecido pelo nome de – PAIGC – no entanto, é justo frisar aqui, que para além desta sigla clássica carregada de excesso condenatório, há outros motivos ou grupos corruptos fora de partidos políticos, igualmente importantes na avaliação traçada acerca desta impotência e incapacidade de gestão do País, i. é, no tocante ao projecto de desenvolvimento sustentado, um sonho sem vida fora do papel, por enquanto só na garganta enquanto promessa eleitoral, logo depois é a treta dum conflito político sem volta a dar, estamos acostumados a tempo inteiro a isto, neste regime de não-pensamento realista, para sairmos da crise, pelos vistos um doce preferido de muitos líderes, que até se fingem preocupados com o Povo, se vivessem a própria vida nas condições em que vive o nosso Povo, iríeis jurar que esta crise não duraria mais do que três dias!?
PAIGC - Partido resistente e inspirador, funciona também como contentor de amor e de ódio, na revolta contida dos políticos Guineenses, reconhecidos dum tempo passado com idade pouco mais de meio século, aos dias de hoje, são responsáveis de actos infelizes, que prejudicaram dentro e fora a sua família política, e quase um país inteiro após a independência, com investidas infelizes dos próprios filhos frustrados, que vêm como triunfo e ou principal objectivo, a morte do “pai”, uma transferência que não há meio de cessar sua investida perigosa, bloqueando o desenvolvimento do nosso País.
Um complexo inconsciente de difícil tradução politica tem sido impulsionador dum ódio residual na relação política, funcionando para os indivíduos afectados como energia negativa no espaço da luta pelo poder, tudo isto como facto causador duma relação perversa estabelecida com a memória de Amílcar Lopes Cabral e não só, até à data presente, sentimos esta realidade como um facto que assombra consciências adormecidas num ódio silencioso uns contra os outros, inveja maldosa e impulso para o crime de consciência por omissão ou , no activo por uma questão de aceitação teórica ou análise baseada numa observação política sistematizada dum percurso político do PAIGC no terreno, uma das forças políticas pioneiro de toda revolução politica na Guiné-Bissau e Cabo Verde, uma confusão de máscaras a usar e escolha divisionista latente!
Recordo-vos camaradas, que só pergunta quem sabe!
Colados numa congestão de leituras politicas, neste teatro aberto, existe arte causadora de símbolo vivo de amor e ódio e consequente transformação, causadora da investida inglória dos filhos revoltados, e no fundo duplamente revoltados por rejeição brutal desta circunstância adversa, insólita e perversa, por um lado a rejeição do “pai” como ressentimento dos filhos, por outro lado, uma tentativa frustrada de tentarem acolhimento temporário, onde também são rejeitados pelos “tios”, escapatória da relação na reconstituição dos imagos parentais africanos, Guineenses, em que a figura de “tio” é uma imagem cultural forte!?
Relação difícil entre “pai “e filhos consome a presença de “tio” emprestado, enfraquecendo a figura do partido, com cicatrizes de balas, facadas, resistente a venenos caseiros nesta luta pelo poder, matando símbolos centrados no “pai”, que por acaso é o PAIGC, referência do Povo Guineense, o mais forte com poderes vários sobre o País no seu todo.
Produziu líderes com estrutura inconsciente facilmente activada, funcionam identificados por grupos de iguais, identificados por pré-conceito político cultural ou “historinhas” a maior parte das vezes de mentiras inventadas, para alimentar velhas emoções xenófobas do tempo da revolução nas zonas libertadas, que ainda hoje são motivo de desavenças entre grupos políticos ou não, inflamados por pré-conceitos muitas vezes só na cabeça de quem os tem.
