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Costa do Marfim: Indivíduo detido em Bouaké após roubar 10 milhões de francos CFA de uma empresa.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... De acordo com informações da Direção-Geral da Polícia Nacional (DGPN...

domingo, 7 de junho de 2015

Portugal: Heloísa Apolónia confrontou Passos Coelho.

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A Deputada os Verdes, Heloísa Apolónia, confrontou o Primeiro Ministro, hoje, no Parlamento, com um conjunto de matérias em torno da sustentabilidade da segurança social, do corte de pensões e do ambiente.

Na sua primeira intervenção, a Deputada ecologista recordou as promessas falhadas do Governo, de não cortar impostos nem salários. Apontou , ainda, os maus resultados obtidos com as políticas desta maioria, como o aumento da dívida, da emigração, das desigualdades sociais, os cortes na área da saúde e a sustentabilidade da segurança social.

Heloísa Apolónia centrou a segunda intervenção em matérias ambientais e afirmou que, para Os Verdes, Dia Mundial do Ambiente são todos os dias do ano. Acusou, ainda, o Governo de cometer erros ambientais crassos - como os cortes na função pública que levaram à fragilização da vigilância em áreas protegidas e de segurança marítima, o aumento do despovoamento do mundo rural decorrente do encerramento de serviços públicos, a liberalização do eucalipto, a apoio aos OGM, a privatização da EGF e a intenção de vir a privatizar a água - e termina com a afirmação: "Ambiente não é conversa, é ação!".

As intervenções de hoje, Dia Mundial do Ambiente, da Deputada Heloísa Apolónia, podem ser vistas em :https://youtu.be/hPAS2xWMKQI (1ªintervenção) https://youtu.be/vljPOgHimlE (2ªintervenção).- Veja mais em: http://port.pravda.ru/news/russa/07-06-2015/38828-heloisa_apolonia 0/#sthash.1eYC4l2i.dpuf

#pravda.ru

CUBA: TIC e seu impacto nas relações internacionais.

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Autor:  | internet@granma.cu
Convocada pelo Ministério das Relações Exteriores, esta segunda reunião contará com a presença de delegações de cerca de 30 países.


HAVANA.— A Segunda Conferência Internacional Novos Cenários de comunicação política no âmbito digital 2015, começa suas sessões a partir de hoje, 5 de junho, até o dia 7, no Palácio das Convenções, em Havana.
O evento, organizado pelo Ministério das Relações Exteriores irá acolher especialistas de cerca de 30 países e organizações internacionais. Também está enquadrado no 10º aniversário do processo de seguimento da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação.
Esta conferência internacional procura discutir o desenvolvimento das tecnologias da informação e comunicação (TICs) e seu impacto no sistema das relações internacionais, bem como a comunicação política no âmbito digital.
Também tem a intenção de fazer recomendações sobre questões cardinais em nível global e regional, como soberania tecnológica e cultural das nações, governança, segurança cibernética e Internet, entre outros.
A principal rótulo com o qual vai poder ser vista na Internet uma parte das informações sobre a Conferência é: # TIChabana2015.

Blatter, Mbeki "discutidos" os 10 milhões de dólares em negócio da Copa do Mundo: o relatório.

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A campanha de 2010 foi liderada pelo falecido presidente Nelson Mandela e ex-presidente Thabo Mbeki. FOTO | AFP

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, e o então presidente sul-Africano Thabo Mbeki discutiram sobre os US $ 10 milhões que acabaram nas mãos de funcionários corruptos da FIFA, de acordo com um e-mail em 2007, publicado no domingo por um jornal sul-Africano.

Sunday Times da África do Sul publicou um e-mail datado de 7 de dezembro de 2007, a partir do secretário-geral da FIFA Jerome Valcke, perguntando quando o dinheiro seria transferido.

O e-mail foi dirigida ao então vice-ministro de finanças da África do Sul, Jabu Moleketi.

"Eu gostaria de saber quando a transferência pode ser feita", disse Valcke, sem mencionar os $ 10 milhões, mas referindo-se a uma carta anterior.

"Isto é baseado na discussão (sic) entre a FIFA e o governo Sul-Africano e também entre o nosso presidente (Blatter) e ... Presidente Mbeki", disse Valcke no e-mail.

O porta-voz de Mbeki Mukoni Ratshitanga se recusou a comentar se houve uma discussão entre o ex-presidente e Blatter.

Em vez disso, ele enviou à AFP um comunicado do ex-presidente emitido em 29 de maio refutando as alegações de suborno.

"Nada mudou depois dessa declaração. A posição do ex-presidente Mbeki é aquela que está contida nessa declaração", disse Ratshitanga.

Na declaração no mês passado, Mbeki disse que não tinha conhecimento de "qualquer pessoa que solicitou um suborno ao governo com o propósito de nosso país ter obtido o direito de sediar a Copa do Mundo."

Relatos da mídia sul-Africana, na semana passada, refiriram-se a Mbeki e ao ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, Nkosazana Dlamini-Zuma, que é agora o presidente da Comissão da União Africano, eles haviam aprovado o pagamento porque eles acreditavam que era para um projeto de desenvolvimento do futebol legítimo no Caribe.

O pagamento Sul Africano, em 2008, foi feito através da FIFA e foi para uma conta controlada por Jack Warner, ex-vice-presidente desonrado da FIFA no Caribe procurado pelas autoridades americanas por aceitar subornos.

Mas os investigadores norte-americanos acreditam que o pagamento foi um suborno para comprar votos para a sua candidatura à Copa do Mundo.


Blatter está deixando o cargo e seu emprego na sequência do escândalo.

#africareview.com

sábado, 6 de junho de 2015

Secretário de Estado solto sem despacho judicial na Guiné-Bissau.

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Idelfrides Manuel Gomes Fernandes é acusado de venda ilegal de passaportes diplomáticos e de serviço.

Bissau

O secretário de Estado das Comunidades da Guiné-Bissau Idelfrides Manuel Gomes Fernandes, detido na passada sexta-feira, 4, foi solto neste sábado, 6, sem qualquer decisão judicial.
Como a VOA noticiou, Gomes Fernandes foi detido por agentes da Polícia Judiciária no dia 4 por volta das 16 horas e levado para a sede daquela corporação.
Neste sábado, o secretário de Estado foi libertado, mas fontes em Bissau garantem que não houve qualquer autorização da justiça. Nem o Governo nem o Ministério Público ou a Polícia Judiciária comentaram o caso que é tema de conversa nas ruas da capital guineense.
Em determinados círculos, nomeadamente observadores e fontes do poder judicial, estranham a soltura do governo e temem que a impunidade continue a marcar pontos no país, depois de restabelecida a ordem constitucional há mais de um ano
Idelfrides Manuel Gomes Fernandes é acusado pelas autoridades policiais e judiciais de alegada venda ilegal de passaportes diplomáticos e de serviços.
Recorde-se que meses atrás, muitos cidadãos estrangeiros foram apanhados com passaportes diplomáticos e de serviço, os quais tinham a assinatura do Secretário de Estado das Comunidades, em vez da do ministro titular dos Negócios Estrangeiros, como impõe a lei.
Idelfrides Manuel Gomes Fernandes é secretário de Estado das Comunidades desde o Governo de Transição, saído do golpe de Estado de 12 de Abril de 2012. Entretanto, ele tinha ocupado o mesmo cargo no Governo de Carlos Gomes Júnior.
#VOA

Gâmbia: bandjul deu 72 horas para uma diplomata europeia abandonar o país.