Quando são verbalizados por qualquer descuido do líder, se se atreve a pô-los cá fora é “abatido”, reprovado, reconhecido na sua maioria e afastado de liderança visível, no entanto estimado e acolhido nos grupos de iguais, se tal não acontece ou deixando de ser visível, significando que estamos perante contexto de liderança maquiavélico, de pior impacto social, ao sermos representados por um líder xenófobo, preconceituoso, pior ainda, quando bem implantado no lugar chave da política do desenvolvimento económico do País, i. é, porque vencem os maus e mandam em nós, como djylas da política no poder (Empresários politizados), por estas e por outras igualmente, vamos indo igualmente como peças da mediocridade, somos e estamos tramados há décadas a esta parte, e infelizmente…

Políticos preconceituosos, que na sua maior parte desconhecem os motivos da sua própria revolta por natureza, esperemos que este artigo de opinião, funcione como estimulação do inconsciente, venha a acordar gente arrogante e fria na sua prepotência e maldade descarregadas sobre o Povo. Enfim, que venham, nunca é tarde para engrossar o movimento da paz e desenvolvimento social, cultural, político e económico ao serviço do Estado que queremos, Democrático!
Ver gente assim, convencida dum poder inalterável, lembra a história do louco que quis evacuar para sujar a “deus”, mas ao tentar acabou pendurado de cabeça para baixo com as fezes a escorrer e, mais não sei. Dizem que este infeliz se lembrou de imitar o morcego, num acto irreflectido, pretendeu expulsar as fezes de modo a atingir o rosto mais alto do único símbolo vivo da consciência colectiva, alto subiu com tanto ódio, que pior foi sua queda, trajado de político, acabou escorregando, ficou atolado a sete palmos do chão, enterrando -se a si próprio, no subterrâneo da sua consciência, o monstro bélico contido no pré-conceito e emoção psicótica, num teatro de falsidades, mentiras, em nada coerente com o que se diz ou vão dizendo da realidade, na verdade lembram-nos todos eles – um bando de morcegos pendurados, expulsando suas fezes, que escorregam pelo corpo abaixo até à cabeça - enquanto alimentam delírios de grandeza centrados na imagem falsa, de frustrados, entretêm-se movidos pelo - complexo de “Édipo-político” mal resolvido - causador deste investimento de perseguição aos símbolos positivos ou tudo que é bom e do melhor entre nós, a ser destruído por impulso invejoso e outros, onde o “pai” é o inimigo número um, que no entanto não há coragem para assumirem em guerra aberta, em público, por isso todos vivem atrás de máscaras, que alguns vão perdendo nesta vida cruzada de cães e gatos atrás do mesmo osso, ora um, ora outro, vão- se revezando no poder, mas, coitado do Povo, que não dorme descansado! Mesmo assim não os incomoda nada este desconforto e fedor dum conflito inventado, conseguem continuar na contradição política, fazer disso um lugar de relaxamento, para recarregar energia negativa no meio desta briga de “namorados” corruptos - onde vem o diabo e não escolhe! - ainda assim, comem tudo o que conseguem, resguardados num sentimento perverso de agradar, agradando a estranhos.
Pensam que conseguem comprar um lugar vitalício dentro ou longe de Casa, mas o futuro incerto, provoca ansiedade e, infelizmente, fazem vítimas à custa de sacrificar este País, tomados pela obsessão espiritual continuada contra os próprios irmãos, assistimos a um circulo fechado da inveja odiosa entre políticos, parece mentira, mas não, isto dói mas é esta a nossa verdade, estamos perante um – complexo de “Édipo Político” mal resolvido, que continua fazendo vitimas – k’témenty hê ka bybymtydu yágu dy Pymdjykyty, kumé ñutru na komtynua na Terra (…)
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Complexo de “Édipo-Político” mal resolvido entre os lideres continua a ter influência péssima, com vitimas na presente conjuntura, não deixa de ser um conflito oriundo dum tempo que não é deste tempo, arrastando um ódio transversal que chega a ser responsável por tantas mortes num passado ainda bem presente entre nós, confundidos de muita coisa continuamos, na caça às bruxas.