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Le président gambien, Yahya Jammeh.
O Presidente Gambiano Yahya Jammeh. © AFP

O governo gambiano deu 72 horas para a encarregada de negócios da Delegação da União Europeia (UE) em Banjul, Agnès Guillaud, deixar a Gâmbia, segundo um comunicado oficial que não forneceu nenhum motivo.
"O governo gambiano informou ao público que decidiu pedir a Senhora Agnès Guillaud, encarregado de negócios da Delegação da União Europeia na Gâmbia, para sair do território gambiano no prazo de 72 horas", disse o comunicado lido nesta sexta à noite, na televisão estatal.

O texto explica que é por um período de tempo curto "a partir desta sexta-feira, 5 de junho de 2015", mas não fornece nenhuma explicação sobre as razões da expulsão neste sábado que criou surpresa nos círculos diplomáticos.

Fontes ocidentais em Banjul e da região delimitada pela AFP disse que o governo simplesmente optou pela "expulsão" da Sra. Guillaud, assegurando e ignorando os motivos e declinando  todos os comentários.
Segundo uma das fontes, Agnès Guillaud, de nacionalidade francesa, está na Gâmbia desde 2011, que a UE é um dos principais parceiros económicos, fornecendo subsídios no período 2008-2013, num total de 65 milhões de euros.

O ex-enclave da colônia britânica no Senegal, com excepção do seu litoral, a Gâmbia é gerido por quase 21 anos por mão de ferro o Sr. Yahya Jammeh. Jammeh chegou ao poder em Julho de 1994 através de um golpe de Estado, em seguida foi eleito em 1996 e reeleito três vezes de (2001, 2006 e 2011). Seu REGIME é regularmente acusad de violações dos direitos humanos e  da boa governança.

Em 2010, a UE tinha cancelado a concessão de 22.000.000 € em ajuda orçamental para Gâmbia em razão de preocupações sobre direitos humanos e da boa governação.
Yahya Jammeh por seu lado ataca freqüentemente os países ocidentais que, segundo ele, condicionam sua ajuda a Gâmbia concernente aos direitos dos homossexuais. "Se vocês quiserem nos dar a ajuda porque nós casamos homens com homens e mulheres com mulheres, desistam. Nós não precisamos da vossa ajuda como TAMBÉM enquanto eu permanecer presidente da Gâmbia, vocês nunca verão isso acontecer neste país ", disse ele em uma declaração ao Parlamento em 21 de Abril de 2012.

Jammeh também esteve apreensivos quando, em dezembro de 2012, a UE exortou a Gâmbia para abolir a pena de morte, e para reabrir a mídia --geralmente fechada por criticar o poder-- e não permitir o acesso de diplomatas estrangeiros a prisões.

Ele sentiu que essas recomendações da UE eram "um insulto" e que seu país "como um país soberano (...) não mudará suas leis porque a UE quer que seja feita."
Então, em janeiro de 2013, ele acusou a UE de tentar "criar uma situação de instabilidade" na Gâmbia ou para "instalar um governo fantoche." Milhares de pessoas tinham então organizado passeatas em Banjul, gritando palavras de ordem contra a UE.

Bruxelas por sua parte assegurou não querer "impor" suas visões na Gambia, mas sim dialogar. Em outubro de 2013, a Gâmbia anunciou a sua retirada "com efeito imediato" da organização da Commonwealth anglófonos, sem explicação, mas para castigar "uma instituição que representa uma continuação do colonialismo".

#jeuneafrique.com

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Mohammed VI deixou Abidjan seguindo para Librevile.

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La

Abidjan (Costa do Marfim) - O rei de Marrocos, Mohammed VI deixou Abidjan na sexta-feira após a grande oração às 13h com o Presidente Alassane Ouattara, para ganhar a capital do Gabão Libreville, onde ele vai completar a sua viagem Africana depois de Senegal, Guiné-Bissau e Costa do Marfim.

É pela a grande oração de 13h a qual ele participou na Mesquita da Riviera Golf em  Cocody (Abidjan Leste), na companhia do presidente Alassane Ouattara. Mohammed VI terminou a sua visita de amizade e de trabalho que começou na Costa do Marfim no sábado.

Paralelamente a este ritual religioso, o soberano marroquino doou 10.000 Korans para a comunidade muçulmana na Costa do Marfim. Assim que a oração terminou, o cortejo real mudou-se para o aeroporto internacional Felix Houphouet-Boigny de Port-Bouet, onde o aguardava o avião real.

O Chefe de Estado da Costa do Marfim, Alassane Ouattara tem acompanhado o ilustre visitante marroquino cujo país assinou 46 acordos bilaterais com a Costa do Marfim durante sua estadia. Estes acordos são relativos ao desenvolvimento e a valorização da Baía de Cocody num montante de 137 bilhões de Franco CFA que vai mudar a face da capital econômica da Costa do Marfim nos próximos cinco anos.

#abidjan.net

José Eduardo dos Santos sinaliza que será candidato em 2017.

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Presidente José Eduardo dos Santos (Foto: Francisco Bernardo)
Presidente José Eduardo dos Santos
(Foto: Francisco Bernardo)

O Presidente angolano deverá candidatar-se para mais um mandato em 2017. O sinal foi emitido na última reunião ordinária do Comité Central do MPLA, partido no poder, no final do passado mês de abril.
O Comité Central do MPLA aprovou , na sua mais recente reunião, a proposta do Presidente José Eduardo dos Santos para a criação de um grupo de trabalho encarregado de elaborar a nova moção do líder. O facto de ter sido o próprio Presidente a propô-lo é um sinal forte de que ele pretende continuar à frente do partido depois do congresso previsto para 2016 e, quase certamente, será candidato à reeleição como Presidente da República em 2017.  (africa21online.com)

A TACV -Transportadora Aérea Cabo-verdiana retomou as ligações aéreas regulares entre a cidade da Praia e a capital guineense Bissau, que estavam suspensas desde abril de 2012.

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Bissau - A TACV -Transportadora Aérea Cabo-verdiana retomou, quarta-feira (3), as ligações aéreas regulares entre a cidade da Praia e a capital guineense Bissau, que estavam suspensas desde abril de 2012.
A retoma dos voos da companhia cabo-verdiana para Bissau é a concretização de um acordo firmado entre os governos dos dois países aquando da visita do primeiro-ministro guineense ao arquipélago, no princípio do ano em curso.
A porta-voz do Conselho de Administração da TACV, Laura Silva disse que a partir de agora a operadora cabo-verdiana fará dois voos semanais para Bissau, com escala em Dakar, capital do Senegal.
Aquele responsável explicou que no Domingo, o voo terá o percurso  Praia/Dakar/Bissau/Praia e na quarta-feira será Praia/Bissau/Dakar/Praia.