Acredito que muitos lideres enquanto pensadores activos no exercício da sua liderança, assumem os fantasmas do passado, tais pré-conceitos activados, em vez de, olhos nos olhos, resolvermos um País inteiro, que nô djunta, de todos, mas não, quase nunca a racionalidade impera, dando lugar à desgovernação no seu todo, temos um País em constante ataque cíclico e quebra de perspectivas de desenvolvimento sustentado. Só temos um único caminho, assumirmos a mudança de mentalidade, quem vem por bem, é para servir e não o contrário, penso.
O bom senso dito e escrito, reconhece que vale a pena pensar primeiro, e só depois agir, acredite, contra factos não há argumentos.
Aqui deixo mais um artigo meu, na perspectiva de análise escolhida, para expor e avaliar uma dificuldade política de raiz, que afecta ainda hoje vários contextos do desenvolvimento conflitual da história política do PAIGC no terreno, desde a luta de libertação nacional aos nossos dias. Uma análise psico-social do comportamento político, associado a complexo modo do agir por impulso de natureza politica, como influencia da estrutura mental do individuo, sua personalidade, que integra determinado público politizado ou não, independentemente da filiação partidária, visto aqui como actor influenciável ou que move influência através da sua liderança sobre os outros...
Apresento apenas parte da minha reflexão de longos anos em síntese, sobre política guineense desde a luta de libertação nacional aos nossos dias, infelizmente uma herança negativa pesada, que temos de digerir sem complexos, pois hoje então, exponho aqui parte importante dum longo percurso de reflexão, que acabo de partilhar, só.
Se o leitor a apreciar ou a usar num contexto de exposição literária qualquer, que faça bom proveito a todos (nesta perspectiva de análise politica), rsrsrs, mas peço, cite o autor sff, srsrsr (...)
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Djarama. Filomeno Pina.

Polícia encontra cocaína escondida em caixas de bananas no Texas.

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Polícia encontra cocaína escondida em caixas de bananas no Texas


Uma elevada quantidade de droga foi encontrada escondida dentro de várias caixas de bananas que tinham sido doadas ao Departamento de Justiça Criminal do Texas, nos Estados Unidos.
Cerca de 45 caixas de fruta foram entregues às autoridades por estarem já maduras. Mas conta o Departamento numa publicação de Facebook, quando os agentes foram recolher os alimentos "descobriram alguma coisa estranha". "Uma das caixas era diferente das outras. Cortaram as amarras, libertaram a caixa e quando a abriram em vez de um monte de bananas, estava um monte de droga", diz o post. Os agente notificaram as autoridades de imediato e esperaram por instruções. Quando a substância em pó branco foi testada confirmou-se que se tratava de cocaína. Ao todo foram encontrados 540 pacotes de cocaína dentro do carregamento, o que perfaz um valor de rua de cerca de 18 mil dólares (R$ cerca de 72 mil). Foi aberta uma investigação para tentar apurar a origem da droga.
fonte: noticiasaominuto.com

Analistas alertam para riscos da dependência de Angola do financiamento chinês.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Segundo especialistas, alto endividamento de Angola irá limitar futuros investimentos. Empenho chinês no país é reconhecido, mas custos das obras teriam sido altos. Reformas de João Lourenço estariam a resultar.
fonte: DW África
Angola Bucht von Luanda mit Skyline (DW/V. T.)
Vista parcial da capital angolana, Luanda
A consultora Fitch Solutions considerou este domingo (23.09) que o modelo de empréstimos pagos com petróleo, muito usado pela China no financiamento a África, nomeadamente a Angola, vai aumentar no continente, mas alerta para os riscos para ambos.
"Enquanto os empréstimos pagos em petróleos reduzem os riscos de pagamento para os financiadores chineses, evitando confiarem na capacidade do Governo angolano para cumprir as obrigações de pagar a dívida, salientamos que os altos níveis de endividamento em Angola, representando uns estimados 71,4% do PIB em 2018, vão limitar a capacidade para apoiar projetos de infraestruturas e restringir o crescimento da indústria da construção nos próximos anos", escrevem os analistas.