"É mais uma rota que retomamos e será um elo de ligação muito forte com a comunidade da sub-região e contamos, para além da ligação aérea, incrementar o relacionamento comercial com a nossa região africana", informou Laura Silva. ANG
#africa21digital.com

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Senegal: Me Madicke Niang - "Cada minuto que Karim Wade permanecer na prisão é um desafio para o Estado Senagalês na ONU"

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Me Madicke Niang, um dos advogados de Karim Wade


Me Madické Niang acredita que o parecer do Grupo de Trabalho da ONU sobre Detenção Arbitrária, se impõe ao Senegal. Ele pede as nossas autoridades para que tomem a implementação das recomendações.

"A lei foi dita. Eu pergunto a este governo, a todos que estão envolvidos, para voltarem à razão. Voltar à razão é considerar que este aviso se impõe ao Senegal porque foi dado por um desmembramento da ONU, que foi mandatada para fazer esse trabalho em nome das Nações Unidas ", disse o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros.

Devemos lembrar que este grupo de trabalho estimou, no seu parecer, que Karim Wade foi arbitrariamente detido e pediu ao Governo do Senegal para remediar o dano sofrido através de uma compensação total. Então, para mim Madické Niang, "cada minuto que Karim Wade permanecerá na prisão, será um desafio sério que as autoridades senegalesas parecem colocar perante a instituição tão importante, tão notável como a ONU."

"Estou triste de ouvir dizer que esta decisão não compete", ele confidenciou. Para ele, não há diferença entre o TPI e o Grupo de Trabalho sobre Detenção Arbitrária. "Que diferença há entre uma CPI e este grupo de trabalho. É a emanação do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Alguns até dizem que é um grupo de engenheiros, um grupo de vendedores de amendoim. Em que país estamos ", ele insistiu, com à imprensa na quinta-feira.

Por Youssouf SANE

#seneweb.com

Ruanda: oposição pretende bloquear o Presidente Kagame ao terceiro mandato.

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Presidente do Rwandan Paul Kagame. FOTO | ARQUIVO

O Partido Verde de Ruanda, pequeno, mas principal partido de oposição do país, disse nesta quinta-feira que estava desafiando os movimentos que querem mudar a Constituição para permitir que o homem forte, o presidente Paul Kagame se candidate para um terceiro mandato consecutivo nas eleições em 2017.

"Nós apresentamos ontem uma ação judicial para o Supremo Tribunal, exigindo também ao parlamento o bloqueio de quaisquer planos futuros para reformar a Constituição, especialmente o artigo 101 sobre o levantamento do limite de mandato presidencial", disse o presidente do partido, Frank Habineza à AFP.

A Constituição ruandesa, adoptada em 2003, limita o número de mandatos presidenciais para dois, e, portanto, impede que Kagame - eleito pela primeira vez em 2003 e novamente em 2010 - fique e se candidate a um terceiro mandato.

Mas as autoridades disseram na semana passada ao parlamento que ao longo dos próximos dois meses debaterão uma mudança na constituição em resposta ao que assessores de Kagame descreveram como uma "demanda popular".

De acordo com o presidente do Parlamento Donatilla Mukabalisa, petições assinadas por um total de dois milhões de pessoas - ou seja, aproximadamente 17 por cento da população - exigiram que Kagame seja autorizado a permanecer no cargo.

Sr. Habineza disse que o desafio centrado em torno de crença do Partido Verde e que a Constituição não pode ser revista " só para reduzir ou prolongar a duração do mandato do presidente."

Segurança pós-genocídio

Reagindo no Twitter, o Presidente Kagame disse: "Eles estão exercendo seu direito ... O Partido Verde, coisa boa!"

Kagame, de 57 anos, tem estado no topo da política de Ruanda desde 1994, quando uma ofensiva por sua força rebelde étnica, o tutsi, a Frente Patriótica Ruandesa (FPR), pôs fim a um genocídio por extremistas hutus que deixaram cerca de 800.000 membros da sua comunidade mortos.

Ele serviu como ministro da Defesa e vice-presidente, e em seguida, assumiu a presidência por ganhar com 95 por cento dos votos. Ele foi re-eleito com um mandato semelhante e retumbante.

Funcionários ruandeses têm negado veementemente que Kagame está buscando um terceiro mandato, insistindo que o presidente - saudado por seus partidários como um garante da segurança pós-genocídio e estabilidade, bem como um campeão do desenvolvimento econômico - e que goza de apoio popular para ele ficar.

O anúncio vem em meio a uma controvérsia muito ampla em África sobre os esforços de líderes para mudar as constituições para permanecerem no cargo.

No ano passado o ex-presidente do Burkina Faso Blaise Compaoré foi expulso da presidência depois de tentar prolongar a sua permanência no poder, enquanto que o vizinho a sul de Ruanda, o Burundi, foi confrontado por semanas de agitação civil e experimentou uma tentativa de golpe contra o presidente Pierre Nkurunziza que quer fazer o mesmo.

#africareview.com

Mortos em explosão de posto em Gana chegam a 150, diz o presidente.

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Carros em chamas após explosão de posto de gasolina em Acra, na noite de quarta-feira (3) (Foto: Reprodução/Twitter/Walter E. Adamah)
Carros em chamas após explosão de posto de gasolina em Acra, na noite de quarta-feira (3) (Foto: Reprodução/Twitter/Walter E. Adamah)
O presidente de Gana, John Dramani Mahama, diz que o número de mortos após a explosão de um posto de gasolina em Acra, provocada pelas enchentes que atingem o país, chegou a 150.
Bombeiros fazem rescaldo nas ruínas de posto de gasolina que explodiu em Acra, capital de Gana, na quinta-feira (4) (Foto: AP Photo/Christian Thompson)Bombeiros fazem rescaldo nas ruínas de posto de gasolina que explodiu em Acra, capital de Gana, na quinta-feira (4) (Foto: AP Photo/Christian Thompson)









Oficiais disseram que a explosão aconteceu após a corrente provocada pelas enchentes espalhar o combustível que estava no posto, fazendo com que ele chegasse a um incêndio nas proximidades.

A explosão aconteceu quando dezenas de pessoas se abrigavam no local, tentando se proteger de uma forte chuva.