China-Afrika-Gipfel in Peking (DW/S. Mwanamilongo)
Fórum China-África, em Pequim
Numa nota sobre a crescente dependência de Angola do financiamento chinês, que vai chegar a mais de 40% da dívida total no seguimento de um acordo de financiamento de 11 mil milhões de dólares para 78 projetos de infraestruturas acordados em setembro, em Pequim, a Fitch Solutions escreve que "os custos de servir a dívida vão aumentar e, com o declínio das receitas petrolíferas, o orçamento deverá manter-se em défice até 2027".
Apesar dos riscos deste modelo, a Fitch Solutions reconhece que o apoio chinês a África, em geral, e a Angola, em particular, deverá acentuar-se devido às dificuldades de financiamento que os países africanos enfrentam devido aos altos níveis de dívida pública a que se sujeitaram no seguimento da descida dos preços das matérias-primas, desde 2014, e ao consequente impacto nas contas públicas e no crescimento económico, que chegou a atirar Angola para uma recessão desde 2016 e que se prolongou ainda no primeiro trimestre deste ano.
"Este acordo reflete, ainda assim, o considerável empenho da China no desenvolvimento das infraestruturas em Angola, que tem sido um dos maiores beneficiários do financiamento chinês na África subsariana", lê-se na nota enviada aos investidores.
Angola chinesische Baufirma in Benguela (DW/N. sul Angola)
Reconstrução dos caminhos de ferro de Benguela foi feita por uma empresa chinesa
Papel da China
"A China é o maior financiador estrangeiro de infraestruturas em Angola, num total de 22,4 mil milhões de dólares, segundo a nossa base de dados, e o financiamento chinês foi fundamental para o progresso dos maiores projetos de infraestruturas - incluindo os 6,4 mil milhões de dólares para o novo Aeroporto de Luanda, os 4,5 mil milhões para o projeto da central hidroelétrica de Caculo Cabaça e a reconstrução dos caminhos de ferro de Benguela, orçados em 1,8 mil milhões de dólares", acrescentam os analistas.
Estes e outros financiamentos fizeram o setor da construção crescer quase 17,5% ao ano entre 2008 e 2017, segundo a consultora Fitch Solutions, mas o ritmo deverá abrandar para quase um terço (6,4%) até 2027.
"O pacote de ajuda financeira de 11 mil milhões de dólares, que vale um sexto do total prometido para a África subsariana no Fórum de Cooperação China África, é prova deste empenho chinês, mas os altos níveis de dívida pública, as decrescentes receitas petrolíferas e o limitado espaço orçamental para apoiar o desenvolvimento de infraestruturas vai manter o crescimento económico abaixo do potencial", concluem os analistas.
U.S. Dollarnoten (picture alliance/J. Greve)
Endividamento sensato
Também este domingo, a consultora Economist Intelligence Unit (EIU) alertou para a necessidade de Angola "endividar-se de forma sensata" sob perigo de entrar em situação de incumprimento financeiro, ou 'default', devido ao alto nível de endividamento. 
"O pagamento da dívida já é a maior rubrica de despesa em Angola e o país tem de equilibrar a sua necessidade de investimento com o endividamento sensato, se quiser evitar uma situação de 'default'", escrevem os peritos da unidade de análise económica da revista britânica The Economist.
Segundo uma nota enviada aos investidores sobre a relação entre China e Angola, os analistas advertem sobre o novo pacote de financiamento de 11 mil milhões de dólares, acordado entre as autoridades dos dois países no Fórum de Cooperação China-África (FOCAC), que decorreu no princípio do mês em Pequim, e no qual o Presidente de Angola, João Lourenço, participou pessoalmente.
USA Washington Internationaler Währungsfond Logo Finanzkrise Griechenland (AP)
Entrada da sede do FMI, em Washington DC
"O novo pacote de crédito da China é significativo; no entanto, apesar de ajudar a desbloquear financiamento para pagar os tão necessários investimentos, também vai aumentar o fardo da dívida nacional", vinca a EIU, notando que o acordo é alcançado numa altura em que Angola já garantiu 4,5 mil milhões de dólares do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Em dezembro do ano passado, segundo os números oficiais citados pela unidade de análise económica da Economist, Angola devia à China mais de 21 mil milhões de dólares, "dos quais 5,2 mil milhões de dólares para o Banco de Importações e Exportações da China, e o restante a bancos públicos".
Este método, nota a EIU, "tem atraído críticas dentro e fora de Angola, principalmente em relação a importação de materiais e mão de obra chineses, que faz pouco pela criação de empregos locais e pelo desenvolvimento do setor nacional da manufatura".
O mesmo acontece, concluem os analistas, com os termos dos pagamentos dos empréstimos, "que levantam preocupações sobre se os empréstimos são realmente benéficos para Angola".
Angola Benguela-Bahn
(DW/N. Sul D'Angola)
Caminhos de Ferro de Benguela
Mais transparência e responsabilidade nos investimentos
Angola precisa de mais transparência e responsabilidade no investimento em infraestruturas, onde gastou 87,5 mil milhões de dólares nos últimos 15 anos sem grandes resultados, sugere um estudo do Instituto de Relações Internacionais britânico. 
Estas são algumas das reformas sugeridas para corrigir as principais falhas apontadas, como a fraca supervisão do investimento público, excesso de ambição e orçamentos irrealistas, além de erros no planeamento ao nível da viabilidade ou dos riscos de corrupção. 
"Os projetos privilegiaram em excesso o transporte em detrimento de outras áreas de infraestruturas. Além disso, o financiamento pró-cíclico resultou na acumulação de dívida pública e acentuou uma vulnerabilidade estrutural à flutuação do preço do petróleo", escreve o autor, Søren Kirk Jensen.
Berlin Joao Lourenco Präsident Angola (DW/Cristiane Vieira Teixeira)
João Lourenço
Intitulado "Angola's Infrastructure Ambitions Through Booms and Busts - Policy, Governance and Reform" ("As Ambições de Infraestrutura de Angola ao Longo dos Altos e Baixos - Políticas, Governação e Reformas, " na tradução literal para o português), a análise do Chatham House centra-se no período entre 2003 e 2016. 
Este coincide com o pós-guerra civil, quando o Governo angolano avançou com um programa de reparação, expansão e modernização das suas infraestruturas para promover o desenvolvimento social e económico. 
O regime de José Eduardo dos Santos foi ajudado pelo impulso económico dado não só pelas receitas da exploração do petróleo, mas também pela disponibilidade de crédito para financiamento destas obras, sobretudo oferecido pela China. 
Altos custos da corrupção
Mas Jensen analisou em detalhe o investimento feito nas redes de eletricidade e de estradas e concluiu que a relação custo-benefício relativamente ao investimento de 87,5 mil milhões de dólares entre 2002 e 2015 é reduzida. 
O serviço de eletricidade continua sem chegar a mais de metade da população e sofre de falhas frequentes e a rede viária foi reparada ou ampliada a um ritmo inconsistente.  
Numa estimativa aproximada, o especialista em assuntos africanos estima que cada quilómetro de estrada construído ou reabilitado terá custado, no pico do investimento, entre 2006 e 2008, perto de 682.762 dólares.
Segundo Soren, estudos do Banco Mundial e da organização não-governamental Transparência Internacional encontraram sinais de que os custos de construção e manutenção de estradas são maiores em países com níveis mais altos de corrupção. 
"Esta constatação parece sustentar a noção de que os custos unitários são mais elevados em Angola do que no resto do continente, porque Angola tem sofrido ao longo do tempo de altos níveis de corrupção", acrescenta.
Avanços e novas perspectivas
O autor do relatório entende que as reformas introduzidas pelo Presidente angolano, João Lourenço, desde a sua entrada em função em 2017, vão no sentido de melhorar a governação e combater a corrupção. 
"As reformas anunciadas incluem algumas que abordam direta e indiretamente a governação de infraestrutura, embora estas ainda devam ser desenvolvidas em detalhe e implementadas", como a criação de um novo Ministério da Economia e do Planeamento, exemplifica. 