As mortes devem intensificar as críticas às falhas do governo em melhorar a infraestrutura do país. Embora os temporais desta semana tenham sido especialmente fortes, chuvas pesadas em junho não são incomuns, e o sistema de drenagem em Acra não é adequado.
Veículos incendiados são vistos em posto de gasolina que explodiu na noite de quarta (3) em Acra, capital de Gana (Foto: AP Photo/Christian Thompson)Veículos incendiados são vistos em posto de gasolina que explodiu na noite de quarta (3) em Acra, capital de Gana (Foto: AP Photo/Christian Thompson)
Seguranças vistoriam local de explosão de um posto de gasolina em Acra, capital de Gana, na quinta (4) (Foto: AP Photo/Christian Thompson)Seguranças vistoriam local de explosão de um posto de gasolina em Acra, capital de Gana, na quinta (4) (Foto: AP Photo/Christian Thompson)
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Carros empilhados após serem arrastados por enchente em Acra, perto do local onde um posto de gasolina explodiu na noite de quarta (3) (Foto: AP Photo/Christian Thompson)Carros empilhados após serem arrastados por enchente em Acra, perto do local onde um posto de gasolina explodiu na noite de quarta (3) (Foto: AP Photo/Christian Thompson)

#g1.globo.com

Senegal: Pape Samba Mboup : “ Fada tem razão, mas... ”

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"Fada tem razão, há problemas. Ele está certo, o partido (PDS) deve ser estruturado. Ele está certo, há muito tempo que nós não fazemos renovações. Alguns responsáveis já morreram, outros deixaram. Em algumas federações ou seções, os militantes são órfãos, eles não têm líderes. Ele está certo, mas eu acho que não é o momento ", diz o ex-chefe de gabinete do ex-presidente Abdoulaye Wade em entrevista ao" L'Observateur ". "Eu reconheço que Fada é um militante do PDS. Ele conhece bem o partido, ele tem as competências para dirigi-lo. Mas onde eu não estou de acordo (com ele) é que para mim isso não está na agenda. Ele tem o direito, não importa quem, que o diga: "Eu gostaria de substituir Abdoulaye Wade à cabeça do partido". Qualquer um pode dizer isso, mas ainda não é momento. Atualmente, temos outras prioridades ", disse Pape Samba Mboup.

"Atualmente, estamos travando uma luta pela libertação de todos os nossos prisioneiros. Especialmente que agora temos uma outra luta que é a libertação de Karim Wade, que foi decidido pelo Grupo de Contacto das Nações Unidas para os Direitos Humanos. Temos prioridades. Além disso, há o Abdoulaye Wade, no momento, o único que pode alcançar a unanimidade em torno dele. Acho que por agora, se alguma vez Abdoulaye Wade tiver que deixar o partido para outro, muitas pessoas deixariam o PDS ", assim pensa o Pape Samba Mboup. "Vamos esperar até que Wade retorne ao poder antes de deixar o partido", ele recomendou.

#Seneweb Notícias

CUBA: Planejar melhor a água que temos hoje.

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Autor:  | yosel@granma.cu

Autoridades do país se reúnem para debater acerca do impacto da seca que afeta o país.

Photo: Katia Alarcón

"É importante gerir com maior eficiência os recursos que temos para dar melhor utilização à água disponível, perante a seca prolongada que afeta o país hoje."

Assim expressou o general-de-divisão Ramón Pardo Guerra, chefe do Estado Maior Nacional da Defesa Civil de Cuba, durante a reunião de trabalho realizada na sede da instituição, em 2 de junho, para analisar o impacto da seca no país, bem como as medidas que devem ser tomadas para reduzir seu risco.
O próprio Pardo Guerra descreveu a situação hidrológica como séria, e com risco para a saúde, no caso de não consumir o precioso líquido conforme a qualidade sanitária necessária. Ele também pediu às autoridades presentes, os ministérios da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, Agricultura, Economia e Planejamento e aos Institutos Nacionais dos Recursos Hidráulicos (INRH) e Meteorologia, para fazerem um trabalho conjunto para minimizar os danos causados pelo fenômeno climatológico.
Também destacou que, no período entre novembro de 2014 e abril 2015, 11 províncias foram afetadas pela falta de chuva (Pinar del Rio, Mayabeque, Cienfuegos, Villa Clara, Sancti Spiritus, Camaguey, Las Tunas, Granma, Holguín, Santiago de Cuba e Guantánamo). No caso das províncias do Oriente e Pinar del Rio, no final de abril, mostravam um déficit acumulado de chuva de 29%.
Entre as medidas de forma geral indicadas pelos organismos presentes na reunião para atenuar os danos pela escassez do importante recurso natural, destaca-se intensificar o programa de informação à população através dos meios de comunicação sobre a necessidade de poupar; fornecer a solução definitiva para as fontes de abastecimento que se esgotam sistematicamente e reforçar as ações de acompanhamento e controle, com o objetivo de resolver as ilegalidades na infraestrutura.
#granma.cu

Ex-oficial da Fifa admite que houve subornos na Copa Sul Africana.

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Charles "Chuck" Blazer (sentado) a ser aproveitado no ombro por seu amigo Sepp Blatter. FOTO | AFP

O ex-alto funcionário da Fifa Chuck Blazer, admitiu que ele e outros no Comitê Executivo concordaram em aceitar subornos em conjunto com a escolha da África do Sul como sede da Copa do Mundo em 2010.

O norte-americano disse que também ajudou a organizar subornos ao longo do evento de 1998, que foi organizada pela França.

As declarações aconteceram em um inquérito recém-lançado em uma audiência na qual ele se declara culpado de 10 acusações dos EUA.

Os EUA lançaram um processo criminal amplo que tomou conta da Fifa e levou o presidente Sepp Blatter a demitir-se.

Os promotores dos EUA indicaram na semana passada 14 pessoas sob a acusação de suborno, extorsão e lavagem de dinheiro. Quatro outros já haviam sido acusados, incluindo o Sr. Blazer.

O Departamento de Justiça dos EUA alega que aceitaram subornos e propinas estimados em mais de US $ 150 milhões (£97 milhões de euros) durante um período de 24 anos.

Sete dos 14 eram altos funcionários da Fifa que foram presos em Zurique, na Suíça, enquanto aguardavam o Congresso da FIFA. Dois eram vice-presidentes.

Os detalhes não selados de confissões de culpa do Sr. Blazer vieram dos promotores na transcrição da audiência em 2013 no Tribunal Distrital a Leste de Nova Iorque. As admissões são parte de um acordo com os promotores de condenação.

Sr. Blazer foi o segundo mais alto funcionário da Fifa no Norte e na América Central e Caribe (Concacaf) de 1990 a 2011 e também atuou no comitê executivo da Fifa, entre 1997 e 2013.

Dossiê dos EUA

Na transcrição, os promotores referem-se a Fifa "e sua composição ou componente de organização" como uma empresa RICA - uma organização corrompida e Influenciada.

Sr. Blazer diz: "A partir ou ao longo de 2004, e continuando até 2011, eu e outros no comitê executivo da Fifa concordamos em aceitar subornos em conjunto com a escolha da África do Sul como o país-sede para a Copa do Mundo de 2010".

Entretanto, África do Sul numa quarta-feira, negou a pagar o suborno de US $ 10 milhões para garantir a realização do evento de 2010.

Sr. Blazer também diz: "Eu e os outros concordamos em aceitar subornos e propinas em conjunto com a transmissão e outros direitos para as Copas 1996, 1998, 2000, 2002 e 2003 em ouro (o campeonato regional de equipas nacionais)."

Outras admissões entre as 10 acusações no dossiê de 40 páginas incluem a evasão fiscal dos EUA.

Os agentes federais que investigam a evasão fiscal haviam detido o Sr. Blazer e ele concordou em cooperar nas investigações dos EUA.

Ele disse ter concordado em gravar declarações de seus colegas usando um microfone escondido em um chaveiro.

O 70º aniversariante é considerado estar gravemente doente, sofrendo de câncer de cólon.

Além do caso dos EUA, as autoridades suíças iniciaram uma investigação criminal sobre a forma como as Copas do Mundo de 2018 e 2022 foram alocadas.

Discurso televisionado

O Qatar disse que não há nenhuma maneira que vai cancelar o direito de sediar a Copa do Mundo de 2022, apesar da investigação sobre corrupção.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Khaled al-Attiyah admitiu o que ele chamou de "uma campanha difamosa e " como preconceito anti-árabe e disse que Qatar está confiante e que poderia provar que não houve irregularidades na sua selecção.

Num outro depoimento, o ex-vice-presidente da Fifa Jack Warner fez um discurso televisionado em Trinidad, na quarta-feira, em que ele disse que poderiam estar vinculados os funcionários da Fifa na eleição de 2010 em Trinidad e Tobago.

"Eu não vou mais manter segredos com aqueles que procuram activamente destruir o país", disse ele.

Sr. Warner foi indiciado por os EUA com um corrupto, uma acusação que ele nega veementemente.

Entretanto, na quarta-feira, Blatter recebeu uma ovação de pé de 10 minutos por cerca de 400 funcionários, ao voltar para a sede da Fifa em Zurique um dia depois de anunciar que estava a renunciar.

Alegadamente à beira de soltar às lágrimas, ele pediu a sua "fantástica equipe" para "ficar forte".

Ele enfatizou que o trabalho de reforma na Fifa agora é necessário empreender.

Em seu discurso de renúncia na terça-feira, ele disse que, embora ele foi reeleito presidente pelo Congresso na sexta-feira passada, mas que ele apareceu com mandato que "não parece ter apoio de todos no mundo do futebol".

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quarta-feira, 3 de junho de 2015

GUINÉ-BISSAU: OPINIÃO - UMA GOVERNAÇÃO ABERTA E DINÂMICA.

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        Filomeno Pina - Nô Djagra

Um Governo “todo-terreno” avança com o modelo de Governação Aberta e Dinâmica na Guiné-Bissau. Está em campo de acção mostrando vontade de mudança na construção de uma sociedade moderna e progressista. Este Governo tem apontado serviço feito, dentro e fora do País, sem dúvida. No território nacional tem demonstrado que a sua preocupação é global, mudando seu “escritório” do lugar habitual/Bissau, para outras Cidades do País, sempre que necessário, como forma de aproximação às populações locais e também de se inteirar dos problemas junto dos Serviços públicos e privados no terreno, é um facto.

De Bissau para outras Cidades do País este Governo vai a todas, procura o equilíbrio possível através de projectos de desenvolvimento sustentado em curso, espalhados pelo País. Transfere o seu bureau de trabalho para outras Cidades, acompanhado do núcleo duro de reflexão e de aconselhamento, factos que temos constatado, quando se reúne o Conselho de Ministros fora da Capital e não só!
Há de facto preocupação estrutural e planeamento que contemplam o País no seu todo. Pondo em relevo zonas dantes esquecidas (de menor visibilidade) e sem projecto credível durante décadas, mas que hoje, estão a ser tratadas dentro de um projecto-global de construção/reconstrução do País. 

Este modelo objectivo (GAD) tem sobrevoado o País à procura do melhor consenso técnico e político para os problemas, a melhor saída ou soluções mais adequadas para cada caso. Ainda que como objectivo aparentemente simples, mas complexo, a sua preparação/estruturação, não obstante a preocupação clara de minimizar as dificuldades das populações, têm assumido (Governo) atitude positiva de auscultação continuada, com este objectivo de reconhecimento das dificuldades e o estabelecimento de prioridades.
Nota-se que todo o elenco da Governação, chefiado pelo Primeiro-ministro, procura pensar em conjunto, antes de agir! Assumindo de forma directa a responsabilização no terreno daquilo que tem vindo a executar, através do modelo de gestão controlada sobre os efeitos positivos ou não, das respostas reunidas em cada etapa de desenvolvimento registadas no terreno.

Contudo, não querendo dizer que com “GAD” não haverá erros, lembro que quem faz as coisas terá sempre maior probabilidade de errar e aprender com o erro cometido.
O que é uma vantagem sobre quem não faz, observa e critica o erro dos outros!
No entanto, também não é menos verdade que os erros devem ser evitados. Reincidir por incompetência é pior para todos nós, daí que deve ser substituído (o reincidente) ou afastado da liderança quem não cumpre os requisitos da exigência, dando o lugar a outro, porque é uma constante da vida uma busca de sucesso continuado no desenvolvimento sustentado para o País.

Temos observado há vários meses no nosso País um ambiente de afirmação intensa da perspectiva de –  Governação Aberta e Dinâmica  – logo, não "fechada" sobre si!
O que nos parece à partida a melhor prática de acção governativa em Democracia. Permite reunir consenso alargado sobre matérias ou processos em estudo e aplicação no terreno, facilitando deste modo a agenda de trabalhos! 

O Sr. Primeiro-ministro tem demonstrado ser um líder com “orelhas de elefante” à frente do seu Governo. O saber ouvir é um bom perfil, é exigente, obrigando a ter postura mais ajustada possível/justo em Democracia de acção governativa…
Posto isto, devo acrescentar que o Camarada Domingos Simões Pereira, está de parabéns!

É de louvar a visão assente no princípio de que - a Guiné-Bissau, não é só Bissau - pois há-que repartir a atenção pelo País no seu todo, o que permitirá democratizar e não só, impor uma atenção-global, centrada sobre o Território Nacional no seu todo.

Daí que não restem dúvidas acerca do olhar político flutuante em Democracia. Sobretudo para este contexto atrás referido, existe um Governo que percorre todo o Pais e está mais atento ao desenvolvimento sustentado, é um bom sinal (vermos quem manda, a ser o responsável, e a controlar o processo de evolução, crescimento dos projectos em curso no País) constatar que não se olha apenas o umbigo, mas também para o ambiente que nos rodeia, com realismo e frontalidade.
Só assim se evitam centralizações nos gabinetes ministeriais, que muitas vezes estão longe do terreno real, longe das populações locais e, porque não, longe do "coração” do Povo!?

Porque uma Governação Aberta e Dinâmica é também cultural, sociopolítica e afectiva ao mesmo tempo. Está para além de uma preocupação apenas de gestão. Assume especial importância para as populações, que muitas vezes estão isoladas, principalmente as que vivem a centenas de Km da capital, num País como o nosso, às vezes caem no desconhecimento das chefias certas realidades, porque simplesmente desconhecem os contornos das comunidades de determinadas zonas do mapa, visto que normalmente, os líderes residem em Bissau, isto pode influenciar o risco de alienar, desconhecer no terreno este ou aquele ponto do País e o seu verdadeiro problema (sem ofensa)! 