Søren Kirk Jensen enumera algumas medidas necessárias, como tornar operacional o Portal Nacional de Contratação Pública e inventariar todos os processos de licitação em andamento, além de divulgar o registo das construtoras envolvidas em projetos de obras públicas. 
Defende também que Angola deve adotar normas internacionais de transparência, como divulgar elementos como o âmbito do projeto, o custo e a data de conclusão e os investimentos devem ser acompanhados de estudos de impacto social e viabilidade económica.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

PARA ANGOLA - JÁ E EM FORÇA!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Em Berlim, na abertura do 7.º Fórum Económico Angola/Alemanha, João Lourenço disse que “da nossa parte temos estado a tomar todas as medidas legais, cambiais, migratórias e outras, para melhorar o ambiente de negócios e tornar mais atractivas as condições para o investimento estrangeiro”.

“Por outro lado, o Governo está a implementar, com o apoio técnico do Fundo Monetário Internacional, um Programa de Estabilização Macroeconómica, que tem permitido reduzir a taxa de inflação e a diferença entre a taxa de câmbio oficial e a taxa informal, bem como estabilizar as taxas de juro dos títulos de tesouro e das reservas internacionais”, disse João Lourenço.
Isto porque, afirmou o Presidente de Angola (também Titular do Poder Executivo e, brevemente, presidente do único partido que governou o país desde a independência, o MPLA) “tem levado ao aumento da confiança dos agentes económicos e das empresas que operam em Angola”.
João Lourenço explicou que “vários instrumentos jurídicos já foram assinados entre os nossos países, para o reforço da cooperação entre Angola e a Alemanha, como o Acordo de Promoção e Protecção Recíproca de Investimentos, a Declaração Comum de Intenções, a constituição da Comissão Bilateral Angola/Alemanha, o Regulamento Interno do Grupo de Consulta Angolano/Alemão sobre temas de economia e, ainda em discussão, a Convenção para a prevenção da Dupla Tributação e da Evasão Fiscal”.
“Ainda em discussão se encontram, também, acordos e memorandos nas áreas da saúde, das finanças, dos transportes aéreos, da supressão de vistos em passaportes diplomáticos e de serviço, da agricultura e florestas”, salientou o Presidente.
Segundo João Lourenço, “verificamos um interesse crescente de empresas alemãs em participar, também, nas áreas da construção, da energia e águas, da fiscalização de obras e de fornecimento de equipamentos”. Sendo que “esse interesse já está patente na participação bem-sucedida de empresas alemãs em projectos de produção de energia em Angola, como, por exemplo, com o fornecimento de equipamento electromecânico à Barragem de Cambambe e à fiscalização da Barragem de Laúca”.
Além disso, “manifestamos o interesse de Angola no financiamento e fornecimento de tecnologia alemã, para os aproveitamentos hidroeléctricos de Caculo-Cabaça e Zenzo e da construção e modernização das subestações e redes de distribuição de energia eléctrica na província do Namibe” desde logo porque “existe um enorme potencial a ser desenvolvido em todos os domínios, seja no plano da cooperação económica e do desenvolvimento, da tecnologia, das finanças, da saúde, da formação profissional e técnica, da ciência e investigação, da energia e águas e muitos outros”.
Reconhecendo que “de momento, Angola exporta para a Alemanha, essencialmente, petróleo bruto e seus derivados e gás natural, importando maquinaria, veículos automóveis, equipamentos”, João Lourenço diz que “é evidente que existem novas e inúmeras oportunidades de cooperação bilateral por explorar e desenvolver, justificando-se já a criação, entre nós, de uma Câmara de Comércio, para apoio aos empresários que pretendam investir no mercado angolano e para o fomento de pequenas empresas mistas”.
“Gostaríamos de ver o investimento alemão na exploração do minério de ferro e na produção do aço”, afirmou o Presidente, acrescentando que “Angola está interessada, no domínio da agricultura e pecuária, em desenvolver a cooperação bilateral na formação de quadros, na produção e mecanização agrícola, na exploração florestal e na investigação agro-pecuária”, constatando-se que “no domínio dos transportes, para além da implementação do que já foi acordado ao nível dos transportes aéreos, temos, também, interesse em negociar um acordo no domínio marítimo”.