Uma Governação Aberta e Dinâmica é a maneira mais inteligente, a meu ver, de controlar, responsabilizar e, sobretudo, manter debaixo de olho um processo global de desenvolvimento sustentado no terreno. Porque torna permanente um traçado de responsabilidades sob controlo, mantém sempre destacado cada um dos seus responsáveis/líder, de acordo com a área específica de acção concertada ou levada a cabo em grupo (no Governo).

Daí que, sem beliscar a competência individual ou de grupo dos nossos líderes, julgo de facto ser esta a gestão de actividades do Governo chefiado pelo Primeiro-ministro, aquela que é a melhor estratégia - "GAD"!

Porque ela está para além dos aspectos meramente técnicos duma governação política, administrativa, central e ministerial. Ultrapassando a abordagem de gestão técnica e, por isso mesmo, do ponto de vista da relação humana, todas as vezes que acontece um deslocamento do Governo para o interior do País, uma simples deslocação, ela é sentida na pele, pelo Povo, além do mais é um promotor directo da estimulação de interacção/aproximação às populações locais, tanto fisicamente como afectivamente e vice-versa.
O que é muito bom, melhora e acrescenta conhecimento dos líderes sobre esta ou aquela realidade de determinada comunidade, i. é, será de parte a parte positivo, penso!

Seja pelo sucesso conseguido até hoje ou pelas dificuldades que ditaram resultados menos bons nesta governação, penso que têm sido mais os aspectos positivos de elevação do que o contrário, por isso meus caros, estamos de parabéns. Faço votos para que haja a continuação de um bom trabalho a todos e, boa sorte…


Djarama. Filomeno Pina.


Brasil: o ex-jogador Zico mostra interesse em comandar a Fifa: "por que não?"

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Ídolo dos torcedores do Flamengo , Zico afirmou nesta terça-feira que tem interesse em se candidatar ao cargo de presidente da Fifa para substituir Joseph Blatter, que renunciou após escândalo de corrupção que assombra a entidade desde a última semana. "Ainda é uma ideia", alertou o ex-meia. Em postagem na rede social Facebook, o ex-jogador disse que já conversou com a família, recebendo o apoio da mulher e dos filhos para a empreitada. O brasileiro, no entanto, lembrou que ainda não tem apoio, mas se mostrou disposto a lutar pelo cargo. 

 Foto: Cléber Mendes / Lancepress!
Zico mostrou interesse em se candidatar à presidência da Fifa
Foto: Cléber Mendes / Lancepress!Veja a mensagem de Zico na íntegra:

Zico - Arthur Antunes Coimbra
Atleta · 2.536.983 curtidas
 · 11 h · 
Por que não? Minha vida sempre foi dentro do futebol. Uma paixão que exerci com seriedade e respeito no Brasil e em outros países. Jantando com Sandra pensei nisso. Minha mulher e meus filhos me apoiaram. Fui Ministro dos Esportes, tenho experiência com meu clube e no apoio ao Kashima, ao Japão. Penso no futebol acima da política. Não tenho apoio ainda, mas se é aberto eu posso me candidatar à Fifa. Ainda é uma idéia... Quem sabe?

Nigéria: Presidente Buhari, em reunião crucial com chefias militares...

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Por Ben Agande


Presidente Muhammadu Buhari em reunião com chefias militares.

Abuja - O presidente Muhammadu Buhari e os chefes de unidades militares e da polícia estão esta tarde em uma reunião crucial em que se vê um prelúdio para o eventual desligamento dos chefes de serviços militares e da polícia, todos que serviram no governo do presidente Goodluck Jonathan.

Os chefes de serviços que chegaram a Casa  do Comando Militar dentro de alguns minutos participaram por 12 horas de uma reunião com o Presidente.

O assessor de Segurança Nacional do presidente Goodluck Jonathan, Coronel. Sambo Dasuki (IDT) tinha chegado ao Comando do Exército poucos minutos antes da chegada do chefe do serviço militar do governo.

A reunião contou com a presença do Comandante do Estado-Maior do Exército, do Chefe  Naval, do Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica, bem como do Inspetor Geral da polícia que foram convocados para a reunião, incluindo o Chefe da Defesa Civil, Marechal do Ar, Alex Badeh.

#allafica.com

terça-feira, 2 de junho de 2015

Burundi a espera do novo calendário eleitoral.

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Presidente Nkurunziza 
É UM duro golpe para a credibilidade do voto no Burundi e para a sua CENI. Após a saída de observadores da UE e a retirada da Igreja Católica do processo eleitoral, dois membros da comissão eleitoral desertaram. A EAC pediu o adiamento das eleições em mês e meio, mas nenhumas novas datas foram ainda decididas.
 Por enquanto, na próxima sexta-feira, dia 5, o país deve ter eleições legislativas e locais.
Ao 38.º dia do seu movimento, os manifestantes que se opõem ao terceiro mandato do Presidente Pierre Nkurunziza desafiaram ontem, dia 2, mais uma vez, a Polícia em Bujumbura.
Segundo a Jeune Afrique (JA), centenas de manifestantes tentavam ocupar as ruas da capital, onde a Polícia atirava à primeira vista, na perspectiva de cortar pela raiz qualquer aglomerado de pessoas. Houve manifestações em todos os distritos contestatários da cidade: Cibitoke, Nyakabiga, Musaga, e Kanyosha, apesar da contínua repressão das forças de segurança, de acordo com a Rádio França Internacional (RFI).
DEPENDE DO PODER POLÍTICO
Entretanto, os burundeses estão na expectativa de novas datas eleitorais. Pelo calendário ainda em vigor o país deve ter eleições legislativas e locais na próxima sexta-feira, que serão seguidas pelas presidenciais, dia 26, e senatoriais, a 17 de Julho próximo.
Reunidos em cimeira no domingo, 31 de Maio, na Tanzania, os países da Comunidade da África Oriental (EAC) pediram o adiamento pelo menos até meados de Julho.
Mas a Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI) está em posição muito delicada, não tem o quórum deliberativo. Dois dos seus cinco membros, entre os quais o vice-presidente, renunciaram e fugiram para o estrangeiro, porque a situação política no Burundi “não lhes permite trabalhar”.
Estas deserções deixaram a CENI sem condições de poder decidir novas datas. Ela deve dar um parecer deixando ao Governo a responsabilidade de adiar os escrutínios, avisando, porém, para os prazos ditados pela Constituição.
“É preciso que o Burundi tenha um Chefe de Estado eleito em 2015 e o mais tardar investido em 26 de Agosto.  Antes precisamos ter o Parlamento, porque o Presidente presta juramento perante ele (...) Em 8 de Julho deve estar um (novo) Parlamento em funções. Mas os políticos podem decidir uma fórmula diferente”, disse o presidente da CENI, Pierre Claver Ndayicariye.
#jornalnoticias.co.mz

Adiamento da visita de José Maria Neves foi a pedido do homólogo guineense.