Em matéria do que é desejo do Governo angolano, João Lourenço disse que “gostaríamos de ver realizadas parcerias público-privadas com empresas alemães, na construção de auto-estradas com ligação aos países vizinhos, nomeadamente com a Namíbia, a Zâmbia e a RDC, para facilitar e dinamizar o comércio regional, de igual modo, também, na produção e distribuição de energia de todas as fontes, hídrica, solar ou a partir dos resíduos sólidos das grandes cidades, assim como na ampliação e exploração da actual rede ferroviária do País”.
“A concessão da exploração dos Caminhos-de-Ferro de Benguela é algo que está em estudo, mas a acontecer nos termos em que vier a ser definido, gostaríamos de interessar os investidores alemães a concorrer no devido momento”, referiu, juntando que “temos, ainda, interesse em assinar um acordo de formação profissional e de capacitação técnico-profissional de qualidade para o mercado de trabalho”.
Falando das dificuldades internas, João Lourenço disse que, “em razão da conjuntura internacional, as condições financeiras do Estado angolano deterioraram-se de modo significativo a partir de 2014, facto que gerou a dificuldade de liquidação de operações em moeda estrangeira e o consequente aumento de dívidas para com as empresas nacionais e estrangeiras, entre as quais algumas alemãs”, sendo que “para fazer face a essa situação, o Governo angolano iniciou um processo de certificação e validação de dívidas e as empresas alemãs que a ele aderiram têm visto os seus atrasados a ser regularizados de forma gradual, enquanto outras negoceiam os moldes de pagamento da dívida, com perspectivas de que esta seja saldada ainda no decorrer do presente ano”.
João Lourenço considera que, “apesar desses entraves e limitações, creio que estão agora criadas, com a nova legislação sobre o investimento privado e a política cambial, a lei da concorrência, a facilidade de circulação de pessoas, a garantia do repatriamento de capitais e da transferência para o exterior de dividendos e lucros, as condições para uma economia mais aberta e competitiva. Para além dessas acções concretas, o Executivo angolano está, também, a realizar importantes reformas no sistema judicial e de investigação criminal, para combater, de modo mais efectivo, a corrupção e a impunidade, defender a transparência nos negócios, assegurando, assim, a defesa dos direitos e garantias de todos os cidadãos e dos agentes económicos”.


Com este enquadramento político e económico, João Lourenço disse que Angola conta “com os vossos investimentos e com a vasta experiência e competências dos empresários alemães, para transformar este nosso desejo numa realidade concreta, com vantagens recíprocas, na certeza de que a vossa presença em Angola poderá colher, também, benefícios da existência de um enorme mercado da Comunidade dos Estados da África Austral, em vias da sua integração económica”.
fonte: folha8

OPINIÃO: FALSO “ACTIVISMO POLÍTICO” - É COMPARÁVEL A PELOTÃO DE FUZILAMENTO, VERBAL !!!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


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                                          Filomeno Pina - "Sempre com contribuições de patriotismo sem par!"

Terrorismo verbal nas redes sociais é um acto básico, e frequente entre Guineenses. Acto esse francamente primário, também considerado crime de ofensa moral pública com danos materiais e psicológicos, que hoje AINDA seus autores gozam de impunidade no País e nas redes sociais, mas até quando?
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Normalmente este agressor ofende a sua vítima escondido num perfil falso ou até não, mas, tudo continua na mesma, é um comportamento péssimo. Infelizmente usado até por certos políticos ou líderes. Pior ainda, por gente com o destino do País nas mãos. Dizem ou pensam; “nhá boca kásta-lá”, justificando o lavar das mãos do problema, com tudo fica por resolver, pensam talvez; não somos nós visados, mas, na verdade está mal visto, muito mau e de raiz.