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José Maria Neves. primeiro-ministro de Cabo Verde

O Gabinete da Chefia do Governo de Cabo Verde esclareceu, esta terça-feira, através de um comunicado, que o adiamento da visita do primeiro-ministro, José Maria Neves, à Guiné-Bissau foi a pedido do seu homólogo Domingos Simões Pereira.

Segundo o comunicado, o pedido foi solicitado pelo próprio primeiro-ministro guineense no passado dia 20 de maio e que os dois governos têm estado a negociar novas datas alternativas, de modo a conciliar a agenda dos dois chefes de Governo.

Segundo a mesma fonte, os contactos estão a decorrer com toda a normalidade, ao nível dos departamentos governamentais responsáveis pelas relações externas entre os dois países, não havendo, por isso, motivo para nenhum tipo de ‘deceção’.

«Os dois chefes de Governo pretendem que a visita tenha lugar o mais cedo possível, tendo em conta o impulso que dela se espera para o aprofundamento do diálogo político diplomático e, sobretudo, para o relançamento da agenda de cooperação económico-empresarial entre os dois países», pode ler-se na nota.

Em maio deste ano, recorde-se, após receber Domingos Simões Pereira, que esteve em Cabo Verde para participar no II Diálogo Estratégico sobre “Inovação na Gestão do Desenvolvimento”, José Maria Neves afirmara que iria efetuar uma visita à Guiné Bissau de 3 a 7 de junho.
Daniel Almeida, em Cabo Verde
#abola.pt

Senegal: Segundo a ONU a detenção de Karim Wade é " ARBITRÁRIA".

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Une manifestation de soutien à Karim Wade, le 23 avril 2013, à Dakar.
Uma manifestação em apoio a Karim Wade

De acordo com o Grupo de Trabalho sobre Detenções Arbitrárias do Conselho de Direitos Humanos da ONU, Karim Wade, encarcerado desde abril de 2013, deve ser objecto "compensação integral" por "detenção arbitrária". Seus advogados exigiram a sua libertação imediata.

É uma afronta que as autoridades senegalesas teriam bem passado. Em um parecer adoptado na sua 72ª sessão de 20-29 abril (ver abaixo), o Grupo de Trabalho sobre Detenção Arbitrária, um organismo local sob tutela do Conselho de Direitos Humanos da ONU que estimou de "arbitrária" a privação  da liberdade que é objeto Karim Wade, detido em Dakar depois de Abril de 2013 por enriquecimento ilícito. Consequentemente, o órgão da ONU "insta o Governo da República do Senegal a tomar as medidas necessárias para sanar o prejuízo sofrido, através de compensação integral" para o benefício do antigo "ministro do Céu e da Terra".

Neste documento de nove páginas, o Grupo de Trabalho reproduziu a ladainha de falhas relatadas desde 2012 pela defesa de Karim Wade, mas também pelas principais organizações de defesa dos direitos humanos senegalesas. Na linha de mira: o Tribunal de repressão de enriquecimento ilícito (CREI), um tribunal especial que permaneceu dormente por quase trinta anos antes e que saiu do sótão graças a Macky Sall após a sua eleição. O facto de ter depositado seus estatutos de uma outra idade, que consagra a inversão do ónus da prova, e ignorar o privilégio de jurisdição sem beneficiar os ex-ministros e não prevê a dupla jurisdição, o governo senegalês está hoje preso por "detenção arbitrária" como uma república de bananas vulgar.

"Violação do Direito Internacional"
Entre as objecções levantadas pelo Grupo de Trabalho, que haviam sido acatadas pelos advogados de Karim Wade: a duração abusiva de sua detenção ( entre 23 meses de sua prisão e a pronúncia do julgamento), em violação dos textos senegaleses da Declaração dos Direitos Humanos Universais, o Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos ou da Carta Africana dos Direitos Humanos e dos Povos; os elementos constitutivos de uma violação da presunção de inocência de Karim Wade; quebrando a igualdade de tratamento dos réus (a maioria dos quais tinha sido beneficiado de libertação sob vigilância judicial).

Das cinco categorias de violações que podem constituir detenção arbitrária, o Grupo de Trabalho mantém dois (categorias I e III): a impossibilidade "para invocar uma justificação na base jurídica" e "não-conformidade, no todo ou padrões parciais internacionais sobre o direito a um julgamento justo.

"É por isso que o organismo das Nações Unidas" exige a plena cooperação da República do Senegal na execução do presente aviso para remediar efetivamente uma violação do direito internacional ".
Para o governo senegalês, que ainda não reagiu oficialmente, a pílula será difícil de engolir. Depois de ter feito o caso de Karim Wade um dossiê emblemático de "caça aos ganhos ilícitos", ele mesmo, de fato acumulou críticas de um processo falho de enriquecimento ilegal com acusações insuficientemente fundamentados e os julgamentos marcados por anomalias. Os infortúnios nunca vêm sozinhos, os tribunais senegaleses tomaram na semana passada a decisão de absolvição geral contra o ex-senador do Partido Democrático Senegalês (PDS, na oposição), Aida Ndiongue, que continua com os três co -preventivos, por fraude e peculato. Uma lavagem inesperada que causou indignação pública e o Ministério do partido presidencial, a Aliança para a República (APR).

Enésima negação
O parecer do Grupo de Trabalho sobre Detenção Arbitrária, porém, a data da enésima negação que está sujeita a CREI, uma jurisdição que, além da guarda pessoal do presidente Macky Sall, fez depois muito mais unanimidade contra ela. Em fevereiro 2013 já, o Tribunal de Justiça da CEDEAO se pronunciou desafiando o desvio por parte do CREI o privilégio de jurisdição, que prevê que um ex-ministro deve comparecer perante o Supremo Tribunal de Justiça. Solicitado em junho de 2014 pelo Grupo de Trabalho, o governo senegalês, que teve dois meses para apresentar as suas observações, respondeu fora dos limites.

"Esta decisão significa a libertação de nosso cliente, diz Mohamed Seydou Diagne, um dos advogados de Karim Wade. O Grupo de Trabalho referindo-se à falta de base jurídica do seu segundo mandato [em outubro de 2013] e violação do direito a um julgamento justo, não há distinção entre a prisão preventiva e a sentença de seis anos de prisão, quando Karim Wade foi condenado em março ". No seu artigo 7, recorda também o outro advogado, o Estatuto de Roma instituiu o Tribunal Penal Internacional, qualificado de prisão [...] em violação das disposições fundamentais do direito internacional "do crime contra a humanidade.

#jeuneafrique.com

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Cuba: Comandante Raúl: “O que fazemos deve ser submetido constantemente à crítica construtiva por parte de todos”.