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Temos “Activistas" maior parte só de nome, kkkkkk, todos falam de impunidade e corrupção à boca cheia, mas, seus próprios actos são em certos momentos duma ofensa moral e material, que justificam tratamento criminal em Sede própria.
No entanto os próprios “activistas” beneficiam desta impunidade, portanto queixam de impunidade como “activistas” que lutam por justiça social, mas eles próprios insultam e ficam impunes perante a lei (sabendo que é crime), como assim - ISTO NÃO FAZ SENTIDO!
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Alguns activistas SÓ de nome, seus comportamentos são péssimos nas redes sociais, cometem abusos e violações dos Direitos do cidadão - COMPARÁVEL A PELOTÃO DE FUZILAMENTO POLÍTICO NAS REDES SOCIAIS – contudo praticam crime publico, gozando de impunidade, enquanto sacrificam na praça pública as suas vítimas, é triste e igualmente um crime. Perguntamos, como defendem a moral e o Direito do cidadão comum, se fazem muitas vezes ainda pior, substituindo instituições públicas pelos "juízos" pessoais ditos boca fora nas redes sociais, tenham dó, vamos com calma, ok?
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Portanto, alguns cometem crimes de ofensa moral, material, nas redes sociais, fazem ofensas com requinte de malvadez, sem sensibilidade humana digna de registo positivo.
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Vemos todos os dias casos considerados muito graves a merecerem tratamento surreal, movidos por impulso pouco claros, e com falso tratamento/"diagnóstico" ou amadorismo gritante próprio de leigos na matéria. No entanto sem um mínimo de humildade no tratamento destes assuntos de alto melindre e complexidade profissional, analisado por pessoas sem qualificação profissional nenhuma para tal, é triste, já parecemos um País boçal, mas não! Temos esperança em ver este Carnaval terminado, mais dia menos dia, sDq.
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Pior ainda, notamos muitas vezes, agindo por ódio pessoal, inveja maldoso, frustração pessoal e ou porque, vendendo sua utilidade pessoal a outros, prestam serviços a quem paga para “matar” nas redes sociais um politico ou figura pública com palavras difamatórias, usando a mentira e calúnia como balas, bó fyga kanhóta, krédy (…)
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Não me vou alargar mais por hoje, mas - deixo aviso à navegação social e política - refiro aos Srs. que pagam, manipulam e cometem actos ou tentativas de assassinato político selectivo de irmãos Guineenses! Pois saibam no entanto, que isto é resultado ou sintoma duma fase avançada com a gravidade do ponto de vista social, refiro, temos este perigo social no limite, sem consciência dos factos para maior parte da sociedade. Caminhamos, para ausência de valores e do trato com respeito, no entanto já tarde demais, descobrimos certos monstros espalhados por tudo quanto é canto no nosso País e fora dele (mordendo uns aos outros), sabendo menos quem é quem, mas os há, que só sabem usar a calúnia e a mentira sem hesitar, pelos vistos com ganhos secundários, e dificultam o avanço normal das coisas (política e desenvolvimento) no País. Vamos com calma, cada um deve fazer o que de melhor, sabe fazer!
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Falo do estado social, da irresponsabilidade generalizada deste perfil de ofensa verbal entre líderes ao mais alto nível na praça publica e, ficam impunes tal e qual aqui nas redes sociais, pois, isto é, foto-cópia das redes sociais. Hoje já só colhemos frutos com cada vez mais veneno do mesmo espalhado entre nós Guineenses (…)
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Importa estancar este derrame!!! Hoje é a pessoa “A ou B” e amanhã, será o seu pai, sua mãe, mulher, filhos ou valores e memórias espirituais sagrados (…)
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BASTA, NÃO SOMOS ANIMAIS SELVAGENS - "FIDJO DI GUINÉ BALI PENA" (parafraseando o Guineense, Doutor Huco Monteiro).
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Haja consciência e mínimo de bom senso entre Guineenses. VALE A PENA MUDARMOS ESTE COMPORTAMENTO PÉSSIMO !!!

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Djarama. Filomeno Pina.



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