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Assim considerou o presidente cubano na reunião do Conselho de Ministros, efetuada na sexta-feira, 29 de maio, onde se trataram importantes assuntos do acontecer econômico do país
Photo: Estudio Revolución
DURANTE a reunião do Conselho de Ministros, efetuada na sexta-feira, 29 de maio, o general-de-exército Raúl Castro Ruz reiterou o apelo a discutir com profundidade cada medida e analisar tudo o que se tem feito até agora para determinar os pequenos erros cometidos e corrigi-los.
São seres humanos os que elaboram as propostas, os que as aprovamos, os que dirigimos o país, disse. “Nem sempre se tem a experiência nestas tarefas, por isso o que façamos deve estar submetido constantemente à crítica construtiva”.
O primeiro tema examinado foi o funcionamento das cooperativas não agropecuárias, após um ano e sete meses do início de sua prática na Ilha. “As cooperativas têm um caráter experimental e embora se avance em sua aplicação, não temos que acelerar o passo, temos que levar o ritmo dos acontecimentos. Estamos no dever de calcular as consequências de cada passo que damos e de prever”, expressou.
O chefe da Comissão Permanente para a Implementação e Desenvolvimento, Marino Murillo Jorge apresentou o relatório sobre a gestão das cooperativas até fins de 2014, das quais têm sido autorizadas até agora 498 e estão funcionando 347, concentradas nos setores do comércio, gastronomia, e os serviços técnicos e pessoais (59 %); construção (19 %); e indústria (10 %). E mais de 70% delas estão nas províncias de Havana, Artemisa e Matanzas.
Assinalou-se que as cooperativas são fontes de emprego que permitiram incrementar as ofertas, a qualidade das produções e os serviços, e se ocupam dos segmentos do mercado que não são competitivos para a empresa estatal.
Durante o ano passado, 268 cooperativas faturaram mais de 87,7 milhões de pesos. Sublinhou-se que estas entidades ainda devem superar aspectos negativos que prejudicam seu funcionamento, tendo em conta que ainda estão em uma fase experimental.
O Conselho de Ministros aprovou um grupo de medidas para melhorar os fornecimentos a estas entidades, as negociações bancárias, o financiamento, os trâmites legais, a contratação da mão de obra, a contabilidade, o controle internos e outros assuntos.
Para materializar as propostas aprovadas deverá ser modificado o Decreto Lei 305 e o Decreto 309, que regem o funcionamento das cooperativas não agropecuárias.
Outro tema examinado foram as diferentes formas e sistemas de pagamento, assinalando-se que ao concluir o ano 2014 “a produtividade por trabalhador chegou a 22 852 pesos, 18 % superior ao previsto; o salário médio mensal foi de 600 pesos, 11 % também acima do planejado e o pagamento por resultado médio mensal foi de 179 pesos, que representa 30% do salário médio”.
Falou-se dos problemas que ainda existem neste item, como pagamentos sem respaldo na produção, em um montante de 347 milhões de pesos e se fez um alerta acerca das consequências desses fatos.
A agenda da reunião incluiu a aprovação do aperfeiçoamento do Sistema Bancário Nacional, para que o país “conte com um sistema mais eficiente e capaz de responder ao novo modelo de gestão econômica”.
O aperfeiçoamento pretende “organizar a prestação do serviço bancário em cada território, para o qual se realizarão estudos dos processos organizativos das sucursais bancárias, os horários de atenção ao público e as necessidades de capacitação do pessoal”. Terá um incremento o acesso de maior número de pessoas aos créditos, o aumento das caixas automáticas e as sucursais, adequando-os às necessidades da população.
Outro assunto tratado foi o da inscrição no Registro da Propriedade de inúmeros edifícios, casa e imóveis, um passo importante para aumentar a ordem institucional da nação. Soube-se que nos últimos quatro anos já foram inscritos uns 300 mil imóveis e restam 9.059 por inscrever. E que o processo deve culminar em dezembro, para poderem ser transferidos, alugados ou arrendados a outras instituições ou formas de gestão da produção.
Mais adiante, a controladora geral da República, Gladys Bejerano Portela, deu a conhecer aos membros do Conselho de Ministros a situação das indisciplinas, ilegalidades e manifestações de corrupção administrativa detectadas durante o ano passado, cujo enfrentamento constitui prioridade para o Estado cubano e no qual ainda não se conseguem os resultados esperados. Segundo a informação oferecida, metade dos fatos identificados em 2014 são no setor do comércio, gastronomia e no setor agro-alimentar. A situação mais complexa é em Havana, Holguín e Santiago de Cuba.
O motivo principal continua sendo o desvio de recursos para a venda ilícita e o enriquecimento indevido, utilizando procedimentos como a falsificação de documentos, transferências fictícias e apropriação do dinheiro não depositado nos bancos, logros nas listas do pessoal, e introdução ilegal de mercadorias. Referiu, ainda, a realização de pagamentos indevidos por serviços que não foram combinados ou não foram realizados, bem o como o favorecimento a fornecedores.
A controladora geral acabou dizendo: “Resulta essencial traçar estratégias integradas e ações sistemáticas para mudar a percepção e o agir das administrações perante estes problemas; fomentar a repulsa social; e conseguir maior efetividade na prevenção, com a participação dos diretores e dos trabalhadores”.
Como último ponto da agenda, o presidente do Instituto de Planificação Física, Samuel Rodiles Planas abordou o enfrentamento às ilegalidades da ordem territorial e urbanística, com a qual, precisou o presidente Raúl Castro, “começou uma batalha importante... na qual fica claro que a ideia não é proibir as construções, mas sim indicar onde se podem fazer”. Eliminando as construções ilegais nas praias, orlas costeiras e espaços sociais, “se estabelece a ordem nos imóveis, terrenos, espaços ou faixas pelas quais respondem juridicamente as instituições”.
Para o ano 2015 o plano proposto inclui eliminar 34% das 152.485 ilegalidades registradas na ordem territorial e urbanístico em todo o país, para o qual, expressou Rodiles Planas, “estão previstos os recursos necessários nos planos econômicos”.
#granma.cu

Guiné-Conacry: Retorno de Dadis Camará - Seus Partidários exigem para 15 de Junho.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Foi durante a limpeza em seu domicílio particular, iniciado na semana passada pelas mulheres de seu partido chamado de Forças Patrióticas para a Democracia e Desenvolvimento (FPDD), é que elas estimaram que é o momento oportuno, através de seu responsável, Hélène Zogbélémou, para exigir do governo Alpha Condé a programação do retorno de seu líder, o capitão Moussa Dadis Camará, até 15 de Junho, caso contrário elas iriam fazer uma manifestação digna em seu nome!



De boa honra, uma centena de mulheres foram para a residência privada do seu líder político, o ex-chefe da junta militar guineense, Moussa Dadis Camará, para limpar sua residência, e para preparar seu eventual retorno ao país, a fim de enfrentar o esperado presidencial de Outubro de 2015.
"Depois que esta casa foi construída, não teve limpeza adequada, a piscina está suja. Nós Fizemos essa limpeza, porque acreditamos que as autoridades estão actualmente a analisar o seu retorno. Quando ele estiver lá, ele vai encontrar sua casa limpa! ", Disse a Sra. Hélène Zogbélémou.
 Fiquem atento!

De: Leon KOLIE para GCI
2015-GuineeConakry.Info

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